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    <title>Global South World Brasil - votação</title>
    <link>https://www.globalsouthworld.com.br</link>
    <language>pt-BR</language>
    <description><![CDATA[Notícias, opinião e análise voltadas para o Sul Global e as nações emergentes do mundo, do Global South World Brasil.]]></description>
    <copyright>Copyright © 2026 — Global South World Brazil</copyright>
    <item>
      <title>Confira os seis governadores eleitos neste segundo turno</title>
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      <pubDate>Mon, 26 Oct 2026 00:30:00 Z</pubDate>
      <description><![CDATA[<p>Cinco estados e o Distrito Federal elegeram governadores neste domingo, 25. </p>
<p>Celina Leão (PP) foi reeleita no DF, superando Leandro Grass (PT). Ela não venceu no primeiro turno por pouco: chegou a 49,93%. Agora, fechou o segundo turno com 57,18%. Grass recebeu 42,82% dos votos.</p>
<p>Ela assumiu o governo em 2026, após a saída de Ibaneis Rocha.</p>
<p>Também foi reeleita Mailza Assis (PP), no Acre, derrotando o senador Alan Rick (Republicanos). Ela obteve 66,21% dos votos, contra 33,79% de seu adversário.</p>
<p>Mailza assumiu o governo em abril, depois que Gladson Cameli deixou o cargo para concorrer ao senado. No primeiro turno, ela registrou 49,76% dos votos.</p>
<p>No Amazonas, o senador Omar Aziz (PSD) confirmou o favoritismo do primeiro turno e foi eleito governador com 61,42%, vencendo a professora Maria do Carmo (PL), que ficou com 38,58%. Aziz já governou o estado entre 2010 e 2014.</p>
<p>No Espírito Santo, a vitória é de Lorenzo Pazolini (Republicanos), com 52,71%. Ricardo Ferraço (MDB) concorria à reeleição e ficou com 47,83%.</p>
<p>No Tocantins, o deputado federal Vicentinho Júnior (PSDB) foi eleito com 64,52% dos votos, batendo a senadora Professora Dorinha (União Brasil), que recebeu 35,48%. </p>
<p>Vicentinho tinha saído em desvantagem no primeiro turno, quando registrou 43,94% dos votos contra 45,52% da oponente.</p>
<p>E no Rio Grande do Norte mais uma virada: Cadu de Lula (PT) impôs derrota a Allyson Bezerra (União). Ele encerrou o segundo turno com 50,77% dos votos. Seu adversário ficou com 49,23%.</p>
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        <media:credit role="provider">Agência Brasil/ Fabio Luís Pozzebom</media:credit>
        <media:title>celina leao</media:title>
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      <dc:creator><![CDATA[GSW Brasil]]></dc:creator>
    </item>
    <item>
      <title>Eleições 2026: resultados fora do Brasil (extraoficiais)</title>
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      <pubDate>Sun, 25 Oct 2026 22:17:00 Z</pubDate>
      <description><![CDATA[<p>Enquanto no Brasil os eleitores aguardam o encerramento oficial das urnas, já há alguns resultados sendo divulgados de forma extraoficial. </p>
<p>Em Portugal, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é o vitorioso. Boletins de urna divulgados pelas seções eleitorais indicam que Lula recebeu 34.319 votos (59,42%). Flávio Bolsonaro (PL) somou 23.433 votos (40,58%). No primeiro turno, o resultado foi o seguinte: Lula 26.401 (52,45%) x Flávio  19.412 (38,57%).</p>
<p>Na Austrália, os dados extraoficiais apontam Lula como vencedor, com 6.017 votos (63,46%); Flávio obteve 3.465 votos (36,54%).</p>
<p>No Japão, Flávio Bolsonaro é o ganhador, com 80,10% dos votos (28.236). Lula ficou com 19,90% (7.014 votos).</p>
<p>Confira resultados de outros países:</p>
<p>China</p>
<p>Coreia do Sul</p>
<p>Emirados Árabes Unidos</p>
<p>Arábia Saudita</p>
<p>Israel</p>
<p>Alemanha</p>
<p>Áustria</p>
<p>Bélgica</p>
<p>Dinamarca</p>
<p>Espanha</p>
<p>Finlândia</p>
<p>França</p>
<p>Grécia</p>
<p>Irlanda</p>
<p>Itália</p>
<p>Países Baixos</p>
<p>Reino Unido</p>
<p>Suécia</p>
<p>Suíça</p>
<p>Chipre</p>
<p>Croácia</p>
<p>Eslováquia</p>
<p>Eslovênia</p>
<p>Estônia</p>
<p>Noruega</p>
<p>Polônia</p>
<p>República Tcheca</p>
<p>Sérvia</p>
<p>Observação editorial: os números são extraoficiais, embora extraídos de documentos oficiais. Os resultados devem ser conferidos na totalização do TSE antes de serem apresentados como definitivos.</p>
<p>Quase 1 milhão de brasileiros com domicílio eleitoral no exterior estão aptos a votar nas eleições de 2026. </p>
<p>A totalização dessas urnas é liberada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mas a situação extraordinário de votação estendida no Brasil - devido às denúncias feitas sobre a falta de transporte público em algumas cidades - irá atrasar a divulgação.</p>
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        <media:credit role="provider">Agência Brasil/ José Cruz</media:credit>
        <media:title>voto exterior</media:title>
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      <dc:creator><![CDATA[GSW Brasil]]></dc:creator>
    </item>
    <item>
      <title>País vai às urnas em uma das eleições mais acirradas desde a redemocratização</title>
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      <pubDate>Sun, 25 Oct 2026 11:55:00 Z</pubDate>
      <description><![CDATA[<p>O Brasil vai às urnas neste domingo, 25 de outubro, para decidir entre a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e a chegada do senador Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência. Com 158.745.463 eleitores aptos a votar, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o país chega à decisão em um cenário de forte equilíbrio, após uma campanha marcada pela polarização e por grandes mobilizações nas ruas. </p>
<p>As últimas pesquisas Datafolha e Quaest, divulgadas no sábado, 24, apresentaram o mesmo placar: 51% dos votos válidos para Flávio e 49% para Lula. Nos dois levantamentos, a diferença está dentro da margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, configurando empate técnico. Os percentuais de votos válidos excluem brancos, nulos e indecisos. </p>
<p>A votação ocorre das 8h às 17h, pelo horário de Brasília, com a divulgação da apuração a partir do encerramento do pleito. O vencedor governará o país entre 2027 e 2030. Eleitores de cinco estados — Acre, Amazonas, Espírito Santo, Rio Grande do Norte e Tocantins — e do Distrito Federal também escolhem seus governadores neste domingo. </p>
<h2>Pesquisas mantêm resultado em aberto</h2>
<p>O Datafolha entrevistou 4.050 eleitores em 124 municípios entre sexta-feira, 23, e sábado, 24. Contratado pela Folha de S.Paulo e pela TV Globo, o levantamento está registrado no TSE sob o número BR-09540/2026. </p>
<p>A Quaest ouviu presencialmente 3.702 eleitores no mesmo período. Encomendada pela TV Globo, a pesquisa tem nível de confiança de 95% e registro BR-09158/2026 na Justiça Eleitoral. </p>
<p>O equilíbrio já vinha sendo registrado pela cobertura do GSW Brasil. Na rodada anterior do Datafolha, divulgada na quinta-feira, 22, os candidatos apareciam com 50% dos votos válidos cada. A passagem para 51% a 49% ocorreu dentro da margem de erro e não permite, isoladamente, afirmar uma mudança consolidada nas preferências do eleitorado. </p>
<h2>Multidões no encerramento da campanha</h2>
<p>As campanhas encerraram a mobilização de rua no sábado com manifestações de grande porte em capitais do Sudeste. Os últimos atos concentraram os candidatos e seus aliados em São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. </p>
<p>Flávio começou o dia com uma motociata em Belo Horizonte, acompanhado de aliados, entre eles o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG). À tarde, participou de uma caminhada na Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio, com concentração na Praça do Ó e encerramento diante do condomínio onde morou o ex-presidente Jair Bolsonaro. </p>
<p>No Rio de Janeiro, Lula reuniu apoiadores na orla de Copacabana na manhã de sábado, 24. Durante o ato, pediu aos participantes que procurassem eleitores que não compareceram ao primeiro turno e os incentivassem a votar neste domingo. O presidente também afirmou estar otimista com o resultado da disputa. </p>
<p>À tarde, o petista seguiu para São Paulo, onde encerrou a campanha com uma manifestação que reuniu uma multidão na Avenida Paulista. As mobilizações nas duas capitais marcaram o último dia de campanha nas ruas, em meio ao esforço para ampliar o comparecimento às urnas e conquistar os votos finais de uma disputa apontada pelas pesquisas como tecnicamente empatada. </p>
<h2>Onde votam os candidatos</h2>
<p>A agenda divulgada para Lula previa votação às 8h na Escola Estadual João Firmino Correia de Araújo, em São Bernardo do Campo, no ABC paulista. O comitê do presidente acompanhará a apuração no hotel Intercontinental, na capital paulista. </p>
<p>Flávio também tinha votação marcada para as 8h, na Escola Municipal Barão Homem de Mello, na Rua Almirante João Cândido Brasil, 352, em Vila Isabel, na zona norte do Rio de Janeiro. Depois, seguirá para Brasília, onde acompanhará o resultado. </p>
<p>O comparecimento será um dos fatores centrais da decisão. Segundo o TSE, aproximadamente 125,2 milhões de eleitores foram às urnas no primeiro turno, o equivalente a quase 79% do eleitorado. Quem não participou daquela votação pode votar neste domingo, desde que esteja com a situação eleitoral regular. </p>
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        <media:credit role="photographer">Fernando Frazão/Agência Brasil</media:credit>
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        <media:title>urna</media:title>
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      <dc:creator><![CDATA[GSW Brasil]]></dc:creator>
    </item>
    <item>
      <title>Cinco estados e o DF escolhem governadores no 2º turno</title>
      <link>https://www.globalsouthworld.com.br/article/cinco-estados-e-o-df-escolhem-governadores-no-2-turno</link>
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      <pubDate>Thu, 22 Oct 2026 22:25:00 Z</pubDate>
      <description><![CDATA[<p>Eleitores de cinco estados e do Distrito Federal terão uma decisão a mais a tomar nas urnas neste domingo, 25. Além de escolher entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) para a Presidência da República, os moradores de Acre, Amazonas, Espírito Santo, Rio Grande do Norte, Tocantins e Distrito Federal definirão quem comandará os respectivos governos pelos próximos quatro anos.</p>
<p>Nessas seis unidades da federação, o eleitor votará primeiro para governador e depois para presidente.</p>
<p>Entre os 12 candidatos que disputam os seis governos ainda indefinidos, três já estão à frente dos respectivos Executivos: Mailza Assis (PP), no Acre; Celina Leão (PP), no Distrito Federal; e Ricardo Ferraço (MDB), no Espírito Santo. Os três assumiram os cargos em 2026, após a saída de seus antecessores, e tentam permanecer no comando dos governos.</p>
<p>Vale mencionar que o Rio de Janeiro quase entrou na lista. Na contagem dos votos do primeiro turno, no dia 4 de outubro, o resultado indicava que Douglas Ruas (PL) e Eduardo Paes (PSD) iriam para o segundo turno. No entanto, a definição dependia do julgamento sobre a validade dos 274.411 votos recebidos por Anthony Garotinho (Republicanos), que teve o registro de candidatura indeferido.</p>
<p>No dia 8, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) anulou esses votos. Com a retotalização, Ruas passou de 49,27% para 50,88% dos votos válidos, vencendo a eleição. No dia 15, o TRE-RJ homologou o resultado.</p>
<p>Como está o cenário?</p>
<p>O instituto Real Time Big Data divulgou na terça-feira, 20, pesquisas com as disputas estaduais que ainda estão abertas. Os levantamentos foram realizados entre 15 e 19 de outubro, com 1.600 eleitores entrevistados em cada unidade da federação, margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%.</p>
<p>Acre: governadora tenta permanecer no cargo</p>
<p>A governadora Mailza Assis (PP) disputa o segundo turno com o senador Alan Rick (Republicanos). Mailza assumiu o governo em abril, depois que Gladson Cameli deixou o cargo para concorrer ao Senado.</p>
<p>No primeiro turno, Mailza recebeu 49,76% dos votos válidos, enquanto Alan Rick obteve 32,27%.</p>
<p>Na pesquisa Real Time Big Data, Mailza aparece com 50% das intenções de voto, contra 35% de Alan Rick. Brancos e nulos somam 11%, e 4% dos entrevistados não souberam ou não quiseram responder.</p>
<p>Amazonas: senador enfrenta candidata do PL</p>
<p>O senador Omar Aziz (PSD) e a professora Maria do Carmo (PL) estão disputando os votos do eleitor amazonense. Aziz já governou o estado entre 2010 e 2014 e tenta retornar ao cargo.</p>
<p>O atual governador é Roberto Cidade (União Brasil), eleito indiretamente pela Assembleia Legislativa em maio, após a renúncia de Wilson Lima (União Brasil) e de seu vice, Tadeu de Souza (PP). Cidade concorreu ao governo no primeiro turno, mas não avançou para a etapa seguinte.</p>
<p>No primeiro turno, Omar Aziz recebeu 40,63% dos votos válidos, enquanto Maria do Carmo obteve 24,49%.</p>
<p>Segundo a Real Time Big Data, Aziz registra 46% das intenções de voto, contra 41% de Maria do Carmo. Brancos e nulos representam 11%, e 2% não souberam responder.</p>
<p>A diferença entre os candidatos é de cinco pontos percentuais.</p>
<p>Distrito Federal: Celina Leão e Leandro Grass</p>
<p>A governadora Celina Leão (PP) disputa o segundo turno com Leandro Grass (PT). Celina assumiu o governo em 2026, após a saída de Ibaneis Rocha, e busca continuar à frente do Executivo distrital.</p>
<p>No primeiro turno, Celina recebeu 49,93% dos votos válidos, ficando próxima de encerrar a disputa naquela etapa. Leandro Grass obteve 34,47%.</p>
<p>Na pesquisa Real Time Big Data, Celina aparece com 53% das intenções de voto, contra 37% de Grass. Brancos e nulos somam 8%, e 2% não souberam responder.</p>
<p>O Distrito Federal é a única das seis unidades da federação para a qual há duas rodadas do instituto realizadas durante o segundo turno. Na primeira pesquisa, divulgada no dia 14, Celina tinha 53% e Grass, 36%. Assim, Celina manteve o percentual, enquanto Grass oscilou um ponto percentual para cima, dentro da margem de erro.</p>
<p>Espírito Santo: Pazolini e Ferraço disputam governo</p>
<p>O ex-prefeito de Vitória Lorenzo Pazolini (Republicanos) e o atual governador Ricardo Ferraço (MDB) disputam o comando do Espírito Santo. Ferraço, que era vice-governador, assumiu o Executivo estadual em abril, após a renúncia de Renato Casagrande (PSB), que deixou o cargo para concorrer ao Senado.</p>
<p>No primeiro turno, Pazolini recebeu 49,65% dos votos válidos, enquanto Ferraço obteve 34,06%.</p>
<p>Na pesquisa Real Time Big Data, Pazolini aparece com 46% das intenções de voto, contra 43% de Ferraço. Brancos e nulos somam 8%, e 3% não souberam responder.</p>
<p>A diferença de três pontos percentuais configura empate técnico, considerando a margem de erro do levantamento.</p>
<p>Rio Grande do Norte: Allyson Bezerra enfrenta Cadu de Lula</p>
<p>O ex-prefeito de Mossoró Allyson Bezerra (União Brasil) e Cadu de Lula (PT), ex-secretário da Fazenda no governo de Fátima Bezerra (PT), disputam o governo. Fátima está concluindo seu segundo mandato consecutivo e não pode disputar nova reeleição.</p>
<p>No primeiro turno, Allyson recebeu 36,94% dos votos válidos. Cadu obteve 36,16%.</p>
<p>Na pesquisa Real Time Big Data, Allyson registra 45% das intenções de voto, contra 42% de Cadu. Brancos e nulos representam 9%, e 4% não souberam responder.</p>
<p>Os dois candidatos estão tecnicamente empatados, considerando a margem de erro do levantamento.</p>
<p>Tocantins: Vicentinho Júnior enfrenta Professora Dorinha</p>
<p>O deputado federal Vicentinho Júnior (PSDB) e a senadora Professora Dorinha (União Brasil) disputam o governo do Tocantins. O atual governador, Wanderlei Barbosa (Republicanos), está concluindo seu segundo mandato consecutivo e não concorre à reeleição. Ele apoia a candidatura de Dorinha.</p>
<p>No primeiro turno, Dorinha recebeu 45,52% dos votos válidos. Vicentinho Júnior ficou com 43,94%.</p>
<p>Na pesquisa Real Time Big Data, Vicentinho Júnior registrou 46% das intenções de voto e Dorinha obteve 42%. Brancos e nulos somam 10%, e 2% não souberam responder.</p>
<p>A diferença de quatro pontos percentuais coloca os candidatos no limite da margem de erro.</p>
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        <media:title>urna</media:title>
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      <dc:creator><![CDATA[GSW Brasil]]></dc:creator>
    </item>
    <item>
      <title>Mudanças de seções eleitorais a poucos dias do 2º turno geram críticas ao TSE</title>
      <link>https://www.globalsouthworld.com.br/article/mudancas-de-secoes-eleitorais-a-poucos-dias-do-2-turno-geram-criticas-ao-tse</link>
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      <pubDate>Tue, 20 Oct 2026 14:00:00 Z</pubDate>
      <description><![CDATA[<p>A informação de que mais de quatro mil seções eleitorais estariam em novos locais no segundo turno, fato revelado recentemente após consulta ao portal do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), provocou barulho nas redes sociais e uma onda de críticas à corte. Em uma corrida acirrada, em que os candidatos Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) estão disputando voto a voto, a notícia despertou desconfiança, sobretudo porque decisões do TSE neste pleito têm gerado contestações por parte das campanhas.</p>
<p>Na sexta-feira, 16, no final do dia, o tribunal divulgou um comunicado em seu site  recomendando ao eleitor checar seu local de votação , mesmo que este fosse um lugar com o qual já estava habituado: “Para garantir que todo mundo vote com tranquilidade, segurança e conforto,  a Justiça Eleitoral fez ajustes pontuais e alterou o endereço de algumas seções eleitorais em todo o país”. </p>
<p>No portal do TSE, é possível conferir quantas são as mudanças. Os dados de seções eleitorais em que houve alteração podem ser verificados na  página de estatísticas eleitorais  do site. </p>
<p>Já para o eleitor, a checagem da seção, para ver se ela mudou, tem de ser feita no aplicativo  e-Título  ou no menu  Autoatendimento eleitoral  do portal do TSE.</p>
<p>A razão para essas transferências de locais?  A corte alegou motivos práticos: desde “reformas de última hora e melhorias de acessibilidade em prédios públicos até o impacto de fortes chuvas”.  E afirmou que as decisões de mudanças são das próprias zonas eleitorais.  Ou seja, as alterações ficam sob responsabilidade dos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs).</p>
<p>No dia seguinte ao comunicado  publicado no portal do TSE, levantamentos da imprensa apontaram que, após checagem nessa área,  4.289 seções foram alteradas. Elas representaram 0,86% do total utilizado no primeiro turno neste ano.  Com essa quantidade, cerca de 1,8 milhão de eleitores estariam afetados.</p>
<p>Mas houve atualizações depois disso e o número de seções apontadas como alteradas diminuiu.  De acordo com a assessoria de imprensa do tribunal, os dados são informados na página de estatísticas “à medida que as zonas eleitorais concluem os registros e ajustes necessários nos sistemas da Justiça Eleitoral, inclusive para refletir a manutenção, no 2° turno, de locais que haviam sido alterados provisoriamente no 1º”.</p>
<h2>Questionamento nas redes</h2>
<p>Algumas das alterações de endereços identificadas nos primeiros dias atingiram seções que tiveram ampla votação para o candidato do PT, o que levou a chapa Lula-Geraldo Alckmin (PSB) a encaminhar no próprio sábado, 17, um "pedido de providências" para o tribunal, requerendo "ampla, específica e efetiva divulgação" dos locais alterados. Além disso, solicitou a adoção de "medidas para garantir a locomoção dos eleitores".</p>
<p>Nas redes sociais, as mais de quatro mil alterações foram tema de diversos posts e vídeos.  A tal ponto que o TSE voltou ao seu portal para esclarecer o assunto . “As publicações apresentam as alterações como uma medida geral, sem mencionar situações excepcionais, como eventos climáticos que podem exigir adaptações”.</p>
<p>No domingo, 18, quem checasse a lista por volta do meio-dia, como fez a Folha de S. Paulo, encontraria outro número: 2.033. Na segunda-feira, 19, as mudanças afetavam pouco mais de 440 seções. Na manhã desta terça-feira, 20, o número ficou em 441.</p>
<p>A confusão gerada pelas seções alteradas se soma a questionamentos que o TSE vem sofrendo, principalmente em decisões relacionadas à propaganda eleitoral e às redes sociais. Entre os episódios recentes está a suspensão de um canal de WhatsApp ligado à campanha do presidente, o Exército de Lula, determinada pelo presidente da corte, Kassio Nunes Marques. O vaivém de decisões e a demora na análise de processos também motivaram críticas à atuação da Justiça Eleitoral, inclusive quanto à isonomia no tratamento das campanhas.</p>
<h2>Explosão de buscas no Google</h2>
<p>A controvérsia sobre a mudança de endereço de seções eleitorais levou os brasileiros a buscar mais informações no Google. A partir do comunicado do TSE no fim da tarde de sexta-feira, 16, houve uma corrida imediata por informações, movimentando intensamente as pesquisas ao longo de todo o fim de semana.</p>
<p>Embora o Google Trends, ferramenta que acompanha os termos pesquisados na plataforma, não informe a métrica exata do volume de consultas no sábado e no domingo — devido à pulverização das buscas por variações do termo e à falta de números absolutos nos relatórios diários —, o impacto do ruído em torno das seções ficou comprovado nesta terça-feira, 20. O termo “locais de votação alterados” entrou oficialmente nos assuntos em alta do Google Trends, registrando um crescimento superior a 1.000% e ultrapassando a marca de 20 mil pesquisas.</p>
<h2>Mudanças em curso?</h2>
<p>De acordo com a assessoria do TSE, o presidente do tribunal eleitoral, Kassio Nunes Marques, solicitou aos TREs que orientem as respectivas zonas eleitorais a promoverem ampla divulgação sobre alterações em locais de votação, por meio dos canais de comunicação disponíveis, a fim de manter o eleitorado devidamente informado, além de evitar deslocamentos equivocados no dia da eleição.</p>
<p>É possível que ainda haja mudanças de seções. Isso fica evidente pela própria recomendação do TSE para que o eleitor verifique o local antes de sair de casa. É o que se denota também em nota conjunta assinada pelos presidentes dos TREs que foi divulgada nesta segunda-feira, 19. O comunicado assegura que “até o dia da realização do segundo turno, cada um dos 27 Tribunais Regionais Eleitorais divulgará, por todos os meios de comunicação disponíveis, os locais de votação eventualmente modificados”.</p>
<p>A nota diz ainda: “em 2022, foram 5.822 locais de votação alterados [sic] em todo o país. Neste ano, mesmo com o advento do Super El Niño, os dados disponíveis até o momento indicam uma redução expressiva em relação a esse total”.</p>
<p>É o que o TSE vem assegurando desde que o tema tomou as redes. Segundo a corte, os números deste ano devem ser os mais baixos da história. As mudanças verificadas entre o primeiro turno e o segundo turno nas últimas três eleições nacionais ficaram assim: 5.822 seções em 2022 (1,2% do total); 2.387 em 2018 (0,5%); e 1.759 em 2014 (0,4%).</p>
<h2>Como verificar o total de seções alteradas</h2>
<p>Para conferir os dados de seções eleitorais com alteração do local de votação é preciso acessar o site do TSE, buscar  estatísticas do eleitorado  e ir até  “Capilaridade” no menu lateral esquerdo.</p>
<p>Ao chegar a essa parte, localizar "Seções Eleitorais Alteradas no Segundo Turno". No alto dessa página, é possível filtrar a pesquisa por ano de eleição, país, região, UF, município, zona eleitoral e local de votação. Há um botão para que os dados sejam baixados.</p>
<h2>Como conferir se sua seção mudou</h2>
<p>No portal do TSE, ao acessar o  Autoatendimento eleitoral , vá à coluna "Consultas" e clique em "Onde votar". Uma janela irá surgir, pedindo estas informações: número do título eleitoral ou CPF ou nome; data de nascimento; e nome da mãe.</p>
<p>No aplicativo  e-Título , a pessoa deve fazer o login com informações básicas (como CPF, nome completo e nome da mãe e do pai). A seção eleitoral pode ser localizada na página inicial. O endereço também pode ser localizado em  "Onde votar".</p>
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        <media:title>seção eleitoral</media:title>
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      <dc:creator><![CDATA[Lena Castellon]]></dc:creator>
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      <title>Mais de 918 mil brasileiros vão votar para presidente fora do país</title>
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      <pubDate>Wed, 09 Sep 2026 10:34:00 Z</pubDate>
      <description><![CDATA[<p>Mais de 918 mil brasileiros poderão escolher o próximo presidente mesmo estando a milhares de quilômetros do país. Nas eleições de 2026, 918.876 pessoas estão aptas a votar no exterior, segundo dados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Elas estão distribuídas por 186 cidades no mundo.</p>
<p>O número cresceu 31,82% em relação à última eleição presidencial.  Em 2022, eram 697.078 eleitores registrados fora do Brasil, 221.798 a menos que neste ano.</p>
<p>Os brasileiros poderão ir às urnas em cidades como Lisboa e Porto, em Portugal; Miami e Boston, nos Estados Unidos; Londres, no Reino Unido; e Tóquio, no Japão. A votação de primeiro turno acontece em menos de um mês.</p>
<p>Dados divulgados pelo TSE em junho, ainda antes da consolidação final do cadastro eleitoral, ajudam a mostrar onde está concentrada boa parte desse eleitorado. Naquele momento, os Estados Unidos lideravam, com 264.702 pessoas aptas a votar, seguidos por Portugal, com 134.325, e Japão, com 88.344. Os três países reuniam 53% dos eleitores brasileiros no exterior.</p>
<p>Mas estar fora do Brasil no dia da eleição não significa que seja possível procurar uma embaixada ou consulado e votar. Para participar do pleito no exterior, é necessário ter o domicílio eleitoral registrado fora do país. O prazo para solicitar a transferência para as eleições deste ano terminou em 6 de maio.</p>
<p>Quem mantém o título registrado no Brasil e estiver viajando ou morando temporariamente em outro país no dia da eleição não poderá votar no exterior. Nesse caso, terá de justificar a ausência.</p>
<h2>No exterior, voto é só para a presidência</h2>
<p>Há uma diferença importante entre a eleição realizada no Brasil e a votação no exterior. Quem tem domicílio eleitoral fora do país vota somente para presidente e vice-presidente da República.</p>
<p>Esses eleitores, portanto, não participam das disputas para governador, senador, deputado federal e deputado estadual ou distrital.</p>
<p>A organização da eleição no exterior fica sob responsabilidade do Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF), com apoio das embaixadas, consulados e outras representações diplomáticas brasileiras.</p>
<p>As seções eleitorais funcionam principalmente em embaixadas e repartições consulares. A Justiça Eleitoral também pode autorizar outros locais de votação quando necessário para atender os brasileiros que vivem em determinada região.</p>
<h2>Fuso horário faz votação começar antes</h2>
<p>A distância produz outra particularidade: o horário da eleição. Nas seções instaladas fora do Brasil, a votação segue o horário local.</p>
<p>Por causa dos fusos, enquanto brasileiros em algumas partes do mundo já terão encerrado a participação na eleição, em outras regiões os eleitores ainda estarão se preparando para votar.</p>
<p>O primeiro turno das eleições será realizado em 4 de outubro. Caso nenhum candidato à Presidência obtenha a maioria necessária, o segundo turno será em 25 de outubro.</p>
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