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    <title>Global South World Brasil - juros</title>
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    <language>pt-BR</language>
    <description><![CDATA[Notícias, opinião e análise voltadas para o Sul Global e as nações emergentes do mundo, do Global South World Brasil.]]></description>
    <copyright>Copyright © 2026 — Global South World Brazil</copyright>
    <item>
      <title>Selic cai para 13,75%: como os juros afetam crédito e investimentos</title>
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      <pubDate>Thu, 17 Sep 2026 10:30:00 Z</pubDate>
      <description><![CDATA[<p>O Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central (BC), reduziu nesta quarta-feira, 16, a taxa básica de juros da economia brasileira de 14% para 13,75% ao ano. Foi o quinto corte consecutivo da Selic.</p>
<p>A decisão foi unânime. Esta foi a última reunião do Copom antes do primeiro turno das eleições, no dia 4 de outubro.</p>
<p>A Selic é a taxa básica de juros da economia e serve de referência para outras taxas cobradas no país, como as de empréstimos e financiamentos. Também influencia a remuneração de investimentos. O Copom define seu valor a cada 45 dias, principalmente com o objetivo de manter a inflação sob controle.</p>
<p>Os dados recentes de preços ajudaram na decisão. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), inflação oficial do país, caiu 0,32% em agosto e acumula alta de 4,22% em 12 meses.</p>
<p>Na segunda-feira, 14, a Pesquisa Focus, levantamento do BC com instituições do mercado financeiro, mostrou redução da previsão de inflação para 2026, de 5% para 4,9%. Para 2027, a estimativa está em 4,3%.</p>
<p>As previsões do próprio Copom são diferentes: inflação de 5,2% em 2026, 3,9% em 2027 e 3,2% no primeiro trimestre de 2028.</p>
<p>A meta de inflação é de 3%, com margem de tolerância de 1,5% a 4,5%.</p>
<h2>Qual efeito sobre o crédito?</h2>
<p>A redução da Selic cria espaço para a queda dos juros de empréstimos e financiamentos, mas isso não ocorre automaticamente nem na mesma proporção.</p>
<p>Os bancos consideram outros fatores para definir as taxas cobradas dos clientes, como risco de inadimplência, custos e impostos. Por isso, os efeitos tendem a aparecer gradualmente.</p>
<p>O movimento acumulado é mais relevante do que o corte de quarta-feira isoladamente. A Selic chegou a 15% ao ano e, depois de cinco reduções consecutivas, está agora em 13,75%.</p>
<p>Quem já contratou um financiamento com juros fixos não terá redução nas parcelas por causa da nova Selic. Para quem pretende contratar crédito, a sequência de cortes pode contribuir para taxas menores ao longo do tempo.</p>
<p>No cartão de crédito e no cheque especial, o efeito tende a ser ainda mais limitado. Essas modalidades têm juros muito superiores à Selic e incorporam outros custos e riscos.</p>
<h2>Onde investir?</h2>
<p>A queda dos juros também altera a rentabilidade das aplicações financeiras.</p>
<p>Investimentos que acompanham diretamente a Selic ou o Certificado de Depósito Interbancário (CDI), taxa usada como referência por grande parte da renda fixa, tendem a render menos conforme os juros caem. É o caso do Tesouro Selic e de muitos Certificados de Depósito Bancário (CDBs).</p>
<p>Isso não significa que esses investimentos deixaram de ser atraentes. A Selic continua em 13,75% ao ano, um patamar elevado.</p>
<p>Na poupança, a regra não muda. Enquanto a Selic estiver acima de 8,5% ao ano, o rendimento continua sendo de 0,5% ao mês mais a Taxa Referencial (TR).</p>
<h2>Por que o Banco Central cortou os juros?</h2>
<p>Além dessa desaceleração recente da inflação, o BC vê sinais de perda de ritmo da economia. Segundo o Copom, os indicadores mostram uma “moderação gradual da atividade econômica”, principalmente nos setores mais sensíveis aos juros, embora o mercado de trabalho continue aquecido.</p>
<p>Diogo Guillen, economista-chefe do Itaú, destaca, em análise publicada pelo banco, que dados divulgados desde a reunião anterior, incluindo a composição do Produto Interno Bruto (PIB) e indicadores mensais de atividade, vieram, em geral, abaixo do esperado. Para o economista, a comunicação do Banco Central mostra maior confiança nesse processo de desaceleração.</p>
<p>O cenário, porém, ainda exige cautela. O Copom aponta riscos como uma nova pressão dos preços do petróleo, efeitos climáticos sobre alimentos e energia, inflação de serviços resistente e uma desvalorização persistente do real.</p>
<p>“O cenário atual, caracterizado por significativo aumento da incerteza, desancoragem das expectativas e riscos elevados em torno do cenário base, demanda serenidade e cautela na condução da política monetária”, afirmou o Copom no comunicado.</p>
<p>Para a Confederação Nacional da Indústria (CNI), há um excesso de prudência do Copom diante do comportamento de queda na inflação dos últimos meses, segundo nota divulgada pela entidade. “Há trajetória consistente de desaceleração, alcançando 4,22% no acumulado em 12 meses até agosto, e melhora das expectativas de mercado, indicando convergência gradual em direção à meta de 3% ao ano no horizonte relevante para a política monetária”.</p>
<img src="https://gsw.codexcdn.net/assets/asB8Q8dIvU1fXS10Q.png?width=800&height=600&quality=75" alt="Este é o quinto corte consecutivo da Selic."/>
<h2>Estados Unidos vão na direção contrária</h2>
<p>No mesmo dia em que o Brasil reduziu os juros, o Federal Reserve (Fed), banco central dos Estados Unidos, fez o movimento contrário. Ele elevou os juros em 0,25 ponto percentual, para a faixa de 3,75% a 4% ao ano. Foi a primeira alta em mais de três anos.</p>
<p>A decisão foi influenciada pela disparada do preço do petróleo em meio ao aumento das tensões no Oriente Médio, que reforçou as preocupações com a inflação americana.</p>
<p>O movimento também importa para o Brasil. Juros mais altos nos Estados Unidos tornam os investimentos naquele país mais atraentes e podem afetar o câmbio. A pressão sobre o dólar pode encarecer produtos e insumos importados e alimentar a inflação, dificultando novos cortes da Selic.</p>
<p>Em seu comunicado, o Copom afirmou que o ambiente internacional permanece incerto, citando os conflitos no Oriente Médio e a política monetária das economias avançadas.</p>
<h2>E agora?</h2>
<p>O Copom não indicou se fará novo corte na próxima reunião. A comunicação praticamente não mudou em relação ao encontro anterior e, de acordo com Guillen, não trouxe “sinalizações explícitas sobre os próximos passos” dos juros.</p>
<p>O cenário-base do Itaú é de uma pausa no ciclo de cortes. A avaliação, porém, dependerá dos novos indicadores econômicos divulgados até a próxima reunião do Copom, nos dias 3 e 4 de novembro.</p>
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      <dc:creator><![CDATA[GSW Brasil]]></dc:creator>
    </item>
    <item>
      <title>Banco Central reduz Selic a 14% ao ano no quarto corte de juros consecutivo em 2026</title>
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      <pubDate>Wed, 05 Aug 2026 22:33:00 Z</pubDate>
      <description><![CDATA[<p>O Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central decidiu nesta quarta-feira, 05, cortar em 0,25 ponto percentual a Selic, levando a taxa básica de juros da economia de 14,25% para 14% ao ano. Esse é o quarto corte seguido definido pelo Copom neste ano. A Selic estava em 15% ao ano até fevereiro. Em março, a taxa foi para 14,75% ao ano; 14,50% (abril); 14,25% (junho). </p>
<p>No comunicado sobre a decisão, o Copom destaca de forma inicial o ambiente externo, dizendo que permanece incerto em função da indefinição acerca dos conflitos armados no Oriente Médio e da incerteza sobre a política monetária em algumas economias avançadas. Tal cenário exige cautela por parte de países emergentes em ambiente marcado por elevação da volatilidade de preços de ativos e commodities. </p>
<p>Para o cenário interno, o comunicado diz que o conjunto dos indicadores divulgados desde a última reunião sugere uma moderação gradual da atividade econômica no cenário doméstico, embora ainda em patamar resiliente, com sinais mistos entre setores e mercado de trabalho. </p>
<p>O Copom diz que a decisão de reduzir a taxa básica de juros para 14% a.a. é compatível com a estratégia de convergência da inflação para o redor da meta ao longo do horizonte relevante. Sem prejuízo de seu objetivo fundamental de assegurar a estabilidade de preços, essa decisão também implica suavização das flutuações do nível de atividade econômica e fomento do pleno emprego. </p>
<p>Sobre a inflação, o comunicado destaca que as divulgações mais recentes mostram que a inflação cheia desacelerou, porém ainda acima do limite superior da meta, enquanto as medidas subjacentes desaceleram para patamar ligeiramente abaixo do limite superior da meta.  </p>
<p>O comunicado destaca ainda que a projeção de inflação do Copom para o primeiro trimestre de 2028, atual horizonte relevante da política monetária, situa-se em 3,2% no cenário de referência. </p>
<h2>Cenário de riscos</h2>
<p>No cenário de riscos para a inflação traçado pelo Copom, tanto de alta quanto de baixa, o texto destaca que os riscos permanecem mais elevados que o usual, com assimetria altista.  </p>
<p>O documento destaca a desancoragem das expectativas de inflação por um período mais prolongado, com potencial incorporação de choques de oferta relacionados ao petróleo e seus derivados.  </p>
<p>O comunicado cita também os efeitos climáticos sobre a produtividade agrícola e custos de energia, além de maior resiliência da inflação de serviços do que a projetada. Ainda no cenário de riscos, o texto menciona a persistente taxa de câmbio mais depreciada. </p>
<p>Entre os riscos de baixa para a inflação, o Copom destaca uma eventual desaceleração da atividade econômica doméstica mais acentuada do que a projetada, tendo impactos sobre o cenário de inflação; uma desaceleração global mais pronunciada decorrente dos choques de comércio e do petróleo, e de um cenário de maior incerteza; e uma redução nos preços das  commodities  com efeitos desinflacionários. </p>
<p>O Copom informou que segue acompanhando como os desenvolvimentos da política fiscal doméstica impactam a política monetária e os ativos financeiros, reforçando a postura de cautela em cenário de maior incerteza.  </p>
<p>Os indicadores correntes de atividade mantêm-se consistentes com uma trajetória de desaceleração no acumulado de 2026. O Comitê monitora com atenção a desancoragem adicional das expectativas de inflação para prazos mais longos na medida em que esta contribui para a determinação dos preços e aumenta o custo de desinflação. </p>
<h2>Ranking mundial de juros reais </h2>
<p>Nesse patamar, o Brasil se mantém na primeira colocação no ranking mundial de juros reais, acima de Rússia, Colômbia e Indonésia, de acordo com a consultoria sobre economia, mercado financeiro e investimentos MoneYou, em parceria com a Lev Intelligence. </p>
<p> A taxa real é uma combinação de inflação projetada para os próximos 12 meses, via coleta do relatório Focus do BACEN de 4,12% e a taxa de juros DI a mercado dos aproximados próximos 12 meses no vencimento mais líquido (Ago 27).   </p>
<h2>Gatilho para a decisão</h2>
<p>O que o Copom considera em suas decisões: inflação, contas públicas, atividade econômica e cenário externo. O último dado de inflação surpreendeu por vir abaixo das projeções de bancos e casas de investimentos e pode ter sido o gatilho que abriu espaço para a decisão de redução dos juros de hoje. </p>
<p>Em junho, o IPCA registrou alta de 0,16%, contra maio (0,58%), variação inferior projetada pelo Banco Central no relatório Focus, de 0,32%. No ano, o IPCA acumula alta de 3,36%. Nos 12 meses até junho, a variação é de 4,64%.  </p>
<h2>Como a Selic afeta os investimentos </h2>
<p>A taxa de juros Selic é referência para os demais juros da economia, por se tratar da taxa média cobrada em negociações com títulos emitidos pelo Tesouro Nacional.  </p>
<p>Uma vez definida, o Banco Central passa a atuar diariamente por meio de operações de mercado aberto, comprando e vendendo títulos públicos federais, para manter a taxa de juros próxima ao valor definido na reunião.  </p>
<p>Por isso, a variação da Selic influencia na rentabilidade dos títulos públicos, como por exemplo as aplicações de renda fixa pós-fixadas como Tesouro Selic ou CDBs atrelados ao CDI (que segue a Selic). A variação da Selic afeta inclusive o rendimento da poupança.  </p>
<p>Quanto aos títulos privados, que são emitidos por empresas ou instituições financeiras, a variação da taxa básica afeta a rentabilidade dos papeis pós-fixados e atrelados ao CDI, por exemplo, CDBs, LCIs, LCAs, LCs, LFs, CRIs, CRAs, debêntures, entre outros. </p>
<h2>Empréstimos e financiamentos </h2>
<p>Quando a Selic sobe, os juros cobrados em empréstimos pessoais, financiamentos imobiliários e de veículos aumentam também. </p>
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        <media:title>Economia </media:title>
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      <dc:creator><![CDATA[Tatiana Schnoor]]></dc:creator>
    </item>
    <item>
      <title>BC: juro médio das operações de crédito sobe a 33,4% ao ano em junho; inadimplência segue alta</title>
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      <pubDate>Thu, 30 Jul 2026 19:59:00 Z</pubDate>
      <description><![CDATA[<p>A taxa de juros média anual cobrada pelo sistema financeiro nas operações de crédito subiu 0,2 ponto percentual, para 33,4% ao ano em junho contra maio. Em 12 meses, o avanço foi de 1,1 ponto percentual em junho.  </p>
<p>Os dados constam do relatório de Estatísticas Monetárias e de Crédito do BC, divulgados nesta quinta-feira, 30, e levam em conta operações com atraso superior a 90 dias, de pessoas físicas e empresas. </p>
<h2>Taxas</h2>
<p>A taxa cobrada das pessoas jurídicas recuou 0,5 ponto percentual no mês e aumentou 0,1 ponto percentual em doze meses, ficando em 24,4% ao ano.  </p>
<p>Para as pessoas físicas, a taxa média de juros registrou alta de 1,2 ponto percentual no mês e de 4,6 ponto percentual em 12 meses, situando-se em 64% ao ano. </p>
<p>Nos recursos livres, a taxa média subiu de 49,3% ao ano para 49,8% ao ano entre maio e junho. No caso dos recursos direcionados </p>
<p>O spread bancário, que mede a diferença entre as taxas que os bancos cobram nos empréstimos e o custo de captação desses recursos, manteve-se estável em junho e avançou 1,1 ponto percentual em doze meses, situando-se em 21,9 ponto percentual. </p>
<h2>Inadimplência </h2>
<p>A taxa média de inadimplência das operações de crédito ficou estável em 4,7% em junho na comparação com maio, com elevação de 1,0 ponto percentual em doze meses.  </p>
<p>Para as empresas, a taxa média de inadimplência também permaneceu estável em 3,2%. Para as pessoas físicas, o movimento foi o mesmo, estabilidade na taxa média de inadimplência de 5,6%. Em 12 meses, a inadimplência dessas carteiras aumentou 0,5 ponto percentual (empresas) e 1,2 ponto percentual (pessoas físicas). </p>
<p>No crédito com recursos livres, a inadimplência permaneceu estável em 6,2% no mês e com elevação de 0,9 ponto percentual em 12 meses.  </p>
<p>O endividamento das famílias situou-se em 49,8% em maio, com redução de 0,1 ponto percentual no mês e elevação de 0,9 ponto percentual em doze meses. O comprometimento de renda aumentou 0,1 ponto percentual em maio, na comparação com abril, e 1,3 ponto percentual em doze meses, situando-se em 28,5%. </p>
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        <media:title>Juros e inadimplência</media:title>
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      <dc:creator><![CDATA[Tatiana Schnoor]]></dc:creator>
    </item>
    <item>
      <title>IPCA-15: prévia da inflação cheia registra alta de 0,06%</title>
      <link>https://www.globalsouthworld.com.br/article/ipca-15-previa-da-inflacao-cheia-registra-alta-de-0-06</link>
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      <pubDate>Tue, 28 Jul 2026 21:09:00 Z</pubDate>
      <description><![CDATA[<p>O índice que mede a prévia da inflação oficial cheia do país registrou desaceleração em julho na comparação com o mês anterior. O resultado foi considerado positivo por agentes do mercado financeiro e abre caminho para a possibilidade de o Comitê de Política Monetária do Banco Central realizar um novo corte de juros na reunião da próxima semana, nos dias 04 e 05 de agosto. No último encontro (junho), o Copom reduziu a Selic em 0,25 ponto percentual, levando a taxa para 14,25% ao ano. </p>
<h2>IPCA-15 tem desaceleração em julho</h2>
<p>O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA-15), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE),  registrou alta de 0,06% em julho, o que representa uma redução de 0,35 ponto percentual em relação ao mês anterior quando registrou alta de 0,41%. </p>
<p>No ano, o IPCA-15 acumula alta de 3,51% e, em 12 meses, de 4,52%, abaixo dos 4,80% observados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em julho de 2025, o IPCA-15 foi de 0,33%. </p>
<h2>Resultado por grupos</h2>
<p>O grupo alimentação e bebidas puxou o índice para baixo, com redução de 0,66%. Já o grupo habitação apresentou a maior elevação, de 0,97%, com destaque para o preço da energia elétrica residencial, que subiu 3,03%. Os reajustes tarifários foram aplicados pelas concessionárias das cidades de Porto Alegre, São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Belo Horizonte. </p>
<p>No grupo alimentação e bebidas, a queda foi puxada pela redução de 1,14% na alimentação em domicílio, de 19,95% no preço do tomate, de 10,03% no preço da batata-inglesa, de 3,13% no café moído. Entre os itens com alta nos preços, os destaques são: pão francês, com aumento de + 0,65%, e cebola, com alta de +7,10%. </p>
<h2>Medição regional</h2>
<p>Quanto à medição regional, a maior variação foi registrada no Rio de Janeiro (0,44%), por conta das altas da passagem aérea (24,34%) e da energia elétrica residencial (4,88%). Já o menor resultado (-0,22%) ocorreu em Belém destacando-se as reduções no açaí (-19,45%) e na gasolina (-3,35%). </p>
<p>O indicador refere-se às famílias com rendimento de 1 a 40 salários-mínimos e abrange as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além de Brasília e do município de Goiânia. </p>
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        <media:title>Nota de R$ 50</media:title>
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      <dc:creator><![CDATA[GSW Brasil]]></dc:creator>
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