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    <title>Global South World Brasil - governo federal</title>
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    <language>pt-BR</language>
    <description><![CDATA[Notícias, opinião e análise voltadas para o Sul Global e as nações emergentes do mundo, do Global South World Brasil.]]></description>
    <copyright>Copyright © 2026 — Global South World Brazil</copyright>
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      <title>O que pode tornar Camilo Santana um dos protagonistas do governo Lula 4</title>
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      <pubDate>Thu, 05 Nov 2026 20:56:00 Z</pubDate>
      <description><![CDATA[<p>Desde a reeleição do  presidente Lula (PT)  para um quarto mandato à frente do Palácio do Planalto,  analistas e políticos  têm associado o resultado às  mudanças feitas na campanha petista  após a  vantagem obtida por Flávio Bolsonaro (PL)  no primeiro turno.</p>
<p>O revés registrado em 4 de outubro levou o próprio mandatário a classificar a campanha como a " mais desorganizada " que fez desde as eleições de 1989. Sob condição de anonimato,  aliados se queixavam de decisões de comunicação tardias , relatavam que o comando do trabalho era excessivamente centralizado e teciam  críticas à condução do presidente do PT, Edinho Silva , e à  primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja .</p>
<p>Nos primeiros dias após a votação, a ex-ministra Katia Abreu (PT-TO) sintetizou as queixas ao dizer que " paulistas sem voto " comandavam a campanha, e o deputado federal André Janones (Rede-MG) colocou na rua o " Exército do Lula " para ampliar o engajamento  da militância nas redes sociais. </p>
<p>+Leia também: Esquerda internacional busca 'modelo Janones' para enfrentar direita radical nas redes</p>
<p>Em soma às ações digitais do mineiro, a organização política da campanha ganhou centralidade com o protagonismo do governador reeleito do Piauí,  Rafael Fonteles (PT) , e em especial do senador  Camilo Santana (PT) , ex-governador do Ceará e ministro da Educação no terceiro mandato de Lula .</p>
<p>Em especial, este segundo tem sido apontado como  maior vencedor político do entorno do presidente  e aventado por diferentes veículos de imprensa como possível  ministro da Casa Civil  do próximo governo, cargo com maior musculatura do que aquele que ocupou na atual gestão. </p>
<p>Além do papel na virada,  Camilo acumula vitórias em seu estado , que abriga a única capital governada pelo PT -- Fortaleza, com Evandro Leitão -- e será novamente governado por Elmano de Freitas (PT) --  derrotou Ciro Gomes (PSDB) ainda no primeiro turno -- e é entendido como uma liderança moderada da legenda.</p>
<h2>Passado e sucessão em perspectiva</h2>
<p>Para entender a representatividade desse personagem e seu possível papel no quarto governo lula, o  GSW Brasil  entrevistou a cientista política  Monalisa Torres , que é professora da Uece (Universidade Estadual do Ceará) e pesquisadora do Observatório da Política do Nordeste.</p>
<p>GSW  Quais fatores explicam o protagonismo adquirido por Camilo na campanha de segundo turno do presidente?</p>
<p>Monalisa Torres  Camilo se tornou uma liderança muito forte no Ceará, e esse perfil moderado, capaz de dialogar com campos ideológicos e estruturas partidárias distintos, agregou a uma disputa majoritária muito polarizada, em que o sentimento do eleitor mobiliza afetos para um candidato ou outro. </p>
<p>Para além desse perfil, o  próprio simbolismo das vitórias no estado , tanto para a prefeitura de Fortaleza, em 2024, quanto na reeleição de Elmano de Freitas, tiveram Camilo como principal personagem e mostraram sua capacidade de compor uma espécie de "colcha de retalhos" de estratégias capaz de conquistar diferentes setores. </p>
<p>GSW  Como se dá exatamente esse contexto das vitórias eleitorais no Ceará? O que as torna tão significativas, do ponto de vista da politica nacional?</p>
<p>Monalisa Torres  A eleição deste ano para o governo do estado é significativa para compreender essa ascensão nacional. De um lado, havia uma candidatura sem marca própria [de Elmano], sob a sombra de Camilo, este sim com marcas e carisma próprios; do outro lado, havia Ciro, também com marcas próprias e um capital político muito sólido, mas que não conseguiu superar a máquina petista. </p>
<p>A articulação desse resultado é atribuída a atuação do ex-governador, que mobilizou prefeitos e lideranças locais pela reeleição de seu aliado.  É importante entender que, até 2020, o PT cearense vivia à sombra dos Ferreiras Gomes . Foi Camilo quem transformou a legenda na principal força partidária do estado e, consequentemente, na estrutura mais consolidada na máquina pública local.</p>
<p>GSW  Estas marcas são suficientes para projetá-lo na eventual sucessão de Lula?</p>
<p>Monalisa Torres  Há um legado de políticas públicas, em especial na Educação, que foi "exportado" do Ceará ao governo federal e contribuiu para Camilo adquirir, na condição de ministro da pasta, capital político nacional.</p>
<p>Se esse capital acumulado irá projetá-lo ou consagrá-lo como um sucessor de Lula, é preciso observar  não apenas os resultados das urnas, mas também qual será a missão atribuída a ele pelo presidente , quais funções Camilo terá na formação do Ministério. </p>
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      <dc:creator><![CDATA[Leonardo Rodrigues]]></dc:creator>
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    <item>
      <title>Governo anuncia força-tarefa contra perseguição a eleitores de Lula no trabalho</title>
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      <pubDate>Thu, 29 Oct 2026 18:17:00 Z</pubDate>
      <description><![CDATA[<p>Denúncias de assédio eleitoral no trabalho continuaram a chegar ao Ministério Público do Trabalho (MPT) depois do segundo turno, em meio a relatos de retaliação contra eleitores do presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O cenário levou o governo federal e órgãos da Justiça a anunciar, na quarta-feira (28), uma força-tarefa para apurar as ocorrências e combater a discriminação por convicção política.</p>
<p>Lula venceu Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno (no dia 25) com 64.256.232 votos, equivalentes a 51,79% dos votos válidos, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O adversário recebeu 59.826.041 votos, ou 48,21%. A diferença foi de aproximadamente 4,43 milhões de votos. O resultado garantiu ao petista seu quarto mandato na Presidência, a partir de janeiro de 2027.</p>
<p>Após o segundo turno, mensagens nas redes sociais e em grupos de aplicativos passaram a incentivar a demissão de quem votou em Lula e a contratação apenas de pessoas com outras posições políticas. Também foram divulgadas listas de comércios e prestadores de serviços ligados ao presidente, com pedidos para que fossem boicotados. Alguns dos citados negaram ter declarado apoio ao petista. </p>
<h2>Denúncias após o segundo turno</h2>
<p>Segundo dados do MPT publicados pela Agência Brasil nesta quinta-feira (29), o total de denúncias em 2026 chegou a 3.396. O balanço divulgado na manhã de segunda-feira (26) era de 1.937 registros. Os 1.459 novos relatos representam um acréscimo de 75,3% sobre aquele acumulado e correspondem a aproximadamente 43% do total atualizado.</p>
<p>São Paulo concentra 620 denúncias, seguido de Minas Gerais (351), Paraná (338), Rio de Janeiro (252), Rio Grande do Sul (223) e Santa Catarina (165).</p>
<p>A alta de 75,3% compara os dois totais acumulados – não é uma comparação entre médias diárias antes e depois da votação. Os registros dependem de apuração e não equivalem a irregularidades comprovadas. O balanço nacional abrange diferentes situações e preferências políticas, sem se restringir às denúncias de perseguição a eleitores de Lula.</p>
<h2>Força-tarefa e medidas em estudo</h2>
<p>A atuação conjunta reúne Ministério do Trabalho e Emprego, MPT, Advocacia-Geral da União (AGU), Tribunal Superior do Trabalho (TST), Ministério Público Eleitoral e Ministério da Justiça e Segurança Pública.</p>
<p>O governo anunciou medidas para buscar a retirada de sites e publicações que promovam perseguição política, incluindo notificações a plataformas como Google e Meta. A apuração envolve tanto possíveis demissões discriminatórias quanto conteúdos que incentivam outras pessoas a praticá-las.</p>
<p>Segundo a Agência Brasil, o ministro Luiz Marinho afirmou que o governo estuda uma lista pública de empresas que cometem assédio eleitoral e restrições ao acesso a crédito público. A proposta foi anunciada, mas as fontes consultadas não demonstram que o cadastro e as restrições já estejam em operação, nem detalham os critérios de inclusão.</p>
<p>O presidente do TST, Luiz Philippe Vieira de Mello Filho, afirmou que os relatos atingem assalariados, autônomos e pequenos negócios. Ele anunciou uma resposta rápida da Justiça e alertou para as consequências financeiras das práticas ilegais.</p>
<h2>Discriminação pode gerar reintegração e indenização</h2>
<p>O assédio eleitoral ocorre quando o trabalhador sofre pressão, ameaças ou constrangimento por causa do voto ou de sua posição política. Isso pode acontecer durante a contratação ou depois, com ameaças de demissão e outras punições. A proteção vale também após as eleições.</p>
<p>A Lei nº 9.029/1995 proíbe a discriminação na contratação e na permanência no emprego. Se a Justiça reconhecer que a demissão teve caráter discriminatório, o trabalhador pode escolher entre voltar ao cargo, recebendo os salários do período em que ficou afastado, ou receber em dobro a remuneração desse período. Também pode ter direito a indenização por danos morais.</p>
<p>A volta ao emprego e o pagamento em dobro são alternativas, e não benefícios que se somam. Já uma possível punição criminal depende do que aconteceu em cada caso, como o uso de violência ou grave ameaça para forçar o voto.</p>
<h2>Como denunciar</h2>
<p>Trabalhadores e testemunhas podem encaminhar relatos ao MPT ou ao Ministério do Trabalho. Mensagens, áudios, e-mails, publicações e informações sobre datas e testemunhas podem ajudar na apuração. Os canais recebem denúncias relacionadas à escolha política também depois das eleições.</p>
<h2>Trabalhadores relatam perda de serviços e comerciantes denunciam ameaças</h2>
<p>Em Goiás, a diarista Ana Miranda contou à TV Anhanguera que perdeu três clientes da mesma família após comemorar a vitória de Lula nas redes sociais. Segundo ela, uma das clientes já havia perguntado sobre seu voto e deixou de contratar seus serviços depois de ver a publicação.</p>
<p>Em Belém (PA), uma atendente freelancer disse ao site Alma Preta que deixou de ser chamada para trabalhar em um bar após o segundo turno. Segundo ela, o dono respondeu que “o Lula vai ajudar você”. Um gerente negou que ela tenha sido dispensada.</p>
<p>Em Franca (SP), o empresário Paulo Ferreira, da Tio Paulo Eventos, relatou ao GCN/Sampi ter recebido ofensas e ameaças após a inclusão de seu negócio em uma lista de boicote com cerca de 40 estabelecimentos. Ele e os supermercados Santo Expedito e Santa Terezinha negaram o apoio político atribuído às empresas.</p>
<p>Em Teresópolis (RJ), uma campanha de boicote foi repudiada pela prefeitura, por entidades comerciais, pela OAB e por um dirigente local do PL. O advogado Klauss Fins sugeriu, em vídeo, identificar com uma estrela vermelha os negócios de petistas. À CNN Brasil, disse que defendia uma identificação voluntária e que não concordava com a lista divulgada na cidade.</p>
<p>Na Bahia, as denúncias começaram antes do segundo turno. Após relatos de que funcionários do Total Atacado não teriam sido liberados para votar no primeiro, a Justiça determinou uma escala de trabalho que garantisse a ida às urnas. A decisão é provisória e não conclui que houve perseguição a eleitores de Lula.</p>
<h2>Deputados pedem investigação sobre listas de boicote</h2>
<p>O deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS) e outros parlamentares pediram à Procuradoria-Geral da República (PGR), à Polícia Federal (PF) e ao Ministério Público do Trabalho (MPT) que investiguem a circulação de listas de boicote. A denúncia reúne episódios em pelo menos oito estados.</p>
<p>Segundo a CNN Brasil, os deputados querem que sejam comparados os textos, as imagens e os dados dos arquivos para identificar possíveis ligações entre os responsáveis. Também pedem que seja investigado se grupos políticos participaram da produção e da divulgação das listas ou financiaram essas ações.</p>
<p>Os parlamentares suspeitam de uma ação coordenada em diferentes regiões do país, mas o material apresentado ainda não comprova essa ligação nem identifica quem estaria por trás das campanhas.</p>
<h2>Kilter contesta recomendação do MPT</h2>
<p>No Paraná, o Ministério Público do Trabalho recomendou, na terça-feira (27), que o vereador de Curitiba e deputado federal eleito Guilherme Kilter (Novo) apague publicações e se retrate por incentivar empresários a demitir eleitores de Lula. O órgão também pediu que ele deixe de estimular a discriminação de trabalhadores por posição política. A recomendação não é uma condenação judicial.  </p>
<p>Kilter anunciou, na quarta-feira (28), que buscaria suspender a medida no Conselho Nacional do Ministério Público. Ele afirma que o MPT ultrapassou suas funções ao tentar interferir em sua atuação política, diz estar protegido pela imunidade parlamentar e argumenta que não atua como empregador no caso.</p>
<p>A vereadora Laís Leão (PDT) também apresentou à Câmara de Curitiba um pedido de cassação por possível quebra de decoro. A Câmara confirmou à Tribuna do Paraná o recebimento do documento, que depende de análise inicial antes de avançar. O pedido, por si só, não abre automaticamente um processo de cassação.</p>
<h2>Justiça impõe restrições a deputada no Rio</h2>
<p>No Rio de Janeiro, a Justiça do Trabalho concedeu uma liminar que proíbe a deputada estadual Índia Armelau (PL) de incentivar empregadores a discriminar, demitir ou perseguir trabalhadores por convicção política.</p>
<p>A decisão também determina a retirada das publicações que motivaram a ação. Segundo a Agência Brasil, o descumprimento pode gerar multa diária de R$ 5 mil, após o prazo judicial para cumprimento.</p>
<p>Em nota, a deputada afirmou que suas declarações foram mal interpretadas, negou incentivar demissões por preferência política e disse ter apagado as postagens. Também declarou defender o respeito às escolhas dos trabalhadores. A liminar é uma decisão provisória, sem julgamento definitivo do caso.</p>
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      <dc:creator><![CDATA[Ivan Gomes]]></dc:creator>
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      <title>Lula 2027-2030: o que o presidente propôs no discurso pós-reeleição</title>
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      <pubDate>Mon, 26 Oct 2026 14:06:00 Z</pubDate>
      <description><![CDATA[<p>Após vencer Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno das eleições presidenciais, neste domingo (25), Luiz Inácio Lula da Silva (PT) apresentou as principais prioridades para seu quarto mandato. Reeleito com 51,79% dos votos válidos, o presidente abordou mudanças na gestão federal, educação, saúde, segurança pública, regulamentação das redes sociais, desenvolvimento tecnológico e a relação com o Congresso Nacional.</p>
<h2>Mudanças na forma de governar</h2>
<p>Lula prometeu ampliar a participação popular nas decisões do governo e estabelecer uma comunicação mais direta com os brasileiros, especialmente pelas redes sociais. Defendeu uma gestão mais próxima da população e menos dependente da intermediação da imprensa.</p>
<h2>Regulamentação das redes sociais</h2>
<p>O presidente criticou a influência das big techs no processo eleitoral e defendeu regras mais rígidas para as plataformas digitais. Afirmou que crimes cometidos na internet devem receber o mesmo tratamento daqueles praticados fora dela e questionou a tributação das grandes empresas de tecnologia.</p>
<h2>Educação</h2>
<p>Lula prometeu uma "revolução na educação brasileira", com a ampliação do ensino em tempo integral até o ensino médio. Defendeu a universalização do Pé-de-Meia para estudantes dessa etapa e a criação de uma versão do programa destinada aos universitários, buscando reduzir a evasão escolar.</p>
<h2>Inteligência artificial e tecnologia</h2>
<p>O presidente defendeu o desenvolvimento de uma inteligência artificial brasileira para reduzir a dependência de tecnologias estrangeiras. Propôs ampliar a formação de profissionais de matemática e engenharia e atrair  data centers , aproveitando a capacidade nacional de geração de energia renovável.</p>
<h2>Saúde pública</h2>
<p>Lula prometeu fortalecer o SUS e ampliar o acesso ao diagnóstico e tratamento do câncer. Entre os projetos citados estão um hospital inteligente desenvolvido em parceria com a Universidade de São Paulo (USP), com financiamento do Novo Banco de Desenvolvimento (Banco do Brics), e a implantação de 15 UTIs inteligentes para modernizar o atendimento na rede pública.</p>
<h2>Segurança pública</h2>
<p>O presidente defendeu uma participação maior do governo federal no combate à criminalidade, argumentando que os estados não conseguem enfrentar o problema sozinhos. Prometeu reforçar a proteção à população e o enfrentamento ao crime.</p>
<h2>Relação com o Congresso</h2>
<p>Lula reconheceu que terá de negociar com um Congresso de perfil mais conservador. Afirmou que respeitará os parlamentares eleitos e buscará diálogo para aprovar as propostas do governo, independentemente das diferenças políticas.</p>
<h2>Mulheres, idosos e liberdade religiosa</h2>
<p>O presidente defendeu a ampliação das políticas de cuidado com os idosos, a proteção dos direitos das mulheres e o respeito às diferentes religiões. Reforçou o caráter laico do Estado e afirmou que pretende governar para todos os brasileiros, inclusive aqueles que votaram no adversário.</p>
<p>Ao abordar o fim da disputa eleitoral, Lula afirmou que não teria mais adversários e que sua responsabilidade seria governar para os 215 milhões de brasileiros, independentemente de idade, religião ou preferência política.</p>
<h2>Meio ambiente e desenvolvimento econômico</h2>
<p>Lula destacou a redução do desmatamento durante seu governo e defendeu investimentos nas economias verde, digital e criativa. Afirmou que o Brasil deve aproveitar seus recursos naturais e sua capacidade tecnológica para impulsionar o desenvolvimento e reduzir a dependência de outros países.</p>
<h2>Política externa</h2>
<p>O presidente defendeu que o Brasil ocupe uma posição mais relevante nas decisões políticas e econômicas internacionais e nas discussões sobre a paz. Relacionou esse objetivo ao desenvolvimento tecnológico, à sustentabilidade e à redução da dependência de outros países.</p>
<h2>Quarto mandato</h2>
<p>Lula afirmou que não pretende disputar um quinto mandato presidencial e prometeu fazer de seu próximo governo o melhor de sua trajetória. Disse que pretende conversar com empresários, educadores, cientistas e representantes de diferentes setores da sociedade nos próximos dois meses para discutir as prioridades da gestão que começa em 1º de janeiro de 2027.</p>
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      <dc:creator><![CDATA[Ivan Gomes]]></dc:creator>
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