<rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" version="2.0">
  <channel>
    <atom:link href="https://www.globalsouthworld.com.br/rss/tag/apura%C3%A7%C3%A3o" rel="self" type="application/rss+xml" />
    <title>Global South World Brasil - apuração</title>
    <link>https://www.globalsouthworld.com.br</link>
    <language>pt-BR</language>
    <description><![CDATA[Notícias, opinião e análise voltadas para o Sul Global e as nações emergentes do mundo, do Global South World Brasil.]]></description>
    <copyright>Copyright © 2026 — Global South World Brazil</copyright>
    <item>
      <title> As principais notícias da votação no primeiro turno em todo o Brasil</title>
      <link>https://www.globalsouthworld.com.br/article/ao-vivo-acompanhe-a-votacao-em-todo-o-brasil-e-a-apuracao-do-primeiro-turno</link>
      <guid isPermaLink="true">https://www.globalsouthworld.com.br/article/ao-vivo-acompanhe-a-votacao-em-todo-o-brasil-e-a-apuracao-do-primeiro-turno?feed=apura%C3%A7%C3%A3o</guid>
      <pubDate>Sun, 04 Oct 2026 20:26:00 Z</pubDate>
      <description><![CDATA[<p>Neste domingo (4), mais de 158,7 milhões de brasileiros  votaram no primeiro turno das eleições de 2026, o maior eleitorado já registrado no país. Das 8h às 17h, pelo horário de Brasília, os eleitores escolheram o presidente da República, os governadores dos 26 estados e do Distrito Federal, 54 senadores — dois por estado —, além de 513 deputados federais e mais de mil deputados estaduais e distritais.</p>
<p>Para receber os votos, a Justiça Eleitoral preparou mais de 560 mil urnas eletrônicas. O eleitorado está distribuído por 5.571 municípios e também por 186 cidades no exterior, em uma operação que envolve mais de meio milhão de seções eleitorais. Cerca de 918 mil brasileiros estão habilitados a votar fora do país.</p>
<p>Os números colocam a eleição brasileira em uma escala incomum internacionalmente: em poucas horas, um contingente de eleitores superior à população da maioria dos países do mundo poderá registrar até seis escolhas diferentes na urna. Na disputa pela Presidência, 14 candidatos concorrem ao Palácio do Planalto. Nos estados, há mais de 200 candidaturas aos governos e mais de 300 ao Senado, além de milhares de candidatos às casas legislativas.</p>
<p>O Global South World Brasil acompanhou ao longo deste domingo a movimentação nos locais de votação, os votos dos principais candidatos, os balanços da Justiça Eleitoral e, a partir do fechamento das urnas, a apuração dos resultados. Confira abaixo as principais notícias do primeiro turno das eleições de 2026.</p>
<h2>17h00 - Votação encerrada</h2>
<p>A votação está encerrada. O TSE exibe a  apuração em tempo real , com divulgação de resultados parciais.</p>
<h2>16h24 - Nove dos dez ministros do STF votam neste domingo</h2>
<p>Nove dos dez ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) tiveram o voto registrado publicamente neste domingo, 4, durante as eleições de 2026. Cármen Lúcia votou em Belo Horizonte (MG), enquanto André Mendonça, Dias Toffoli, Cristiano Zanin, Kassio Nunes Marques, Edson Fachin e Luiz Fux foram às urnas em Brasília (DF). Gilmar Mendes votou em Diamantino (MT) e Alexandre de Moraes, em São Paulo (SP).</p>
<p>O presidente do STF, Edson Fachin, votou pela manhã em Brasília. Ao longo do dia, outros ministros também foram registrados em suas respectivas zonas eleitorais, incluindo Fux, que votou no início da tarde, e Moraes, que compareceu a um colégio no Jardim Paulistano, na capital paulista.</p>
<p>Até o momento, não foi localizado registro público da votação de Flávio Dino, que também integra a Corte. O levantamento considera apenas informações divulgadas publicamente por veículos de imprensa e registros de autoridades eleitorais, e pode ser atualizado caso novas informações sejam divulgadas.</p>
<p>O voto dos ministros, assim como o dos demais eleitores, é secreto. Portanto, os registros permitem identificar a presença deles nas urnas e os locais de votação, mas não revelam quais candidatos receberam seus votos.</p>
<h2>16h02 - TSE diz que não há indícios de interferência estrangeira nas eleições </h2>
<p>Durante o balanço parcial do primeiro turno das Eleições 2026, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Nunes Marques, afirmou que os relatórios das forças de segurança e dos órgãos de inteligência não apontaram qualquer indicativo concreto de interferência estrangeira no pleito. A avaliação de tranquilidade foi respaldada pelo diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, que, mais cedo, descartou a existência de planos criminosos direcionados contra a embaixada dos Estados Unidos no Brasil.</p>
<p>Ao avaliar a rotina de votação pelo país, o ministro minimizou os impactos de falhas operacionais e garantiu que o sigilo e a integridade dos votos permaneceram preservados. Embora tenha sido necessária a substituição pontual de 1.101 urnas eletrônicas que apresentaram intercorrências técnicas, a Justiça Eleitoral assegurou que o fluxo de votação seguiu sem comprometer o resultado em nenhuma seção.</p>
<p>Em relação às filas registradas em determinados locais, Nunes Marques classificou a movimentação como um comportamento padrão e recorrente em grandes centros urbanos e acrescentou que fatores climáticos atípicos, como as fortes chuvas no Paraná, levaram parte dos eleitores a se deslocar mais tarde às urnas, concentrando o fluxo de pessoas no período da tarde.</p>
<h2>15h18 - Imprensa internacional: eleição brasileira é decisiva para rumos da América Latina</h2>
<p>A eleição presidencial brasileira é acompanhada de perto por grandes veículos da imprensa internacional como uma disputa capaz de alterar não apenas os rumos do maior país da América Latina, mas também o equilíbrio político da região.</p>
<p>O britânico  The Guardian  coloca a disputa brasileira no centro da reconfiguração política da América Latina. Após uma sequência de vitórias da direita e da extrema direita e a mudança de poder na Venezuela, o jornal apresenta Lula como um dos últimos líderes da região dispostos a confrontar Donald Trump. No campo oposto, Flávio Bolsonaro é retratado como aliado do presidente norte-americano e defensor da adesão do Brasil à coalizão Escudo das Américas, liderada por Washington.</p>
<p>O jornal  The New York Times  vê no Brasil um teste para duas forças que avançaram simultaneamente na região: a ascensão da direita e a disposição do governo Trump de interferir mais diretamente nos rumos políticos dos países. O diário aponta ainda que o resultado terá consequências para a disputa de influência entre Estados Unidos e China.</p>
<p>A revista  Time   aborda as acusações de interferência do governo norte-americano na eleição brasileira. Ela recupera episódios de pressão de Washington sobre Brasília e coloca a disputa dentro de uma questão mais ampla: até que ponto Trump está contribuindo para a guinada à direita na América Latina?</p>
<p>O  Financial Times  observa que Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Paraguai e Peru já elegeram presidentes de direita ou centro-direita e avalia que uma vitória de Flávio Bolsonaro daria novo impulso à política de Trump para o hemisfério.</p>
<p>Já a  The Economist  faz uma leitura mais voltada para o Brasil. Em tom crítico, apresenta a escolha como uma disputa entre um “herdeiro político em busca de vingança” e um presidente de esquerda fragilizado pela idade, além de chamar a atenção para os riscos de estagnação econômica.</p>
<p>Na França, o  Le Monde   dá peso à dimensão geopolítica da disputa. O Brasil aparece como um dos últimos grandes países latino-americanos governados pela esquerda, ao lado do México. A reportagem lembra o alerta de Lula em discurso na ONU sobre o risco de interferência estrangeira na eleição e a declaração de Trump de que acompanha a eleição “muito de perto”. O  Le Figaro , por sua vez, apresenta a votação como uma escolha entre duas visões opostas da ordem mundial, resumidas pelo jornal no confronto entre “multilateralismo” e “trumpismo”.</p>
<p>O espanhol  El País   chama a atenção para o contraste entre os projetos de política externa dos dois candidatos: de um lado, a aproximação de Flávio Bolsonaro com Washington; de outro, a defesa, por Lula, de maior autonomia brasileira diante dos Estados Unidos.</p>
<p>E o argentino  La Nación  descreve o Brasil como a “peça que falta” em um mapa político da América Latina cada vez mais à direita e afirma que uma vitória de Flávio Bolsonaro acrescentaria um elo importante à estratégia regional de Trump.</p>
<h2>14h42 - Em países que já encerraram votação, Lula tem maioria</h2>
<p>Na eleição deste domingo (4), levantamento preliminar de boletins de urna realizado pelo portal  g1  indica que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva venceu em um número maior de países, enquanto Flávio Bolsonaro lidera na soma total de votos apurados até o momento fora do Brasil.</p>
<p>Entre os locais com vitória de Lula estão China, Austrália, Arábia Saudita e Finlândia. Já Flávio registrou maioria dos votos em países como Japão, Israel, Tailândia e Emirados Árabes Unidos. </p>
<p>Os resultados oficiais consolidados da votação no exterior serão divulgados pelo TSE somente após as 17h (horário de Brasília), juntamente com a apuração dos votos no Brasil.</p>
<p>Ao todo, cerca de 1 milhão de eleitores brasileiros estão aptos a votar fora do território nacional. A votação conta com urnas instaladas em 186 cidades, espalhadas por 134 países, com maior concentração de eleitores nos Estados Unidos, Portugal e Japão.</p>
<p>Confira os resultados dos boletins de urna em algumas nações que já concluíram a votação, devido ao fuso horário, segundo apuração do G1.</p>
<p>Austrália Lula, 4.562 votos (53,98%) Flávio Bolsonaro, 2.579 (30,52%)</p>
<p>Arábia Saudita Lula, 52 votos (61,90%) Flávio Bolsonaro, 22 votos (26,19%)</p>
<p>Catar Flávio Bolsonaro, 173 votos ( 48,45% ) Lula, 147 votos ( 41,17% )</p>
<p>China Lula, 367 votos (56,63%) Flávio Bolsonaro, 203 votos (31,33%)</p>
<p>Chipre Lula, 24 votos (42,11%) Flávio Bolsonaro, 20 votos (35,09%)</p>
<p>Coreia do Sul Lula, 123 votos (56,94%) Flávio Bolsonaro, 72 (33,33%)</p>
<p>Egito Lula, 46 votos (71,87%) Flávio Bolsonaro, 12 (18,75%)</p>
<p>Emirados Árabes Unidos Flávio Bolsonaro, 659 votos (48,92%) Lula, 469 votos (34,82%)</p>
<p>Estônia Lula, 142 votos (74,74%) Flávio Bolsonaro, 19 votos (10,00%)</p>
<p>Filipinas Flávio Bolsonaro, 33 votos (53,23%) Lula, 26 votos (41,94%)</p>
<p>Finlândia Lula, 475 votos (68,74%) Flávio Bolsonaro, 155 votos (22,43%)</p>
<p>Grécia Flávio Bolsonaro, 230 votos (46,65%) Lula, 196 (39,75%)</p>
<p>Israel Flávio Bolsonaro, 523 votos (74,40%) Lula, 92 (13,09%)</p>
<p>Japão Flávio Bolsonaro, 24.601 votos (71,59%) Lula, 5.222 votos (15,20%)</p>
<p>Kuwait Lula, 54 votos (73,97%) Flávio Bolsonaro, 12 votos (16,43%)</p>
<p>Malásia Lula, 44 votos (53,66%) Flávio Bolsonaro, 27 votos (32,93%)</p>
<p>Nova Zelândia Lula, 234 votos (70,48%) Flávio, 64 votos (19,28%)</p>
<p>Palestina Lula, 1.078 votos (93,09%) Flávio Bolsonaro, 46 (3,97%)</p>
<p>Quênia Lula, 26 votos (56,52%) Flávio Bolsonaro, 17 votos (36,95%)</p>
<p>Romênia Lula, 31 votos (50%) Flávio Bolsonaro, 22 votos (35,48%)</p>
<p>Singapura Lula, 190 votos (54,60%) Flávio Bolsonaro, 92 votos (26,44%)</p>
<p>Síria Lula, 97 votos (89,81%) Flávio Bolsonaro, 7 votos (6,48%)</p>
<p>Tailândia Flávio Bolsonaro, 51 votos (50%) Lula, 40votos (39,22%)</p>
<p>Taiwan Flávio Bolsonaro, 107 votos (48,86%) Lula, 77 votos (35,16%)</p>
<h2>13h34 - Diretor da PF diz que não há risco para embaixadas durante a eleição</h2>
<p>Neste domingo (4), o diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, afirmou que as investigações da corporação não identificaram indícios de planos de ataque ou risco efetivo contra representações diplomáticas em Brasília. A declaração foi dada durante um balanço sobre a segurança no processo eleitoral.</p>
<p>Na última sexta-feira (2), a PF cumpriu dois mandados de busca e apreensão direcionados a dois suspeitos investigados por um suposto plano contra a Embaixada dos Estados Unidos. </p>
<p>A apuração apontou que os alvos publicavam comentários em redes sociais e, a princípio, não possuem ligação entre si — hipótese que ainda está sob análise. </p>
<p>A informação sobre as suspeitas partiu do governo dos Estados Unidos, que comunicou a embaixada dos EUA no Brasil. Esta acionou o Ministério das Relações Exteriores, que repassou o caso à Polícia Federal.</p>
<p>"Recebemos uma comunicação da embaixada dos Estados Unidos e, como é nosso dever, atuamos para apurar se tem alguma veracidade naqueles dados que nos foram encaminhados", declarou Andrei Rodrigues. </p>
<p>"Cumprimos as medidas judiciais, há um processo sigiloso e, de fato, não comprovamos nenhum elemento concreto que nos apontasse um risco efetivo para essa embaixada ou para qualquer outra embaixada."</p>
<p>O diretor-geral reforçou que o material recolhido não demonstra nenhuma ação prática em andamento. Um inquérito policial foi instaurado para analisar os itens apreendidos e avaliar eventuais desdobramentos da investigação.</p>
<h2>13h07 - O peso dos votos para o Congresso</h2>
<p>Neste domingo de eleição no Brasil, a escolha de deputados estaduais, federais e senadores ganha importância porque pode definir o destino do ex-presidente Jair Bolsonaro (2019-2022), preso por tentativa de golpe de Estado.</p>
<p>A acirrada disputa entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o filho mais velho do ex-presidente, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), concentra as atenções. Mas a renovação da Câmara dos Deputados e de dois terços do Senado, ambos de maioria conservadora hoje, será decisiva para o futuro presidente.</p>
<p>O voto do Congresso é necessário para a anistia defendida por Flávio Bolsonaro para seu pai, condenado a 27 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado contra Lula em 2022.</p>
<p>Michelle (PL-DF) e Carlos Bolsonaro (PL-SC), respectivamente esposa e filho do ex-presidente, disputam dois dos 54 assentos em jogo no Senado.</p>
<p>Jair Renan Bolsonaro (PL-SC), de 28 anos e o mais novo dos filhos homens do ex-presidente, disputa uma vaga na Câmara dos Deputados, que seu meio-irmão, Eduardo, deixou ao se autoexilar nos Estados Unidos em 2025.</p>
<p>Dezenas de pedidos para destituir Alexandre de Moraes, o juiz que conduziu o processo contra Jair Bolsonaro, aguardam tramitação no Senado.</p>
<p>Até agora, eles foram barrados pela presidência da Casa, nas mãos do "centrão", bloco conservador informal. Mas o novo Senado escolherá seu presidente em fevereiro.</p>
<p>Destituir um juiz requer 54 dos 81 votos dos senadores. Flávio Bolsonaro defende um "impeachment" de Moraes.</p>
<p>"É um poder que nunca foi utilizado, mas diversos membros do Senado, especialmente da direita, apontaram que faz parte de sua plataforma, vamos dizer, política", disse à AFP Alvaro Jorge, professor de direito da Fundação Getúlio Vargas.</p>
<p>O Senado também aprova ou rejeita os indicados do presidente para o Supremo Tribunal Federal. Quem vencer as eleições presidenciais poderá indicar quatro de seus 11 integrantes.</p>
<p>Na Câmara dos Deputados disputam-se as 513 cadeiras. Cerca de 80% dos deputados tenta a reeleição no plenário, onde hoje o bolsonarismo tem a maior bancada, mas sem ser maioria. (Com informações da AFP)</p>
<h2>11h08 - Caiado, Zema, Renan Santos e Augusto Cury votam no primeiro turno</h2>
<p>Além de Luiz Inacio Lula da Silva (PT) e Flavio Bolsonaro (PL) os outros quatros candidatos à Presidência que registram índices superiores a 1% nas pesquisas eleitorais votaram na manhã deste domingo (4).</p>
<p>Romeu Zema (Novo) foi às urnas por volta das 9h, na Escola Estadual Delfim Moreira, em Araxá (MG). O candidato entrou na cabine com o celular, o que é proibido pela Justiça Eleitoral. Zema afirmou que não utilizou o aparelho durante o voto. “Se eu tivesse sido alertado, eu entregava na hora”, disse.</p>
<p>Ronaldo Caiado (PSD) votou no Colégio Estadual Zizi Perillo Caiado, em Nova Crixás (GO), acompanhado do candidato a vice, Gilberto Kassab. Após votar, afirmou que sua proposta é “livrar” a população da violência e dos juros elevados e disse que agora é momento de “aguardar o resultado das urnas”.</p>
<p>Renan Santos (Missão) votou por volta das 10h30 na Escola Estadual Professor José Geraldo de Lima, em Interlagos, na zona sul de São Paulo. Acompanhado por integrantes do partido, afirmou estar “muito esperançoso com o resultado” e voltou a criticar a polarização e o voto útil durante a campanha.</p>
<p>Augusto Cury (Avante) votou às 11h na Emef Coronel José Venâncio Dias, em Colina, no interior paulista, sua cidade natal. Esta é a primeira eleição disputada pelo escritor e psiquiatra. Após votar, Cury segue para Ribeirão Preto, onde acompanhará a apuração. Até a publicação das primeiras informações sobre sua votação, não havia sido divulgada uma declaração do candidato após deixar a urna.</p>
<h2>10h34 - Lula diz que eleitor escolherá entre “regime democrático ou barbárie”</h2>
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, votou na manhã deste domingo (4) na Escola Estadual Dr. João Firmino Correia de Araújo, em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo. Após deixar a seção eleitoral, Lula afirmou que a votação representa uma escolha entre diferentes projetos para o país.</p>
<p>“O que está em jogo é definição de um projeto de Brasil. O povo vai ter que escolher entre o fortalecimento do regime democrático ou a barbárie, entre o desenvolvimento e o atraso”, afirmou o presidente.</p>
<p>Lula também disse estar confiante no resultado e afirmou que respeitará a decisão das urnas. O presidente estava acompanhado, entre outros aliados, do candidato a vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), das candidatas ao Senado Marina Silva (Rede) e Simone Tebet (PSB) e do candidato ao governo de São Paulo Fernando Haddad (PT).</p>
<h2>10:05 - Flávio Bolsonaro promete "libertar o povo brasileiro"</h2>
<p>O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência, prometeu, neste domingo (4), "libertar o povo brasileiro" se vencer as eleições frente ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).</p>
<p>"O Brasil precisa de mudança, o Brasil não aguenta mais tanto sofrimento, tantos impostos altos, tantas mulheres mortas, tanta perseguição política", disse o filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro (2019-2022), após votar no Rio de Janeiro.</p>
<h2>9h35 - Lula e Flávio Bolsonaro votam nas primeiras horas do primeiro turno</h2>
<p>A votação do primeiro turno das eleições de 2026 começou às 8h deste domingo (4) em todo o país, pelo horário de Brasília. Os dois principais candidatos à Presidência votaram nas primeiras horas da manhã. Luiz Inácio Lula da Silva (PT) votou na Escola Estadual João Firmino Correia de Araújo, no bairro Assunção, em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista. O presidente e candidato à reeleição esteve acompanhado de Janja e de aliados, entre eles o vice-presidente Geraldo Alckmin e candidatos da coligação em São Paulo.</p>
<p>Flávio Bolsonaro (PL) chegou por volta das 8h05 à Escola Municipal Barão Homem de Mello, em Vila Isabel, na Zona Norte do Rio de Janeiro. Acompanhado da mulher, Fernanda Bolsonaro, e de aliados, o candidato votou e depois falou com jornalistas. Flávio afirmou confiar em uma migração de eleitores de outros candidatos para sua candidatura ainda no primeiro turno, citando levantamentos internos de sua campanha.</p>
<p>A votação prossegue até as 17h, pelo horário de Brasília. Eleitores que estiverem na fila nesse horário ainda poderão votar. A divulgação dos resultados começa após o encerramento da votação.</p>
]]></description>
      <source url="https://www.globalsouthworld.com.br">Global South World Brasil</source>
      <media:content url="https://gsw.codexcdn.net/assets/asYjs1Bg0IENnbMd1.jpg?width=1280&amp;height=720&amp;quality=75&amp;r=fill&amp;g=no" medium="image" type="image/jpeg">
        <media:credit role="photographer">DOUGLAS SHINEIDR</media:credit>
        <media:credit role="provider">AFP</media:credit>
        <media:title>AFP__20261004__D27T2AU__v1__HighRes__BrazilElectionVote</media:title>
      </media:content>
      <dc:creator><![CDATA[GSW Brasil]]></dc:creator>
    </item>
  </channel>
</rss>