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    <title>Global South World Brasil - Segurança para as Mulheres</title>
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    <language>pt-BR</language>
    <description><![CDATA[Notícias, opinião e análise voltadas para o Sul Global e as nações emergentes do mundo, do Global South World Brasil.]]></description>
    <copyright>Copyright © 2026 — Global South World Brazil</copyright>
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      <title>GSW Brasil promove live com advogadas sobre alienação parental </title>
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      <pubDate>Fri, 18 Sep 2026 20:21:00 Z</pubDate>
      <description><![CDATA[<p>Um projeto de lei que propõe revogar integralmente a Lei de Alienação Parental (Lei 12.318/2010) está tramitando no Congresso. A proposta foi aprovada no final do ano passado pela Comissão de Constituição e Justiça e Cidadania (CCJC) da Câmara dos Deputados e, atualmente, aguarda analisa do Senado.</p>
<p>A Lei de Alienação Parental  define a tentativa de um pai ou uma mãe de afastar o filho do outro genitor. A legislação traz exemplos como falas que desqualificam, decisões de mudança de cidade e omissões sobre o estado dos filhos. As punições vão de advertência até a mudança no regime de guarda. </p>
<p>Para os defensores da revogação, a lei em vigor há mais de 15 anos não gerou os efeitos esperados, ou seja, os de reduzir atos abusivos de genitores no processo de separação e disputa pela guarda.      </p>
<p>Mas o que diz a legislação hoje? Quais são seus impactos para pais e crianças? E o que acontece quando uma acusação de alienação parental surge em meio a uma denúncia de violência doméstica ou a uma disputa de guarda?</p>
<p>Para discutir essas e outras questões, o  Global South World Brasil  promove sua primeira live  para a comunidade  “ Segurança para mulheres ” , com as advogadas  Fernanda Morinel e Franciele Mundstock , uma das fundadoras do projeto  Protagonizza .</p>
<h2>Serviço:</h2>
<p>Evento:  Live "Alienação parental: por que a revogação está sendo discutida no Congresso"</p>
<p>Realização:  Global South World Brasil (GSW Brasil), advogadas Fernanda Morinel e Franciele Mundstock e comunidade Segurança para Mulheres</p>
<p>   Data:  Terça-feira, 22/09 </p>
<p>  Horário:  19h (horário de Brasília) </p>
<p>   Onde assistir:  Canal do YouTube e redes sociais do GSW Brasil </p>
<p>   Acesso:  Gratuito</p>
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      <dc:creator><![CDATA[GSW Brasil]]></dc:creator>
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      <title>Artigo | Misoginia viraliza: qual a resposta da Câmara?</title>
      <link>https://www.globalsouthworld.com.br/article/artigo-misoginia-viraliza-qual-a-resposta-da-camara</link>
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      <pubDate>Wed, 16 Sep 2026 13:10:00 Z</pubDate>
      <description><![CDATA[<p>Uma pergunta me acompanha quando olho o nosso Congresso Nacional: qual é, afinal, a função da Casa do Povo?</p>
<p>Ali estão servidores e parlamentares sustentados pelo dinheiro da sociedade, com o dever de zelar por quem trabalha no país. Logo, existe uma responsabilidade que ultrapassa mandatos: cuidar do presente e assumir compromisso com as futuras gerações.</p>
<p>Diante de grandes nomes que já passaram por lá, como Ulisses Guimarães, questiona-se se eles reconheceriam a casa do povo, ou se veriam apenas um “sabor povo”, distante das violências da vida real.</p>
<p>Estivemos nas ruas, mobilizamos redes e construímos um manifesto apoiado por figuras como Luiza Trajano, Gabriel Braga Nunes, Luís Roberto Barroso e Gabriela Prioli. Diversos setores reconheceram que estamos diante de uma era de monetização do desprezo contra a mulher. O Senado aprovou por unanimidade o PL 896/2023, e o governo apoiou. Ainda assim, a Câmara rompe com esse pacto democrático e permanece no discurso vazio?</p>
<p>Enquanto se fala em proteção, a pedagogia do desprezo continua viralizando. Influenciadores transformam misoginia em conteúdo, lucram moldando comportamentos e ensinam como dominar mulheres. E o resultado chega à escola.</p>
<p>A escola, que deveria ser segura, tornou-se palco de hostilidades. A “lousa da misoginia” (Costa, 2026) mostra que a violência online ultrapassou as telas: vai à sala de aula, às ruas, às casas e ao IML. Passamos de listas de “estupráveis” a episódios extremos, como suicídios transmitidos ao vivo no Discord.</p>
<p>Professores adoecem junto. Sem formação, condições ou políticas públicas, viram alvos. Com a escola sucateada, que sociedade estamos formando? Isso não é apenas sobre quando a Câmara vai votar o PL 896/2023.</p>
<p>Cada adiamento educa, cada silêncio comunica e cada discurso sem ação nos ignora. Que legado a Casa do Povo pretende deixar? O futuro está sentado nas salas de aula, olhando para nós.</p>
<p>As opiniões expressas neste artigo refletem exclusivamente a opinião do autor.</p>
<p>Vera Cambiatti  é bacharel em Tradução e Interpretação pela Universidade Metodista de São Paulo, licenciada em Letras Português/Inglês pela Fundação Santo André e Pedagoga pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Possui pós-graduação em Ensino de Língua Inglesa, MBA em Gestão Escolar pela USP, certificações internacionais pela Cambridge e Bridge Education, além de extensões em Blended Learning e Educação Antirracista. Atualmente é pós-graduanda em Políticas e Relações Internacionais pela FAAP.</p>
<p>A professora  faz parte da comunidade Segurança para as Mulheres, que você  acessa  aqui , pelo GSW Brasil.</p>
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      <dc:creator><![CDATA[Vera Cambiatti]]></dc:creator>
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