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    <title>Global South World Brasil - São Paulo</title>
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    <language>pt-BR</language>
    <description><![CDATA[Notícias, opinião e análise voltadas para o Sul Global e as nações emergentes do mundo, do Global South World Brasil.]]></description>
    <copyright>Copyright © 2026 — Global South World Brazil</copyright>
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      <title>Festival gratuito em SP debate como viver por mais tempo — e bem</title>
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      <pubDate>Thu, 24 Sep 2026 20:31:00 Z</pubDate>
      <description><![CDATA[<p>Como você imagina sua vida a caminho dos 100 anos? Viajando? Morando só? Trabalhando? Às voltas com algum projeto? A pergunta que há algumas décadas poderia parecer improvável ganha cada vez mais sentido — e está no centro de um festival gratuito que começou nesta quinta-feira, 24, em São Paulo, e que vai até o sábado, 26.</p>
<p>O  8º Fórum e Festival Longevidade — Reimaginando Futuros  acontece no Pavilhão da Bienal, no parque Ibirapuera. São mais de 200 horas de programação e mais de 300 debatedores, entre pesquisadores, artistas, especialistas, gestores públicos, organizações sociais e representantes de empresas.</p>
<p>A programação é extensa porque viver mais mexe com praticamente tudo: saúde, trabalho, dinheiro, moradia, relações familiares, cultura e até a maneira como as cidades são desenhadas.</p>
<p>Um dado apresentado pela organização ajuda a mostrar a transformação. O Brasil já reúne 4,5 milhões de empreendedores com mais de 60 anos, número que cresceu cerca de 60% na última década. Uma em cada cinco pessoas em idade ativa já pertence a essa faixa etária.</p>
<p>Por isso, o futuro do trabalho terá espaço importante no encontro. Haverá discussões sobre profissionais seniores, equipes formadas por diferentes gerações, novas formas de construir uma carreira e o valor do conhecimento acumulado ao longo da vida.</p>
<img src="https://gsw.codexcdn.net/assets/as9HAZvz1Jp5WJNT0.jpg?width=800&height=600&quality=75" alt="Evento reúne mais de 300 palestrantes."/>
<h2>Saúde, menopausa e até calor extremo</h2>
<p>Uma parte da programação se concentra em como chegar às idades mais avançadas com saúde, autonomia e qualidade de vida. Vacinação, imunidade, menopausa, medicamentos, atividade física e saúde mental estão entre os assuntos previstos.</p>
<p>As mudanças climáticas também entram na programação, com discussões sobre os efeitos das ondas de calor na saúde e na qualidade de vida das pessoas mais velhas.</p>
<p>Haverá ainda atividades práticas, como yoga, caminhada, movimento e mindfulness.</p>
<p>Outro assunto que ganha importância à medida que a população envelhece é o cuidado. Quem cuidará de uma população que vive cada vez mais? E quem cuida de quem dedica a vida a cuidar dos outros?</p>
<p>Painéis vão discutir a formalização da profissão de cuidador, o financiamento dos cuidados de longa duração e a divisão dessa responsabilidade entre famílias, Estado, serviços e sociedade.</p>
<h2>Como será você aos 100 anos?</h2>
<p>Uma das experiências mais curiosas do festival é o “Túnel do Tempo”. Com inteligência artificial generativa e fundamentos científicos, a atividade convida cada participante a imaginar a própria vida aos 100 anos.</p>
<p>A programação vai além dos debates. Estão previstos filmes, shows, oficinas, lançamentos de livros e atividades de convivência.</p>
<p>O encontro também recebe discussões internacionais. A programação inclui o II Congresso Internacional Cidades Amigas do Idoso e o III Congresso Internacional Envelhecer com Futuro, além da participação de especialistas ligados ao Fórum Econômico Mundial (WEF) e à Global Initiative on Ageing and Longevity, iniciativa ligada à Organização das Nações Unidas (ONU).</p>
<h2>E onde vamos morar?</h2>
<p>Chegar aos 90 ou 100 anos com autonomia depende também do lugar onde se vive.</p>
<p>Por isso, outra pergunta proposta pelo festival é bastante concreta: nossas casas e cidades estão preparadas para uma vida de 100 anos?</p>
<p>Os debates passam por habitação, mobilidade, acessibilidade, tecnologia e segurança dentro de casa. A discussão inclui desde calçadas e transporte até museus, teatros e bibliotecas capazes de receber pessoas com diferentes condições de mobilidade.</p>
<p>Uma atividade leva essa discussão para fora das salas. Em “Caminhando pela Cidade: Uma Experiência de Acessibilidade”, na sexta-feira, 25, das 11h30 às 12h30, os participantes serão convidados a percorrer o espaço urbano identificando barreiras encontradas pelo caminho.</p>
<h2>Dinheiro para uma vida mais longa</h2>
<p>Há ainda uma questão bastante prática: se a vida fica mais longa e a trajetória profissional muda, o planejamento financeiro também precisa mudar.</p>
<p>O evento dedica um eixo às finanças e à capacidade do sistema financeiro de acompanhar pessoas que vivem mais e podem ter carreiras menos lineares. A Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) participa dessa discussão.</p>
<p>Tecnologia e novos negócios completam a programação. Os debates incluem acessibilidade digital, mercado 50+ e as chamadas AgeTechs e SeniorTechs — empresas que desenvolvem produtos e serviços pensando nas necessidades de uma população mais velha.</p>
<p>No fundo, assuntos tão diversos convergem para uma questão: já que estamos vivendo mais, como transformar esse tempo adicional em anos com saúde, autonomia, participação social e espaço para novos projetos?</p>
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        <media:credit role="provider">Depositphotos</media:credit>
        <media:title>mulher-viagem</media:title>
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      <dc:creator><![CDATA[Lena Castellon]]></dc:creator>
    </item>
    <item>
      <title>Laranjeiras e República estão entre os bairros mais legais do mundo</title>
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      <pubDate>Thu, 24 Sep 2026 18:22:00 Z</pubDate>
      <description><![CDATA[<p>Dois bairros brasileiros estão entre os 40 mais legais do mundo em 2026, segundo  ranking da revista britânica Time Out . Laranjeiras, na Zona Sul do Rio de Janeiro, aparece na 17ª posição, enquanto República, no centro de São Paulo, ocupa o 25º lugar.</p>
<p>O levantamento é liderado por Jongno 3-ga, em Seul, na Coreia do Sul, seguido pelo distrito de L'Ocean, em Rabat, no Marrocos, e Neos Kosmos, em Atenas, na Grécia.</p>
<p>Segundo a  Time Out , os bairros foram inicialmente indicados por uma rede internacional de especialistas locais. Depois, um painel de editores avaliou os selecionados a partir de fatores como gastronomia, vida noturna, cultura, negócios locais, qualidade de vida e senso de comunidade para definir a classificação final.</p>
<h2>Laranjeiras é o brasileiro mais bem colocado</h2>
<p>Na 17ª colocação, Laranjeiras é o bairro brasileiro mais bem posicionado na lista. Ao apresentar a região, a revista destaca diferentes períodos de sua história, desde as plantações de laranja que deram origem ao nome até a transformação em área residencial da aristocracia carioca e, posteriormente, em polo da indústria têxtil.</p>
<p>Atualmente, a  Time Out  ressalta as ruas arborizadas, os edifícios residenciais, os bares tradicionais e a oferta cultural. Entre os exemplos está a feira realizada aos sábados na Rua General Glicério, que reúne gastronomia e apresentações de choro.</p>
<p>A revista também aponta mudanças recentes, como a reabertura do Cine Carioca José Wilker após 16 anos, as transformações no Mercadinho São José, a abertura de uma nova livraria e a chegada de restaurantes.</p>
<p>Laranjeiras aparece à frente de bairros de cidades como Chicago, Singapura, Buenos Aires, Mumbai, Lisboa, Nova York, Paris e Londres.</p>
<h2>República ocupa 25º lugar</h2>
<p>Em São Paulo, a República ocupa a 25ª posição. Localizado no centro da capital paulista, o bairro é apresentado pela revista pela combinação de edifícios históricos e modernistas com restaurantes, bares, galerias, livrarias e outros espaços culturais.</p>
<p>Um dos principais pontos citados é o Edifício Copan. O complexo residencial reúne, no térreo, restaurantes como Bar da Dona Onça e Cuia, além de cafés, lojas, livrarias e a galeria Pivô.</p>
<p>A  Time Out  também destaca A Casa do Porco, o Edifício Itália e instituições culturais como o Theatro Municipal e a Biblioteca Mário de Andrade. Outro local mencionado é o recém-inaugurado Espaço República, que reúne estúdios e áreas destinadas a exposições. A vida noturna também aparece entre os atrativos citados.</p>
<p>Morador da região há cerca de 20 anos, o chef e empresário Olivier Anquier considera a inclusão da República no ranking um reconhecimento de um processo que acompanha há duas décadas.</p>
<p>“Faz 20 anos que eu estou esperando esse momento, essa consagração. Quando eu cheguei aqui para morar no Edifício Esther, esse prédio icônico da arquitetura modernista brasileira, eu sabia que esse dia ia chegar”, afirmou.</p>
<p>Anquier também relaciona o reconhecimento internacional  às mudanças observadas no entorno da Praça da República ao longo desse período.</p>
<p>“Fico muito feliz de ter tido essa visão, essa certeza, de ter capinado ao longo desses 20 anos para ajudar a fazer com que a Praça da República, o bairro da República, chegasse a esse reconhecimento internacional”, disse.</p>
<h2>Transformação do centro é vista de formas diferentes</h2>
<p>Ao apresentar o ranking, a Time Out destaca mudanças recentes nos centros urbanos, com a abertura de novas casas de shows, galerias, cafeterias e outros estabelecimentos, além do retorno de trabalhadores a essas regiões.</p>
<p>Para o arquiteto e urbanista Alex Sartori, pesquisador de temas ligados ao desenvolvimento urbano e às transformações do centro de São Paulo, há uma mudança em andamento na região. Ele questiona, no entanto, o uso do termo “revitalização” para definir esse processo.</p>
<p>“Não há dúvidas de que existe uma transformação em curso no centro de São Paulo, mas eu não trato isso por revitalização. Esse termo significa ‘dar nova vida’ ou ‘dar vida novamente’, o que implica que antes não havia vida ou que ela era ruim, e isso não é verdade”, afirmou.</p>
<p>Segundo Sartori, o centro nunca deixou de ser uma área intensamente ocupada e com grande concentração de empregos. Para ele, o que mudou ao longo das últimas décadas foi o perfil das atividades econômicas e dos grupos que ocupam e circulam pelo local.</p>
<p>Com a transferência de sedes de empresas para outros eixos da cidade, como as regiões das avenidas Paulista, Faria Lima e Berrini, o centro passou a concentrar mais atividades ligadas ao comércio e aos serviços populares, além de universidades e escritórios de profissionais autônomos, segundo o arquiteto.</p>
<p>“Em uma sociedade tão desigual como a nossa, o que aconteceu com o centro é uma expressão da nossa desigualdade. Só que, quando ela acontece no centro, isso incomoda. Quando acontece na periferia, não vira pauta”, disse.</p>
<p>Na avaliação de Sartori, características urbanas preservadas ao longo das décadas, como a oferta de transporte, os menores tempos de deslocamento e a concentração de atividades comerciais e culturais, voltaram a atrair investimentos.</p>
<p>“O centro aparece como uma reserva de área que mantém qualidades que nunca foram perdidas e que têm sido reforçadas nos últimos anos, como a acessibilidade, os curtos tempos de deslocamento, a densidade de atividades comerciais, culturais, etc”, afirmou.</p>
<p>O arquiteto também questiona os critérios de rankings como o da  Time Out . “Esses rankings não têm critérios objetivos de avaliação e estão misturados com interesses comerciais e imobiliários”, avaliou.</p>
<p>Para Sartori, as mudanças no centro ainda levantam outra discussão: “Quem de fato poderá usufruir dessas melhorias que estão sendo feitas no centro e quem será expulso?”.</p>
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        <media:credit role="provider">Wilfredor/Wikimedia Commons</media:credit>
        <media:title>Vista da Avenida Ipiranga, nas proximidades da Praça da República, no centro de São Paulo.</media:title>
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      <dc:creator><![CDATA[Ivan Gomes]]></dc:creator>
    </item>
    <item>
      <title>Laudo mostra que soldado Gisele foi assassinada</title>
      <link>https://www.globalsouthworld.com.br/article/laudo-mostra-que-soldado-gisele-foi-assassinada</link>
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      <pubDate>Fri, 04 Sep 2026 21:57:00 Z</pubDate>
      <description><![CDATA[<p>Um novo laudo do Instituto de Criminalística de São Paulo descartou a hipótese de suicídio da soldado da Polícia Militar Gisele Alves Santana. A investigação concluiu também que houve a intervenção de outra pessoa em sua morte. </p>
<p>Gisele, de 32 anos, foi encontrada com um tiro na cabeça em 18 de fevereiro, no apartamento onde morava, no Brás, região central de São Paulo. Seu então companheiro, o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, é réu por feminicídio e permanece preso no Presídio Militar Romão Gomes. O caso chocou o país.</p>
<p>Segundo a perícia, a análise das manchas de sangue e dos demais vestígios encontrados no apartamento contradiz a versão de suicídio e sustenta a participação de uma segunda pessoa. O laudo complementar, de 15 páginas, foi elaborado após questionamentos apresentados pela defesa de Geraldo, que nega o crime.</p>
<p>Uma nova audiência está marcada para terça-feira, 8, quando o tenente-coronel deverá ser interrogado.</p>
<h2>O que aconteceu</h2>
<p>Geraldo estava no apartamento quando Gisele morreu. Inicialmente, o tenente-coronel informou às autoridades que ela havia cometido suicídio. Uma vizinha, porém, relatou ter ouvido um disparo às 7h28. O chamado do então marido à Polícia Militar ocorreu às 7h57, quase meia hora depois.</p>
<p>As suspeitas aumentaram com os resultados da perícia. Laudos do Instituto Médico Legal identificaram lesões no rosto e no pescoço da soldado, incluindo marcas compatíveis com pressão dos dedos e unhas. Exames também apontaram que Gisele havia sido agredida por um adulto. Não encontraram vestígios de pólvora em suas mãos.</p>
<p>Também foram encontradas manchas de sangue no banheiro e no calção de Geraldo. O militar tomou banho após a chegada da polícia, apesar da orientação para que não o fizesse. A medida iria preservar possíveis vestígios. Mensagens encontradas no celular de Gisele também indicaram situações de humilhação no relacionamento. </p>
<p>Geraldo foi preso em 18 de março, em São José dos Campos. No fim de agosto, o Superior Tribunal de Justiça manteve a prisão preventiva ao considerar, entre outros pontos, o risco de interferência na produção de provas e os indícios de tentativa de alteração da cena da morte.</p>
<p>Com Agência Brasil</p>
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        <media:credit role="provider">Reprodução/ Instagram e edição por IA para aumentar a resolução</media:credit>
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      <dc:creator><![CDATA[GSW Brasil]]></dc:creator>
    </item>
    <item>
      <title>Com alerta para sarampo, campanha de multivacinação termina nesta terça</title>
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      <pubDate>Sun, 30 Aug 2026 19:57:00 Z</pubDate>
      <description><![CDATA[<p>A  Campanha Nacional de Multivacinação termina nesta terça-feira, 1º, com um alerta especial para o sarampo . Diante dos casos registrados nos últimos meses, o Ministério da Saúde reforçou o chamado para que pais e responsáveis aproveitem a reta final da mobilização para verificar a caderneta de crianças e adolescentes menores de 15 anos e atualizar as doses necessárias.</p>
<p>A campanha oferece 20 imunizantes previstos no Calendário Nacional de Vacinação .  Entre eles está a tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola.  As doses são aplicadas de acordo com a idade e o histórico de vacinação de cada criança ou adolescente.</p>
<p>O reforço para a vacinação contra o sarampo ocorre em meio a uma cadeia de transmissão que permanece ativa no estado de São Paulo. O Brasil confirmou  27 casos da doença em 2026 . Desse total, 24 estão relacionados a essa cadeia, iniciada em junho: são 21 casos na capital paulista, dois em São Bernardo do Campo e um em Guarulhos.</p>
<p>Outros três casos — dois em São Paulo e um no Rio de Janeiro — não têm relação entre si e já são considerados encerrados, após 12 semanas sem novas ocorrências associadas.</p>
<p>Apesar dos registros, o Brasil continua livre da circulação endêmica do sarampo, segundo o Ministério da Saúde. Isso significa que o vírus não circula de forma contínua no país.  Em 2025, foram confirmados 38 casos importados ou relacionados à importação, controlados por ações de vigilância e vacinação.</p>
<h2>Onde se vacinar</h2>
<p>A vacinação da campanha é gratuita e  está disponível nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e demais pontos de vacinação definidos pelas secretarias de Saúde de cada município.  Como locais e horários variam pelo país, a orientação é consultar a prefeitura ou a secretaria municipal de Saúde antes de sair de casa.</p>
<p>Pais e responsáveis devem levar a caderneta de vacinação para que os profissionais de saúde verifiquem quais doses estão faltando. A campanha não exige que todas as vacinas sejam tomadas novamente: são aplicados os imunizantes necessários para completar o esquema previsto para cada faixa etária.</p>
<p>O fim da campanha na terça-feira não significa o encerramento da vacinação.  Os imunizantes do Calendário Nacional, incluindo a tríplice viral, continuam disponíveis gratuitamente no SUS após a mobilização.</p>
<h2>Reforço contra o sarampo em São Paulo</h2>
<p>Por causa da cadeia de transmissão, o Ministério da Saúde adotou uma estratégia específica nos municípios de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo. Até 1º de setembro, a orientação é oferecer a vacina contra o sarampo a todas as pessoas de 6 meses a 59 anos, independentemente da situação vacinal anterior.</p>
<p>A medida inclui os bebês de 6 a 11 meses, que devem receber a chamada   dose zero . Essa aplicação é uma proteção adicional em um cenário de maior risco e não substitui as doses previstas no calendário de rotina aos 12 e aos 15 meses.</p>
<p>No restante do país, o esquema de rotina prevê duas doses para crianças. Pessoas de até 29 anos que não tenham sido vacinadas ou não possuam comprovação devem receber duas doses, com intervalo mínimo de 30 dias. Para adultos de 30 a 59 anos, é recomendada uma dose.</p>
<p>Em 2026, o Ministério da Saúde já distribuiu mais de 13 milhões de doses da tríplice viral aos estados e municípios, e mais de 5,4 milhões foram aplicadas.  A vacina é a principal forma de prevenção contra o sarampo, doença altamente contagiosa.</p>
<h2>Quais são os sintomas</h2>
<p>Os primeiros sintomas costumam surgir entre sete e 14 dias após o contato com o vírus. Os sinais mais comuns são:</p>
<p>Entre três e cinco dias depois aparece a característica erupção avermelhada, que normalmente começa no rosto e se espalha pelo restante do corpo. A doença pode provocar complicações graves, como pneumonia, encefalite, diarreia intensa e até morte, principalmente em crianças pequenas, gestantes e pessoas com baixa imunidade.</p>
<h2>Vacina 100 Dúvidas</h2>
<p>O portal Vacina 100 Dúvidas reúne  informações sobre segurança, calendário de vacinação, possíveis reações e prevenção de doenças.  A plataforma pode ser acessada em  www.vacina100duvidas.sp.gov.br .</p>
<h1>Leia também</h1>
<p>Brasil reforça combate ao sarampo</p>
<p>Capital paulista já vacinou 1 milhão de pessoas contra o sarampo</p>
]]></description>
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        <media:credit role="photographer">Priscilla Mafra</media:credit>
        <media:credit role="provider">Divulgação/ Governo do estado de São Paulo</media:credit>
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      </media:content>
      <dc:creator><![CDATA[Lena Castellon]]></dc:creator>
    </item>
    <item>
      <title>CPTM faz campanha para arrecadar 8 mil brinquedos em SP; saiba como doar</title>
      <link>https://www.globalsouthworld.com.br/article/cptm-campanha-arrecadar-8-mil-brinquedos-sp-saiba-como-doar</link>
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      <pubDate>Thu, 13 Aug 2026 15:17:00 Z</pubDate>
      <description><![CDATA[<p>A CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) realiza mais uma edição da  Campanha Criança Feliz , com a meta de arrecadar  8 mil brinquedos  até  9 de outubro .</p>
<p>Os itens arrecadados serão distribuídos no Dia das Crianças, em 12 de outubro, para crianças em situação de vulnerabilidade social. As doações serão destinadas a cerca de 30 instituições cadastradas no Fundo Social do Estado de São Paulo e nos municípios atendidos pela companhia.</p>
<p>Nas últimas seis edições, a iniciativa já arrecadou mais de  36 mil brinquedos  e beneficiou aproximadamente 110 entidades.</p>
<h2>Quais brinquedos podem ser doados?</h2>
<h2>Onde doar brinquedos?</h2>
<p>As caixas de coleta estão instaladas nas seguintes estações e linhas da CPTM:</p>
<h4>Linha 10-Turquesa</h4>
<h4>Linha 11-Coral</h4>
<h4>Linha 12-Safira</h4>
<h4>Linha 13-Jade</h4>
<h4>Sede Administrativa da CPTM</h4>
]]></description>
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        <media:title>cptm-doacao</media:title>
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      <dc:creator><![CDATA[GSW Brasil]]></dc:creator>
    </item>
    <item>
      <title>Chuva define cardápio de restaurante em São Paulo com 3 estrelas no guia Michelin</title>
      <link>https://www.globalsouthworld.com.br/article/chuva-define-cardapio-de-restaurante-em-sao-paulo-com-3-estrelas-no-guia-michelin</link>
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      <pubDate>Sat, 08 Aug 2026 15:00:00 Z</pubDate>
      <description><![CDATA[<p>A adaptação climática chegou à cozinha de luxo. No Tuju, restaurante brasileiro com três estrelas no guia Michelin, algo até então inédito na América Latina, o cardápio é definido de acordo com o regime de chuvas, cada vez mais irregulares em São Paulo por causa do aquecimento global.</p>
<p>Os proprietários, o chef Ivan Ralston e sua companheira e pesquisadora gastronômica Katherina Cordás, tomaram a decisão depois de criar um centro próprio de pesquisa e explorar durante dois anos ingredientes regionais paulistas - embora não exclusivamente - para usá-los em seu momento ideal.</p>
<p>Nesta megacidade de 12 milhões de habitantes, onde as tempestades de verão provocam caos e as represas secam no inverno, é preciso ter "jogo de cintura" para aproveitar os produtos em sua plenitude, explica à AFP Katherina, de 38 anos, diretora do centro.</p>
<p>O Tuju oferece quatro menus por ano – umidade, chuva, vendaval, seca –, que não têm datas precisas: orientam-se pelo pluviômetro a cada temporada.</p>
<p>Ralston exemplifica fazendo referência ao tempo seco de São Paulo em julho: "A temporada de cogumelos durou quase o dobro do tempo. Você tem de sempre ficar esperto e se adaptar".</p>
<p>De uma adaptação do cuscuz paulista – que leva na montagem sardinha, milho e tomate verde – à bochecha de porco – acompanhada de mandioca e chucrute –, os dez pratos da degustação do Tuju são elaborados, sobretudo, com ingredientes de pequenos produtores do estado de São Paulo.</p>
<p>Alcachofras, castanhas, uvas, goiaba, amendoim, cebolas, abóboras, alcaparras e mais: são produtos regionais tratados com "as técnicas mais modernas, enfatizando a criatividade e o trabalho de pesquisa oculto", segundo o Michelin.</p>
<p>As três estrelas que o prestigioso guia deu ao restaurante em abril - juntamente com outro restaurante paulista, o Evvai - são "como o cinto preto para os caratecas", diz Ralston, de 41 anos, filho de donos de restaurante e formado em cozinhas de alto padrão na Espanha e no Japão.</p>
<p>Mas não o deslumbram. "A busca da perfeição é superficial, o que a gente pode prometer é uma experiência verdadeira", lembra.</p>
<h2>"Atenção aos detalhes"</h2>
<p>O casal divide o comando do restaurante. Ele, detalhista e eloquente, dirige oito jovens cozinheiros – mulheres em sua maioria –, que trabalham em silêncio e sincronia em uma cozinha aberta e teatralmente iluminada no centro do salão, de uma elegância minimalista.</p>
<p>Ela, reservada e gentil, desliza em meio às nove mesas de mármore verde nacional, atenta ao serviço e aos clientes, que pagam R$ 1.650 por pessoa.</p>
<p>"O brasileiro é um hospitaleiro nato, o cuidado com o outro é uma coisa intrínseca à nossa cultura", diz Katherina, ex-colega de escola e mãe de dois dos três filhos de Ralston.</p>
<p>Entre os clientes da noite estavam casais, milionários e um influenciador "caça estrelas", que viaja visitando restaurantes de alto padrão.</p>
<p>Ralston sabe que alguns vêm em busca de uma experiência para as redes sociais, o que o afeta: "Comer é um momento de prestar atenção aos detalhes. O recado que eu poderia dar é: parem de trabalhar pelo marketing de quem vive e desfrutem mais um pouco da vida!"</p>
<h2>Voo alto</h2>
<p>A noite começou com coquetéis debaixo de uma enorme jabuticabeira, que se ergue em paralelo a uma adega envidraçada com cinco mil garrafas: a harmonização de vinhos custa até R$ 2.300 por pessoa.</p>
<p>E vai terminar em um terraço com vista, bombons e mel de abelhas nativas.</p>
<p>Tudo em um edifício imponente de três andares, onde antes funcionava uma boate, cuja entrada fica escondida em uma rua sem saída atrás da avenida Faria Lima, centro financeiro de São Paulo.</p>
<p>Ralston inaugurou o Tuju em 2014 e poucos meses depois ganhou uma estrela Michelin. Depois, outra. E, então, teve de fechar por causa da covid-19.</p>
<p>Voltou em 2023, em sociedade com Katherina, após dois anos viajando e pesquisando a cozinha brasileira.</p>
<p>A terceira estrela veio este ano.</p>
<p>Mas por que São Paulo, uma cidade com meio milhão de famílias vivendo na extrema pobreza e, ao mesmo tempo, a mais rica da América do Sul, concentra a maior quantidade de reconhecimentos do guia Michelin?</p>
<p>"Sou muito marxista no jeito que eu vejo o mundo, então acho que é por conta do tamanho da economia paulista: aqui tem muito dinheiro", admite Ralston, cujo restaurante começou com um investimento de R$ 3 milhões.</p>
<p>Seu nome, Tuju, é uma homenagem a uma ave latino-americana que voa alto.</p>
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        <media:title>Tuju-restaurante</media:title>
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      <dc:creator><![CDATA[AFP]]></dc:creator>
    </item>
    <item>
      <title>Preço médio do metro quadrado de São Paulo sobe 0,36% e chega a R$ 12.099 em julho, mostra Índice FipeZAP</title>
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      <pubDate>Tue, 04 Aug 2026 20:38:00 Z</pubDate>
      <description><![CDATA[<p>O preço médio de venda por metro quadrado dos imóveis residenciais  na cidade de São Paulo subiu 0,36% em julho (comparado a junho) e alcançou o valor de R$ 12.099, segundo o Índice FipeZAP de venda residencial, calculado pela Fipe e pelo Grupo OLX (Zap, Viva Real e OLX). </p>
<p>A alta foi superior à comparação de maio para junho (+0,08%). No acumulado do ano até julho, o aumento no preço médio foi de 1,70%. Já na avaliação em 12 meses, a alta no preço médio é de 3,70%.</p>
<p>Essa variação supera o IGP-M (Índice de Preços Geral-Mercados), em 12 meses até julho (+ 2,76%), calculado pela mensalmente pelo FGV-IBRE (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas), que é utilizado na fórmula que reajusta as tarifas públicas (energia e telefone), contratos de aluguel e de prestação de serviços.</p>
<p>No geral, o Índice FipeZAP apresentou elevação de 0,46% em julho, (comparado a junho) e registrou preço médio por metro quadrado de R$ 9.900, no levantamento feito em 56 cidades do país, com base em informações de anúncios veiculados na Internet.</p>
<p>Entre os tipos de imóveis residenciais analisados, a elevação foi relativamente maior entre unidades com um dormitório (+0,55%), enquanto que imóveis com dois dormitórios apresentaram a menor variação mensal (+0,39%).</p>
<h2>Maiores altas por cidade</h2>
<p>Individualmente, a alta abrangeu 49 das 56 cidades monitoradas, incluindo 18 das 22 capitais que compõem a cesta do Índice FipeZAP: Vitória (+1,56%); Recife (+1,19%); Aracaju (+1,17%); Manaus (+1,08%); Goiânia (+0,79%); Rio de Janeiro (+0,74%); Florianópolis (+0,71%); João Pessoa (+0,66%); São Luís (+0,62%); Salvador (+0,46%); Fortaleza (+0,41%); São Paulo (+0,36%); Teresina (+0,34%); Brasília (+0,27%); Natal (+0,25%); Cuiabá (+0,11%); Curitiba (+0,08%); e Belém (+0,03%). Em contraste, houve queda nos preços de venda em quatro capitais acompanhadas: Campo Grande (-0,64%); Porto Alegre (-0,32%); Belo Horizonte (-0,20%); e Maceió (-0,04%)</p>
<p>Em São Paulo, os cinco bairros com preços médios (por metro quadrado) mais elevados são Itaim Bibi (R$ 19.990), seguido por Pinheiros (R$ 18.302), Jardins (R$ 17.833), Moema (R$ 16.349), Vila Mariana (R$ 14.792). </p>
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        <media:title>Cidade de São Paulo</media:title>
      </media:content>
      <dc:creator><![CDATA[Tatiana Schnoor]]></dc:creator>
    </item>
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      <title>Brasil reforça combate ao sarampo com campanha em três cidades de São Paulo</title>
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      <pubDate>Mon, 03 Aug 2026 11:47:00 Z</pubDate>
      <description><![CDATA[<p>O sarampo, uma doença que o Brasil conseguiu eliminar, voltou a preocupar as autoridades de saúde. Diante da confirmação de uma cadeia de transmissão do vírus na Grande São Paulo, começa nesta segunda-feira, 3, uma campanha especial de vacinação nos municípios de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo.</p>
<p>A estratégia amplia temporariamente a oferta do imunizante para todas as pessoas entre 6 meses de idade e 59 anos que moram ou trabalham nessas cidades, com o objetivo de interromper rapidamente a circulação do vírus.</p>
<p>A recomendação do Ministério da Saúde foi adotada após a confirmação de novos casos da doença. Até o momento, o Brasil registra 18 casos de sarampo neste ano. Deles, 15 estão no estado de São Paulo: 12 na capital, dois em São Bernardo do Campo e um em Guarulhos. Segundo a pasta, os casos estão relacionados à importação do vírus em uma região de intensa mobilidade populacional e elevado fluxo internacional de viajantes, cenário que favorece a disseminação da doença.</p>
<p>A preocupação é evitar que o país volte a perder o controle sobre a doença. O Brasil recebeu, em 2016, o certificado de eliminação do sarampo pela Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), mas perdeu esse reconhecimento em 2019 após surtos provocados por casos importados e pela queda da cobertura vacinal. Em 2024, recuperou o status de país livre da circulação endêmica do vírus, condição que depende da manutenção de altas taxas de imunização.</p>
<p>O alerta brasileiro acompanha um cenário de avanço do sarampo em várias partes do mundo. Os Estados Unidos enfrentam o maior surto da doença em mais de três décadas, com mais de 1.400 casos confirmados neste ano. As mortes registradas ocorreram principalmente entre pessoas não vacinadas.</p>
<p>Países europeus também vêm notificando aumento das infecções. Para a Organização Mundial da Saúde (OMS), esse ressurgimento está ligado, sobretudo, à queda da cobertura vacinal em diferentes países.</p>
<p>Considerado um dos vírus mais contagiosos conhecidos, o sarampo é transmitido pelo ar quando uma pessoa infectada tosse, espirra ou simplesmente respira. O vírus pode permanecer ativo no ambiente por até duas horas e uma única pessoa doente é capaz de transmitir a infecção para até outras 18 suscetíveis.</p>
<p>De acordo com a OMS, a vacinação evitou cerca de 59 milhões de mortes por sarampo entre 2000 e 2024 e continua sendo a principal forma de impedir novos surtos.</p>
<h2>Como age a vacina</h2>
<p>A vacina utilizada no Brasil é, principalmente, a  tríplice viral , que protege contra sarampo, caxumba e rubéola. Aos 15 meses de idade, ela é complementada pela  tetraviral , que também protege contra a varicela (catapora).</p>
<p>Além de proteger quem recebe a dose, a vacinação reduz a circulação do vírus na população. Como o sarampo é altamente contagioso, especialistas consideram necessário manter uma cobertura vacinal próxima de 95% para interromper a transmissão. Em situações de risco, como a atual, crianças entre 6 e 11 meses recebem a chamada  dose zero , uma aplicação adicional que amplia a proteção, mas não substitui as doses previstas no calendário de vacinação.</p>
<h2>Quais são os sintomas</h2>
<p>Os primeiros sintomas costumam surgir entre sete e 14 dias após o contato com o vírus. Os sinais mais comuns são:</p>
<p>Entre três e cinco dias depois aparece a característica erupção avermelhada, que normalmente começa no rosto e se espalha pelo restante do corpo. A doença pode provocar complicações graves, como pneumonia, encefalite, diarreia intensa e até morte, principalmente em crianças pequenas, gestantes e pessoas com baixa imunidade.</p>
<h2>Quem deve procurar uma unidade de saúde durante a campanha</h2>
<p>Durante a campanha, o Ministério da Saúde recomenda que  todas as pessoas de 6 meses a 59 anos que moram ou trabalham em São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo procurem uma unidade de saúde , mesmo que já tenham recebido a vacina anteriormente.</p>
<p>Pelo calendário nacional, o esquema rotineiro prevê:</p>
<h2>Onde tomar a vacina</h2>
<p>A vacinação é gratuita pelo Sistema Único de Saúde (SUS).</p>
<p>Na capital paulista, a vacina está disponível em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBSs), de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h, e nas AMAs/UBSs Integradas, inclusive aos sábados e feriados, no mesmo horário. A cidade também promoverá um  Dia D de vacinação em 22 de agosto , com as 483 UBSs abertas para ampliar o atendimento.</p>
<p>Em Guarulhos e São Bernardo do Campo, a população deve procurar as unidades da rede municipal de saúde para receber orientação e, quando indicada, a vacina durante o período da campanha.</p>
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        <media:title>vacinação-sarampo</media:title>
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      <dc:creator><![CDATA[GSW Brasil]]></dc:creator>
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      <title>Vendaval que atingiu SP e RJ deixa cinco mortos e um desaparecido</title>
      <link>https://www.globalsouthworld.com.br/article/vendaval-que-atingiu-sp-e-rj-deixa-cinco-mortos-e-um-desaparecido-vendaval-devastador-em-sp-e-rj-deixa-5-mortos-e-1-desaparecido-ventos-fortes-seguem-nesta-quinta</link>
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      <pubDate>Thu, 30 Jul 2026 14:38:00 Z</pubDate>
      <description><![CDATA[<p>O avanço de uma frente fria que atinge São Paulo e o Rio de Janeiro deixou, até o momento, cinco mortos, dezenas de feridos e um desaparecido. Os estragos ainda são sentidos por moradores dos dois estados na manhã desta quinta-feira, 30, dia seguinte do ápice dos vendavais.</p>
<p>No estado de São Paulo, três pessoas morreram. Em Santos, litoral paulista, um homem em situação de rua foi a óbito após ser atingido por uma árvore na avenida Almirante Cochrane, no bairro Estuário. Em Cesário Lange, na região metropolitana de Sorocaba, foi registrada outra morte decorrente de queda de árvore. A terceira  ocorreu em São Sebastião, no litoral norte, após um barco naufragar no canal entre a cidade e Ilhabela, na altura do bairro Cigarras. Cinco pessoas estavam a bordo – dos quatro sobreviventes, dois tiveram hipotermia. Ao todo, são dez feridos no estado.</p>
<p>As rajadas mais fortes do estado foram registradas no interior: 124,9 km/h em Itaporanga e Itaí, 117 km/h em Taquarituba e entre 111 e 113 km/h em Santos e Itanhaém, segundo a Defesa Civil. </p>
<p>Segundo o mapa de falta de energia da Enel, consultado às 10h21 desta quinta-feira, 9.372 clientes estavam sem energia no estado, o equivalente a 0,10% da base de consumidores.</p>
<p>No Rio, duas pessoas morreram após a queda de um muro na rua Itapuiru, em Santa Teresa, zona sul da capital. Equipes de resgate seguem à procura de um pescador desaparecido em Tarituba, na região de Mambucaba, em Angra dos Reis.</p>
<p>A Prefeitura do Rio decretou Estágio 2 de atenção, nível que indica risco de ocorrências de alto impacto. O Corpo de Bombeiros atendeu dezenas de chamados relacionados a quedas de árvores, desabamentos e salvamentos.</p>
<p>O maior registro de vento no estado foi de 105,5 km/h no aeroporto do Galeão, entre 16h e 17h. O temporal interrompeu as três linhas do metrô às 16h40, suspendeu as operações do Aeroporto Santos Dumont às 16h52, causando fechamento da pista durante toda a noite, e obrigou o desvio de ao menos quatro voos que tentavam pousar no Galeão.</p>
<p>No Rio, parte da população segue sofrendo com a queda de energia elétrica. A concessionária Light chegou a colocar no ar um site de monitoramento de ocorrências, que mostrou números próximos de 400 mil clientes sem luz antes de sair do ar horas depois. </p>
<p>A empresa afirmou que a página era um teste e que só voltará a funcionar a partir de 1º de agosto. Segundo o portal de monitoramento da Aneel, o número de clientes afetados no Rio chegou a 1.577.977 às 21h de quarta. </p>
<p>A frente fria que provocou o vendaval ainda não deixou São Paulo e o Rio. O Inmet prevê rajadas de até 50 km/h nos dois estados ao longo desta quinta, enquanto a frente fria avança para o oceano.</p>
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        <media:title>ventanias-litoral</media:title>
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      <dc:creator><![CDATA[Global South World]]></dc:creator>
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