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    <title>Global South World Brasil - Ministério da Saúde</title>
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    <language>pt-BR</language>
    <description><![CDATA[Notícias, opinião e análise voltadas para o Sul Global e as nações emergentes do mundo, do Global South World Brasil.]]></description>
    <copyright>Copyright © 2026 — Global South World Brazil</copyright>
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      <title>País tem novas regras de doação de sangue; critérios envolvem 70+ e tatuagem</title>
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      <pubDate>Thu, 01 Oct 2026 13:11:00 Z</pubDate>
      <description><![CDATA[<p>As regras para doação de sangue mudaram em todo o Brasil. Desde esta quarta-feira, 30, novos critérios permitem que algumas pessoas que antes precisavam passar períodos mais longos sem doar retornem mais cedo aos hemocentros. Doadores habituais também poderão continuar doando depois dos 70 anos.</p>
<p>As mudanças foram estabelecidas pelo Ministério da Saúde e valem para os serviços de hemoterapia do país. Elas atingem situações que exigiam uma espera maior para doar, como tatuagens, piercings, uso de anabolizantes e viagens a regiões com determinadas doenças.</p>
<p>A atualização também altera critérios para pessoas que tiveram câncer e situações em que houve maior risco de contrair doenças transmissíveis pelo sangue.</p>
<h2>Entre as novas regras estão:</h2>
<p>Cumprir esses prazos não significa estar automaticamente liberado para doar. Todos os candidatos continuam passando pela triagem antes da coleta, quando são avaliados estado de saúde, histórico médico, medicamentos utilizados e outros fatores que possam representar risco para quem doa ou para quem recebe o sangue.</p>
<h2>Por que as regras mudaram?</h2>
<p>A redução de algumas restrições não significa diminuir os cuidados com o sangue usado nas transfusões.</p>
<p>Segundo o Ministério da Saúde, as regras foram atualizadas para acompanhar os avanços nos exames laboratoriais e as mudanças no cenário das doenças no país. Na prática, hoje é possível identificar determinados riscos com mais precisão, o que permite evitar que pessoas saudáveis fiquem impedidas de doar por mais tempo do que o necessário.</p>
<p>No caso dos doadores com mais de 70 anos, a explicação está no aumento da expectativa de vida e no envelhecimento da população brasileira. Em vez de impedir automaticamente a doação pela idade, a nova regra permite que pessoas que já doavam regularmente continuem fazendo isso se estiverem saudáveis e forem aprovadas na avaliação médica.</p>
<h2>Mais de 3,2 milhões de coletas em 2025</h2>
<p>A ampliação das possibilidades de doação ocorre em um país que precisa receber sangue todos os dias para manter o atendimento nos serviços de saúde.</p>
<p>Em 2025, o SUS registrou 3.264.138 coletas de sangue, o equivalente a 15,29 doações para cada mil habitantes. Foi a maior taxa registrada desde a pandemia e, segundo o Ministério da Saúde, confirma uma recuperação gradual depois da queda observada em 2020.</p>
<p>A necessidade, porém, é contínua. O sangue coletado é separado em diferentes componentes, que têm prazos próprios de validade e são usados em cirurgias, emergências e no tratamento de diversas doenças. Por isso, um bom volume anual de coletas não elimina o risco de períodos de baixa nos estoques.</p>
<p>A atualização das regras também tenta melhorar o aproveitamento do sangue já coletado. As plaquetas poderão ser armazenadas por até sete dias, em vez de cinco, nos serviços que cumprirem os controles de segurança exigidos. A medida pode reduzir perdas e aumentar a disponibilidade desse componente, usado principalmente por pessoas com câncer, pacientes em quimioterapia e pessoas com doenças do sangue.</p>
<p>Para doar, é necessário estar em boas condições de saúde, pesar pelo menos 50 quilos, estar descansado e alimentado e apresentar documento oficial com foto. Adolescentes a partir dos 16 anos podem se candidatar, desde que tenham autorização do responsável.</p>
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        <media:credit role="provider">Reprodução/ Ministério da Saúde</media:credit>
        <media:title>doacao de sangue</media:title>
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      <dc:creator><![CDATA[GSW Brasil]]></dc:creator>
    </item>
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      <title>Governo promete oferecer canetas emagrecedoras pelo SUS; confira o que já existe</title>
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      <pubDate>Fri, 18 Sep 2026 15:50:00 Z</pubDate>
      <description><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde anunciou que pretende disponibilizar as chamadas canetas emagrecedoras para o tratamento da obesidade pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A promessa foi feita pelo ministro Alexandre Padilha na quinta-feira, 17, durante viagem a Montes Claros (MG).</p>
<p>A oferta nacional dependerá da definição de um protocolo clínico, que deverá estabelecer, entre outros pontos, quais pacientes poderão receber os medicamentos e como será feito o acompanhamento. O Ministério não informou uma data para o início da distribuição em todo o país.</p>
<p>A mudança é relevante porque, até agora, esses medicamentos não fazem parte de uma política nacional do SUS para tratamento da obesidade. Em setembro de 2025, após avaliação da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec), o Ministério da Saúde decidiu não incorporar a semaglutida, um dos medicamentos de nova geração desenvolvidos originalmente para tratar a diabetes tipo 2 e que também passou a ser prescrito para pacientes com obesidade. Ele pertence à classe dos agonistas do receptor de GLP-1.</p>
<p>A nova estratégia, portanto, representa uma mudança de direção, embora a incorporação ainda esteja em estudo. O anúncio foi feito a menos de 20 dias do primeiro turno das eleições.</p>
<h2>Canetas já chegaram a pacientes do SUS</h2>
<p>O SUS já tinha algumas iniciativas isoladas para avaliar seu uso. Uma delas começou em junho no Grupo Hospitalar Conceição (GHC), hospital federal de Porto Alegre. O projeto Real-Bari prevê oferecer semaglutida e acompanhar 250 pacientes do SUS com obesidade grave ou associada a outras doenças.</p>
<p>Entre os participantes estão pessoas que aguardam cirurgia bariátrica. A pesquisa pretende verificar os efeitos clínicos do tratamento, seus custos e a viabilidade de incorporar a terapia à rede pública. Também será avaliado se a perda de peso obtida com o medicamento pode permitir que alguns pacientes deixem de precisar da cirurgia.</p>
<p>O Ministério informou nesta semana que o primeiro paciente tratado no projeto perdeu seis quilos e teve redução da circunferência corporal. O resultado individual, porém, não permite antecipar as conclusões do estudo, que deverá acompanhar 250 pessoas.</p>
<p>No Rio de Janeiro, há outra iniciativa. Em março, a prefeitura começou um programa com semaglutida no Super Centro Carioca de Saúde, com previsão de atender até três mil pacientes por ano. Já o Instituto Estadual de Diabetes e Endocrinologia Luiz Capriglione (IEDE), ligado ao governo estadual, trata 200 pacientes com obesidade extrema com liraglutida, outro medicamento dessa nova geração usada contra diabetes e obesidade.</p>
<h2>O que o governo pretende fazer</h2>
<p>A proposta agora é transformar experiências restritas como essa em uma política que possa alcançar pacientes em todo o país.</p>
<p>Segundo Padilha, o governo está estudando o uso das canetas em diferentes grupos, entre eles pessoas na fila da cirurgia bariátrica e pacientes com obesidade associada a problemas cardiovasculares. O Ministério também estuda seu uso em mulheres que tiveram câncer de mama, para avaliar possível impacto sobre o risco de recorrência da doença.</p>
<p>O governo afirma que a incorporação não será tratada como uma forma de emagrecimento estético. A intenção é estabelecer critérios clínicos e acompanhamento médico para o acesso pelo SUS.</p>
<p>Essa definição é particularmente importante porque obesidade é uma doença crônica e o tratamento medicamentoso pode precisar ser mantido por períodos prolongados.</p>
<h2>Mercado ganhou 14 novas canetas em 2026</h2>
<p>A possível expansão do tratamento no SUS ocorre em um momento de rápida transformação do mercado brasileiro desses medicamentos.</p>
<p>Em 2026, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou 14 novas canetas usadas no tratamento da diabetes tipo 2 e/ou da obesidade: dez de semaglutida, três de liraglutida e uma nova apresentação do Mounjaro, cuja substância ativa, a tirzepatida, é usada para controlar a glicemia e auxiliar na perda de peso.</p>
<p>Embora sejam frequentemente agrupados sob a expressão “canetas emagrecedoras”, nem todos esses produtos têm indicação aprovada para obesidade. Alguns foram registrados especificamente para diabetes tipo 2.</p>
<p>A maior expansão ocorreu entre os medicamentos de semaglutida, princípio ativo conhecido pelas marcas Ozempic e Wegovy. Depois do fim da exclusividade da semaglutida no Brasil, em 20 de março, outras empresas começaram a obter registros.</p>
<p>As dez aprovações de semaglutida em 2026 são Ozivy, da EMS; Semavy, da Cosmed; Owozy, da Ávita Care; Zempneo, da Brainfarma; Seemasun, da Sun Farmacêutica; Orsema, da Ranbaxy; dois genéricos, um da EMS e outro da Germed; Semaclique, da Germed; e Yluméc, da EMS.</p>
<p>Também foram aprovadas três novas canetas de liraglutida: Liraclick, da Germed, e dois genéricos da EMS. A liraglutida pertence à mesma classe dos agonistas do receptor de GLP-1, mas normalmente é aplicada diariamente, enquanto a semaglutida costuma ter administração semanal.</p>
<p>A 14ª aprovação foi uma nova apresentação multidose do Mounjaro, da Eli Lilly, cujo princípio ativo é a tirzepatida. Diferentemente da semaglutida, a tirzepatida atua sobre dois receptores relacionados ao metabolismo, GLP-1 e GIP.</p>
<h2>Mais concorrência pode reduzir custos</h2>
<p>A multiplicação dos registros interessa diretamente ao SUS porque o preço é um dos principais obstáculos à incorporação de tratamentos de uso prolongado.</p>
<p>O Ministério da Saúde vem estimulando a entrada de novos fabricantes e solicitou prioridade à Anvisa na análise de medicamentos dessa classe. Segundo a pasta, o objetivo é aumentar a concorrência, ampliar a produção nacional e reduzir os preços, criando condições para uma futura oferta pelo SUS.</p>
<p>Padilha afirmou que produtos que chegavam a custar de R$ 1,7 mil a R$ 2 mil já podem ser encontrados na faixa de R$ 300 a R$ 400. Os valores, no entanto, variam conforme o princípio ativo, a marca, a apresentação e a dose.</p>
<p>A expansão da oferta não significa que as diferentes canetas possam ser usadas indistintamente. Semaglutida, liraglutida e tirzepatida têm características, indicações, esquemas de aplicação e evidências clínicas diferentes. A escolha depende do diagnóstico, das doenças associadas, da tolerância ao medicamento e da possibilidade de manutenção do tratamento.</p>
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        <media:title>semaglutida</media:title>
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      <dc:creator><![CDATA[Lena Castellon]]></dc:creator>
    </item>
    <item>
      <title>Com alerta para sarampo, campanha de multivacinação termina nesta terça</title>
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      <pubDate>Sun, 30 Aug 2026 19:57:00 Z</pubDate>
      <description><![CDATA[<p>A  Campanha Nacional de Multivacinação termina nesta terça-feira, 1º, com um alerta especial para o sarampo . Diante dos casos registrados nos últimos meses, o Ministério da Saúde reforçou o chamado para que pais e responsáveis aproveitem a reta final da mobilização para verificar a caderneta de crianças e adolescentes menores de 15 anos e atualizar as doses necessárias.</p>
<p>A campanha oferece 20 imunizantes previstos no Calendário Nacional de Vacinação .  Entre eles está a tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola.  As doses são aplicadas de acordo com a idade e o histórico de vacinação de cada criança ou adolescente.</p>
<p>O reforço para a vacinação contra o sarampo ocorre em meio a uma cadeia de transmissão que permanece ativa no estado de São Paulo. O Brasil confirmou  27 casos da doença em 2026 . Desse total, 24 estão relacionados a essa cadeia, iniciada em junho: são 21 casos na capital paulista, dois em São Bernardo do Campo e um em Guarulhos.</p>
<p>Outros três casos — dois em São Paulo e um no Rio de Janeiro — não têm relação entre si e já são considerados encerrados, após 12 semanas sem novas ocorrências associadas.</p>
<p>Apesar dos registros, o Brasil continua livre da circulação endêmica do sarampo, segundo o Ministério da Saúde. Isso significa que o vírus não circula de forma contínua no país.  Em 2025, foram confirmados 38 casos importados ou relacionados à importação, controlados por ações de vigilância e vacinação.</p>
<h2>Onde se vacinar</h2>
<p>A vacinação da campanha é gratuita e  está disponível nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e demais pontos de vacinação definidos pelas secretarias de Saúde de cada município.  Como locais e horários variam pelo país, a orientação é consultar a prefeitura ou a secretaria municipal de Saúde antes de sair de casa.</p>
<p>Pais e responsáveis devem levar a caderneta de vacinação para que os profissionais de saúde verifiquem quais doses estão faltando. A campanha não exige que todas as vacinas sejam tomadas novamente: são aplicados os imunizantes necessários para completar o esquema previsto para cada faixa etária.</p>
<p>O fim da campanha na terça-feira não significa o encerramento da vacinação.  Os imunizantes do Calendário Nacional, incluindo a tríplice viral, continuam disponíveis gratuitamente no SUS após a mobilização.</p>
<h2>Reforço contra o sarampo em São Paulo</h2>
<p>Por causa da cadeia de transmissão, o Ministério da Saúde adotou uma estratégia específica nos municípios de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo. Até 1º de setembro, a orientação é oferecer a vacina contra o sarampo a todas as pessoas de 6 meses a 59 anos, independentemente da situação vacinal anterior.</p>
<p>A medida inclui os bebês de 6 a 11 meses, que devem receber a chamada   dose zero . Essa aplicação é uma proteção adicional em um cenário de maior risco e não substitui as doses previstas no calendário de rotina aos 12 e aos 15 meses.</p>
<p>No restante do país, o esquema de rotina prevê duas doses para crianças. Pessoas de até 29 anos que não tenham sido vacinadas ou não possuam comprovação devem receber duas doses, com intervalo mínimo de 30 dias. Para adultos de 30 a 59 anos, é recomendada uma dose.</p>
<p>Em 2026, o Ministério da Saúde já distribuiu mais de 13 milhões de doses da tríplice viral aos estados e municípios, e mais de 5,4 milhões foram aplicadas.  A vacina é a principal forma de prevenção contra o sarampo, doença altamente contagiosa.</p>
<h2>Quais são os sintomas</h2>
<p>Os primeiros sintomas costumam surgir entre sete e 14 dias após o contato com o vírus. Os sinais mais comuns são:</p>
<p>Entre três e cinco dias depois aparece a característica erupção avermelhada, que normalmente começa no rosto e se espalha pelo restante do corpo. A doença pode provocar complicações graves, como pneumonia, encefalite, diarreia intensa e até morte, principalmente em crianças pequenas, gestantes e pessoas com baixa imunidade.</p>
<h2>Vacina 100 Dúvidas</h2>
<p>O portal Vacina 100 Dúvidas reúne  informações sobre segurança, calendário de vacinação, possíveis reações e prevenção de doenças.  A plataforma pode ser acessada em  www.vacina100duvidas.sp.gov.br .</p>
<h1>Leia também</h1>
<p>Brasil reforça combate ao sarampo</p>
<p>Capital paulista já vacinou 1 milhão de pessoas contra o sarampo</p>
]]></description>
      <source url="https://www.globalsouthworld.com.br">Global South World Brasil</source>
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        <media:credit role="photographer">Priscilla Mafra</media:credit>
        <media:credit role="provider">Divulgação/ Governo do estado de São Paulo</media:credit>
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      <dc:creator><![CDATA[Lena Castellon]]></dc:creator>
    </item>
    <item>
      <title>Casos de febre do Nilo Ocidental acendem alerta no país; veja sintomas e como se proteger</title>
      <link>https://www.globalsouthworld.com.br/article/casos-de-febre-do-nilo-ocidental-acendem-alerta-no-pais-veja-sintomas-e-como-se-proteger</link>
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      <pubDate>Wed, 26 Aug 2026 18:45:00 Z</pubDate>
      <description><![CDATA[<p>O Brasil registra quatro casos confirmados de febre do Nilo Ocidental em 2026, dois em São Paulo e dois em Santa Catarina. Uma das pacientes morreu. Há ainda um caso provável no Piauí.</p>
<p>Transmitida principalmente pela picada de mosquitos do gênero  Culex , o pernilongo comum, a doença não provoca sintomas na maioria das pessoas infectadas, mas pode evoluir para quadros neurológicos graves. Não há vacina nem tratamento antiviral específico disponível para humanos.</p>
<p>Em São Paulo, foram registrados os primeiros casos humanos da história do estado. Um deles se refere a uma mulher de 34 anos, moradora de Ribeirão Preto, que havia viajado para a região amazônica. Ela já está curada. O outro caso se trata de uma jovem de 18 anos, de São José do Rio Preto, que permanece internada.</p>
<p>A Secretaria de Estado da Saúde informa que o local provável de infecção das duas pacientes continua sob investigação.</p>
<p>Os demais casos confirmados são de Santa Catarina. Uma mulher de 77 anos, moradora de Imbituba, morreu em 8 de agosto depois de apresentar febre e evoluir para um quadro neurológico grave. Um homem de 56 anos, de Caçador, também apresentou manifestações neurológicas, foi internado e já recebeu alta.</p>
<p>A febre do Nilo Ocidental não é nova no Brasil. O primeiro caso humano por aqui foi registrado em 2014, no Piauí.</p>
<h2>Como a doença é transmitida</h2>
<p>A febre do Nilo Ocidental é uma infecção viral aguda causada por um arbovírus, grupo de vírus transmitidos por artrópodes que também inclui os responsáveis por dengue, zika, chikungunya e febre amarela.</p>
<p>A transmissão ocorre principalmente pela picada de pernilongos (do gênero  Culex ) infectados. As aves silvestres são os hospedeiros naturais do vírus. O mosquito se infecta ao picar uma ave contaminada e pode posteriormente transmitir o vírus a seres humanos e outros animais.</p>
<h2>Quais são os sintomas</h2>
<p>De acordo com o Ministério da Saúde, cerca de 20% apresentam sintomas, geralmente leves. Os mais frequentes são febre, mal-estar, falta de apetite, náuseas, vômitos, dor de cabeça, dor muscular, dor nos olhos, manchas na pele e aumento dos gânglios linfáticos, popularmente chamados de ínguas.</p>
<p>Em uma parcela pequena dos casos, porém, a infecção pode comprometer o sistema nervoso. Segundo o ministério, uma em cada 150 pessoas infectadas desenvolve doença neurológica grave, como meningite, encefalite ou paralisia flácida aguda.</p>
<p>Confusão mental, redução do nível de consciência, tremores e convulsões estão entre os sinais de comprometimento neurológico. Diante dessas manifestações, é necessária avaliação médica imediata e hospitalização, quando indicada.</p>
<h2>Existe tratamento?</h2>
<p>Não existe vacina nem tratamento antiviral específico para a febre do Nilo Ocidental em humanos.</p>
<p>O tratamento é direcionado aos sintomas. Nos casos leves, inclui repouso, hidratação e acompanhamento médico. Quadros graves podem exigir internação e atendimento em Unidade de Terapia Intensiva (UTI), com reposição de líquidos por via intravenosa, suporte respiratório e outras medidas para prevenir ou tratar complicações.</p>
<h2>Como se proteger</h2>
<p>Sem uma vacina disponível para humanos, a prevenção depende principalmente de medidas para reduzir o contato com os mosquitos transmissores.</p>
<p>O Ministério da Saúde recomenda o uso de repelentes e de telas em portas e janelas, além de evitar a exposição aos mosquitos, principalmente ao amanhecer e ao entardecer.</p>
<p>A Secretaria da Saúde de São Paulo também orienta usar roupas que reduzam a exposição da pele, eliminar recipientes e locais que possam acumular água e evitar o descarte de lixo em valas, valetas e margens de córregos, rios e riachos.</p>
<p>O  Culex  pode se reproduzir em ambientes com água rica em matéria orgânica, como fossas, valas e locais com água poluída. Por isso, medidas de saneamento também são importantes para reduzir a presença do mosquito.</p>
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      <dc:creator><![CDATA[Lena Castellon]]></dc:creator>
    </item>
    <item>
      <title>SUS inclui teste não invasivo que moderniza rastreamento de câncer de intestino</title>
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      <pubDate>Wed, 12 Aug 2026 15:20:00 Z</pubDate>
      <description><![CDATA[<p>Em sua lista de procedimentos oferecidos à população, o SUS incluiu um exame não invasivo que pode ajudar na prevenção do câncer de intestino, o segundo mais frequente no Brasil quando se analisam os tumores que atingem homens e mulheres. Chamado de Teste Imunoquímico Fecal (FIT, na sigla em inglês), ele passa a ser referência para homens e mulheres assintomáticos entre 50 e 75 anos. De acordo com o Ministério da Saúde, ele apresenta sensibilidade entre 85% e 92% para identificar possíveis alterações.</p>
<p>O teste é simples e detecta sangue oculto nas fezes. O exame já existe em laboratórios particulares. Anunciado em maio pelo ministério, ele entrou na tabela de procedimentos do Sistema Único de Saúde nesta semana. O governo tem até 180 dias para efetivamente disponibilizar o exame na rede pública.</p>
<p>A expectativa é ampliar o acesso de mais de 40 milhões de brasileiros à prevenção e à detecção precoce da doença. Na estratificação por gênero, entre os homens, o câncer mais frequente é o de próstata; enquanto o de mulheres é o de mama.</p>
<p>A estimativa do Inca (Instituto Nacional de Câncer) é de 53,8 mil novos casos de tumores de intestino no país por ano.</p>
<h2>Como funciona o FIT?</h2>
<p>O novo método disponibilizado pelo SUS é um exame de fezes que detecta pequenas quantidades de sangue oculto, invisíveis a olho nu, que podem ser sinal de pólipos, lesões pré-cancerígenas ou câncer no intestino.</p>
<p>Diferentemente dos exames tradicionais (um método químico) para identificar sangue oculto, o FIT utiliza anticorpos específicos para identificar a hemoglobina humana presente nas fezes, o que aumenta a precisão do teste.</p>
<p>O paciente recebe um kit para coleta em casa. Depois, o material é enviado para análise laboratorial. Caso o resultado detecte sangue oculto, o paciente será encaminhado para exames complementares, como a colonoscopia. Ela é considerada o padrão-ouro para avaliação do intestino porque permite visualizar diretamente o cólon e o reto, além de retirar pólipos durante o procedimento, evitando que algumas lesões evoluam para câncer.</p>
<p> Segundo o Ministério da Saúde, entre as principais vantagens do FIT estão:</p>
]]></description>
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        <media:title>cancer-de-intestino</media:title>
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      <dc:creator><![CDATA[GSW Brasil]]></dc:creator>
    </item>
    <item>
      <title>Modera Brasil: Ministério da Saúde se inspira em SP e lança plataforma contra alcoolismo</title>
      <link>https://www.globalsouthworld.com.br/article/modera-brasil-ministerio-da-saude-se-inspira-em-sp-e-lanca-plataforma-contra-alcoolismo</link>
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      <pubDate>Sun, 09 Aug 2026 15:00:00 Z</pubDate>
      <description><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde lançou na quinta-feira, 6, o  Modera Brasil , plataforma de combate ao alcoolismo -- ou transtorno por uso de álcool -- que pode ser acessada gratuitamente pelo Meu SUS Digital.</p>
<p>A iniciativa tomou como base o  Modera SP , aplicativo desenvolvido pela prefeitura de São Paulo que superou, em março de 2026, 103 mil usuários e 37 mil triagens na capital paulista. Com o Modera Brasil, o objetivo é nacionalizar os resultados.</p>
<p>A plataforma dá aos usuários a possibilidade de fazer uma  autoavaliação por meio do questionário Audit (Alcohol Use Disorders Identification Test) , em que respondem a questões sobre o próprio consumo de bebidas alcoólicas. </p>
<p>A partir dos resultados, eles são classificados por níveis de risco à saúde e têm os dados encaminhados às UBS (Unidades Básicas de Saúde), que podem buscar ativamente pacientes com possível dependência para oferecer tratamento.</p>
<p>As iniciativas públicas que dão à população ferramentas para identificar ou reduzir seus vícios têm obtido resultados positivos. Em junho, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que a  plataforma de autoexclusão de sites e aplicativos de apostas, as "bets" , já foi utilizada por mais de 700 mil pessoas.</p>
<p>O uso de álcool tem gravidade igualmente relevante no Brasil. Segundo o relatório "Álcool e a Saúde dos Brasileiros: Panorama 2025", elaborado pelo Cisa (Centro de Informações sobre Saude e Álcool) a partir de dados do Ministério da Saúde, 7.322 brasileiros morreram em 2023 por razões associadas ao consumo alcoólico; em 2024, 44.357 internações hospitalares foram total ou parcialmente atribuídas a essa razão.</p>
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        <media:title>Alcoolismo Modera Brasil</media:title>
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      <dc:creator><![CDATA[GSW Brasil]]></dc:creator>
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      <title>Brasil reforça combate ao sarampo com campanha em três cidades de São Paulo</title>
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      <pubDate>Mon, 03 Aug 2026 11:47:00 Z</pubDate>
      <description><![CDATA[<p>O sarampo, uma doença que o Brasil conseguiu eliminar, voltou a preocupar as autoridades de saúde. Diante da confirmação de uma cadeia de transmissão do vírus na Grande São Paulo, começa nesta segunda-feira, 3, uma campanha especial de vacinação nos municípios de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo.</p>
<p>A estratégia amplia temporariamente a oferta do imunizante para todas as pessoas entre 6 meses de idade e 59 anos que moram ou trabalham nessas cidades, com o objetivo de interromper rapidamente a circulação do vírus.</p>
<p>A recomendação do Ministério da Saúde foi adotada após a confirmação de novos casos da doença. Até o momento, o Brasil registra 18 casos de sarampo neste ano. Deles, 15 estão no estado de São Paulo: 12 na capital, dois em São Bernardo do Campo e um em Guarulhos. Segundo a pasta, os casos estão relacionados à importação do vírus em uma região de intensa mobilidade populacional e elevado fluxo internacional de viajantes, cenário que favorece a disseminação da doença.</p>
<p>A preocupação é evitar que o país volte a perder o controle sobre a doença. O Brasil recebeu, em 2016, o certificado de eliminação do sarampo pela Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), mas perdeu esse reconhecimento em 2019 após surtos provocados por casos importados e pela queda da cobertura vacinal. Em 2024, recuperou o status de país livre da circulação endêmica do vírus, condição que depende da manutenção de altas taxas de imunização.</p>
<p>O alerta brasileiro acompanha um cenário de avanço do sarampo em várias partes do mundo. Os Estados Unidos enfrentam o maior surto da doença em mais de três décadas, com mais de 1.400 casos confirmados neste ano. As mortes registradas ocorreram principalmente entre pessoas não vacinadas.</p>
<p>Países europeus também vêm notificando aumento das infecções. Para a Organização Mundial da Saúde (OMS), esse ressurgimento está ligado, sobretudo, à queda da cobertura vacinal em diferentes países.</p>
<p>Considerado um dos vírus mais contagiosos conhecidos, o sarampo é transmitido pelo ar quando uma pessoa infectada tosse, espirra ou simplesmente respira. O vírus pode permanecer ativo no ambiente por até duas horas e uma única pessoa doente é capaz de transmitir a infecção para até outras 18 suscetíveis.</p>
<p>De acordo com a OMS, a vacinação evitou cerca de 59 milhões de mortes por sarampo entre 2000 e 2024 e continua sendo a principal forma de impedir novos surtos.</p>
<h2>Como age a vacina</h2>
<p>A vacina utilizada no Brasil é, principalmente, a  tríplice viral , que protege contra sarampo, caxumba e rubéola. Aos 15 meses de idade, ela é complementada pela  tetraviral , que também protege contra a varicela (catapora).</p>
<p>Além de proteger quem recebe a dose, a vacinação reduz a circulação do vírus na população. Como o sarampo é altamente contagioso, especialistas consideram necessário manter uma cobertura vacinal próxima de 95% para interromper a transmissão. Em situações de risco, como a atual, crianças entre 6 e 11 meses recebem a chamada  dose zero , uma aplicação adicional que amplia a proteção, mas não substitui as doses previstas no calendário de vacinação.</p>
<h2>Quais são os sintomas</h2>
<p>Os primeiros sintomas costumam surgir entre sete e 14 dias após o contato com o vírus. Os sinais mais comuns são:</p>
<p>Entre três e cinco dias depois aparece a característica erupção avermelhada, que normalmente começa no rosto e se espalha pelo restante do corpo. A doença pode provocar complicações graves, como pneumonia, encefalite, diarreia intensa e até morte, principalmente em crianças pequenas, gestantes e pessoas com baixa imunidade.</p>
<h2>Quem deve procurar uma unidade de saúde durante a campanha</h2>
<p>Durante a campanha, o Ministério da Saúde recomenda que  todas as pessoas de 6 meses a 59 anos que moram ou trabalham em São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo procurem uma unidade de saúde , mesmo que já tenham recebido a vacina anteriormente.</p>
<p>Pelo calendário nacional, o esquema rotineiro prevê:</p>
<h2>Onde tomar a vacina</h2>
<p>A vacinação é gratuita pelo Sistema Único de Saúde (SUS).</p>
<p>Na capital paulista, a vacina está disponível em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBSs), de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h, e nas AMAs/UBSs Integradas, inclusive aos sábados e feriados, no mesmo horário. A cidade também promoverá um  Dia D de vacinação em 22 de agosto , com as 483 UBSs abertas para ampliar o atendimento.</p>
<p>Em Guarulhos e São Bernardo do Campo, a população deve procurar as unidades da rede municipal de saúde para receber orientação e, quando indicada, a vacina durante o período da campanha.</p>
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      <dc:creator><![CDATA[GSW Brasil]]></dc:creator>
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      <title>El Niño pode elevar casos de dengue e chikungunya</title>
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      <pubDate>Fri, 24 Jul 2026 14:30:00 Z</pubDate>
      <description><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde alertou estados e municípios para a possibilidade de aumento dos casos de dengue, chikungunya e outras arboviroses no Brasil ao longo do segundo semestre. As autoridades governamentais recomendam o planejamento antecipado de ações de vigilância e controle por parte das secretarias de saúde. A preocupação está relacionada à formação de um El Niño que pode alcançar intensidade elevada e produzir alterações de temperatura e chuva favoráveis à proliferação do mosquito Aedes aegypti.</p>
<p>A Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (Noaa, na sigla em inglês) confirmou em junho a formação do El Niño. Em julho, o órgão informou que o fenômeno estava se fortalecendo e calculou em 81% a probabilidade de atingir intensidade muito forte entre outubro e dezembro.</p>
<p>Uma nota técnica do InfoDengue, sistema de alerta epidemiológico desenvolvido pela Fiocruz, prevê maior impacto sobre a transmissão de dengue nas regiões Sul e Sudeste, principalmente a partir de outubro. A projeção indica que o Brasil poderá registrar cerca de 1,7 milhão de casos de dengue em 2027.</p>
<p>O alerta ocorre apesar da redução observada neste ano. Até 20 de junho de 2026, o país havia contabilizado 392,8 mil casos prováveis de dengue, queda de 73% em comparação com o mesmo período de 2025. Os registros de chikungunya diminuíram 46%.</p>
<h2>Por que o El Niño aumenta o risco</h2>
<p>O El Niño é um fenômeno periódico provocado pelo aquecimento anormal das águas superficiais do oceano Pacífico Equatorial. Esse aquecimento altera a circulação dos ventos, as temperaturas e a distribuição das chuvas em diferentes partes do Brasil.</p>
<p>O fenômeno não causa dengue ou chikungunya diretamente. Mas temperaturas mais elevadas podem favorecer a presença e a atividade do Aedes aegypti, enquanto as chuvas aumentam a quantidade de recipientes com água parada nos quais a fêmea deposita seus ovos.</p>
<p>A seca também pode ampliar o risco quando leva a população a armazenar água em caixas, tonéis e outros reservatórios sem vedação adequada. Neste ano, a preocupação é maior porque as projeções apontam um El Niño mais intenso, com efeitos já no segundo semestre.</p>
<h2>Sintomas de dengue e chikungunya</h2>
<p>Dengue e chikungunya são doenças virais transmitidas principalmente pela picada do Aedes aegypti. Ambas podem causar febre, dor de cabeça, cansaço, náuseas, dores musculares e manchas na pele. Na dengue, são mais comuns a febre alta, a dor atrás dos olhos e as dores no corpo. Dor abdominal intensa, vômitos persistentes, dificuldade para respirar e sangramentos indicam risco de agravamento.</p>
<p>A chikungunya se distingue principalmente pela dor intensa e pelo inchaço nas articulações, que podem persistir por meses ou anos. Como os sintomas das duas doenças são semelhantes, a orientação é procurar atendimento e evitar a automedicação, especialmente ácido acetilsalicílico e anti-inflamatórios, que podem aumentar o risco de sangramento em casos de dengue.</p>
<h2>Mais fatores que podem influenciar uma epidemia</h2>
<p>A estimativa de 1,7 milhão de casos de dengue em 2027 foi construída a partir de cenários climáticos e não representa um número definitivo.</p>
<p>A evolução real da epidemia dependerá ainda de fatores que não podem ser antecipados pelo cenário climático, como a imunidade da população, os sorotipos em circulação, a cobertura vacinal, as condições socioeconômicas e a eficácia das ações de controle do mosquito. Também não antecipam a possibilidade de novas áreas passarem a registrar transmissão.</p>
<p>As estimativas poderão ser atualizadas conforme os indicadores climáticos e epidemiológicos evoluírem ao longo do segundo semestre.</p>
<h2>Como evitar a proliferação do mosquito</h2>
<p>O Aedes aegypti vive principalmente dentro das casas ou em suas proximidades. A principal forma de prevenção é eliminar os locais onde o mosquito pode depositar seus ovos.</p>
<p>A população deve esvaziar e limpar recipientes que acumulem água, manter caixas-d’água e outros reservatórios bem tampados, limpar calhas e ralos, tratar piscinas e descartar corretamente pneus, garrafas e outros objetos. Telas, mosquiteiros, roupas que protejam o corpo e repelentes também ajudam a evitar as picadas.</p>
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