<rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:base="https://globalsouthworld.com/rss/tag/M%C3%A3es%20at%C3%ADpicas" version="2.0">
  <channel>
    <atom:link href="https://www.globalsouthworld.com.br/rss/tag/M%C3%A3es%20at%C3%ADpicas" rel="self" type="application/rss+xml" />
    <title>Global South World Brasil - Mães atípicas</title>
    <link>https://www.globalsouthworld.com.br</link>
    <language>pt-BR</language>
    <description><![CDATA[Notícias, opinião e análise voltadas para o Sul Global e as nações emergentes do mundo, do Global South World Brasil.]]></description>
    <copyright>Copyright © 2026 — Global South World Brazil</copyright>
    <item>
      <title>SUS lança teleatendimento psicológico a vítimas de violência e mães atípicas</title>
      <link>https://www.globalsouthworld.com.br/article/sus-oferece-teleatendimento-psicologico-a-vitimas-de-violencia-e-maes-atipicas</link>
      <guid isPermaLink="true">https://www.globalsouthworld.com.br/article/sus-oferece-teleatendimento-psicologico-a-vitimas-de-violencia-e-maes-atipicas?feed=M%C3%A3es%20at%C3%ADpicas</guid>
      <pubDate>Tue, 25 Aug 2026 12:38:00 Z</pubDate>
      <description><![CDATA[<p>O Sistema Único de Saúde (SUS) implantou um serviço nacional de atendimento psicológico online destinado a mulheres que vivem ou já viveram situações de violência. Também inclui mães atípicas e outras mulheres que cuidam de familiares com deficiência, transtornos do neurodesenvolvimento ou doenças raras. A previsão é disponibilizar 100 mil teleatendimentos por mês em todo o país.</p>
<p>Para mulheres em situação de violência, já existia um projeto-piloto, iniciado em março deste ano, no Rio de Janeiro e no Recife. Nesta segunda-feira, 24, o serviço passou a estar disponível em todos os estados. O teleatendimento, porém, recebeu a inclusão de mulheres que exercem o papel de cuidar de algum parente. O Ministério da Saúde menciona, além das mães, tias, avós, irmãs e outras familiares.</p>
<p>Consulta realizada a distância, o teleatendimento é composto de sessões online com psicólogas capacitadas pelo ministério para prestar atendimento em ambiente virtual e identificar possíveis situações de risco.</p>
<h2>Como pedir o atendimento</h2>
<p>O acesso é feito pelo aplicativo Meu SUS Digital. A pessoa deve entrar com sua conta gov.br, acessar a área “Miniapps” e selecionar “Acolhe Mais + - Agora Tem Especialistas em Saúde Mental para Mulheres”.</p>
<p>Em seguida, ela será direcionada à plataforma da Agência Brasileira de Apoio à Gestão do SUS (AgSUS), onde deverá fazer o cadastro e informar se vive ou já viveu uma situação de violência ou se cuida de uma pessoa com deficiência, transtorno do neurodesenvolvimento ou doença rara.</p>
<p>Em até 24 horas, a equipe entra em contato para que a usuária escolha o dia e o horário da consulta. Na data marcada, ela recebe o link para entrar no atendimento online.</p>
<p>O serviço funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 20h, e aos sábados, das 8h às 14h.</p>
<h2>Até dez sessões</h2>
<p>Cada usuária poderá fazer até dez sessões, com possibilidade de iniciar um novo ciclo quando necessário. No caso das mulheres em situação de violência, o primeiro contato inclui a avaliação de possíveis riscos, da rede de apoio disponível e das principais necessidades da paciente.</p>
<p>Ao final das sessões, a mulher poderá ser encaminhada para continuar o acompanhamento em um Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) ou em outro serviço da rede do SUS. O CAPS também pode ser procurado diretamente.</p>
<p>Em situações de risco imediato, a usuária será orientada a buscar atendimento de emergência pelos canais adequados, como o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) ou a Polícia Militar, pelo 190. Para casos graves que não exijam intervenção emergencial naquele momento, profissionais do atendimento poderão realizar encaminhamentos para outros serviços, de acordo com as necessidades identificadas.</p>
<h2>Cuidado para quem cuida</h2>
<p>A inclusão das mães atípicas e de outras mulheres cuidadoras procura facilitar o acesso à saúde mental de quem dedica parte significativa da rotina ao cuidado de outra pessoa e pode enfrentar dificuldades para comparecer a consultas presenciais. A modalidade online busca contornar obstáculos como falta de tempo, distância e dificuldade de deslocamento.</p>
<p>Dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT) citados pelo ministério apontam que, no mundo, 75% desse tipo de cuidado, que não é remunerado, são realizados por mulheres.</p>
<h2>Violência contra mulheres</h2>
<p>A expansão do serviço ocorre em um cenário de aumento das notificações de violência contra mulheres registradas pelos serviços de saúde. Os registros de violência física, psicológica, sexual ou financeira passaram de 167,4 mil, em 2015, para 348,5 mil, em 2025, segundo o Ministério da Saúde. Os números incluem notificações feitas pelas redes pública e privada.</p>
<p>O teleatendimento funcionará como uma primeira forma de acolhimento e início do acompanhamento em saúde mental. Quando necessário, o cuidado será articulado posteriormente com os serviços do SUS nos estados e municípios.</p>
]]></description>
      <source url="https://www.globalsouthworld.com.br">Global South World Brasil</source>
      <media:content url="https://gsw.codexcdn.net/assets/asHH0bEvwhwCdQYAN.jpg?width=1280&amp;height=720&amp;quality=75&amp;r=fill&amp;g=no" medium="image" type="image/jpeg">
        <media:credit role="provider">Depositphotos</media:credit>
        <media:title>mulher-janela</media:title>
      </media:content>
      <dc:creator><![CDATA[Lena Castellon]]></dc:creator>
    </item>
  </channel>
</rss>