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    <title>Global South World Brasil - India</title>
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    <language>pt-BR</language>
    <description><![CDATA[Notícias, opinião e análise voltadas para o Sul Global e as nações emergentes do mundo, do Global South World Brasil.]]></description>
    <copyright>Copyright © 2026 — Global South World Brazil</copyright>
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      <title>Guerra no Oriente Médio e tarifas impostas pelos EUA testam a unidade do Brics</title>
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      <pubDate>Sun, 13 Sep 2026 11:27:00 Z</pubDate>
      <description><![CDATA[<p>A guerra no Oriente Médio e as tarifas impostas pelos Estados Unidos atravessaram as discussões da 18ª Cúpula do Brics, realizada neste fim de semana (12 e 13), em Nova Délhi, na Índia, e colocaram à prova a capacidade do bloco de construir posições comuns entre países com interesses políticos e econômicos distintos.</p>
<p>Anfitrião do encontro, o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, recebeu líderes como os presidentes Xi Jinping, da China; Vladimir Putin, da Rússia; Cyril Ramaphosa, da África do Sul; e Masoud Pezeshkian, do Irã. O Brasil, que exerceu a presidência do Brics em 2025, foi representado pelo ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira.</p>
<p>O encontro resultou na Declaração de Nova Délhi, documento de 140 parágrafos que reúne posições sobre os conflitos internacionais, comércio, reforma das instituições multilaterais, sistemas de pagamento, saúde e inteligência artificial, entre outras áreas de cooperação.</p>
<h2>Intensa negociação para acordo sobre o Oriente Médio</h2>
<p>O consenso sobre o Oriente Médio foi um dos mais difíceis. Em maio, uma reunião de chanceleres do Brics terminou sem uma declaração conjunta diante das divergências sobre a guerra entre Estados Unidos e Israel contra o Irã. O impasse envolvia especialmente o regime iraniano e o dos Emirados Árabes Unidos, integrantes do bloco que ocupam posições opostas no conflito.</p>
<p>As diferenças persistiram até os dias anteriores à cúpula. O Irã buscava uma condenação mais explícita aos Estados Unidos e a Israel, enquanto os Emirados defendiam que os ataques iranianos também fossem condenados. Depois de meses de negociações, os 11 integrantes do bloco chegaram a uma formulação comum.</p>
<p>A solução foi um texto que evita responsabilizar diretamente os países envolvidos. A Declaração de Nova Délhi manifesta “profunda preocupação” com a escalada das tensões, pede “máxima contenção” e defende diálogo e diplomacia para alcançar paz, segurança e estabilidade duradouras na região.</p>
<p>O documento também ressalta a necessidade de proteger civis e infraestrutura civil, respeitar a soberania e a integridade territorial dos países e preservar o fluxo do comércio, das cadeias globais de abastecimento e de energia.</p>
<p>A declaração é mais específica ao tratar das instalações nucleares. Os países manifestam preocupação com ataques deliberados contra infraestrutura civil e instalações nucleares destinadas a fins pacíficos e submetidas às salvaguardas da Agência Internacional de Energia Atômica. O Brics afirma que a segurança dessas instalações deve ser preservada inclusive durante conflitos armados.</p>
<p>A cúpula também abriu espaço para uma aproximação direta. Pezeshkian reuniu-se com o príncipe herdeiro de Abu Dhabi, Khaled bin Mohamed bin Zayed Al Nahyan, à margem do encontro.</p>
<h2>Gaza e Estado palestino</h2>
<p>A situação dos palestinos também ocupa espaço importante na declaração. O Brics defende a manutenção do cessar-fogo e o acesso humanitário pleno e sem obstáculos à Faixa de Gaza, rejeita o deslocamento forçado da população palestina e reafirma apoio à solução de dois Estados.</p>
<p>O documento defende ainda a entrada da Palestina como membro pleno das Nações Unidas e um Estado palestino independente e viável, dentro das fronteiras internacionalmente reconhecidas de 1967, incluindo Gaza e Cisjordânia e tendo Jerusalém Oriental como capital.</p>
<h2>Xi volta à Índia após sete anos</h2>
<p>Além das negociações entre os integrantes do Brics, a cúpula abriu espaço para encontros bilaterais entre algumas das maiores potências do grupo.</p>
<p>Xi Jinping voltou à Índia depois de sete anos. A visita ocorreu após um longo período de tensão entre Pequim e Nova Délhi, agravado pelos confrontos entre tropas dos dois países na fronteira do Himalaia em 2020.</p>
<p>Modi e Xi discutiram a recuperação das relações bilaterais, a disputa na fronteira, comércio e acesso aos mercados. Os dois defenderam que as diferenças entre China e Índia não se transformem em disputas. Xi também pediu uma atuação maior do Brics na busca da paz no Oriente Médio e criticou tarifas indiscriminadas e medidas protecionistas.</p>
<p>Modi também se reuniu com Vladimir Putin. No encontro, realizado no dia 11, às vésperas da abertura formal da cúpula, os dois discutiram comércio, energia, defesa, espaço e outras áreas da relação entre Índia e Rússia. Também conversaram sobre os conflitos no Oriente Médio e na região do Mar Negro e seus impactos sobre o comércio marítimo.</p>
<p>A guerra contra a Ucrânia entrou, portanto, nas conversas entre os líderes. Modi voltou a defender diálogo e diplomacia para solucionar os conflitos e reiterou a disposição da Índia de contribuir para esforços de paz. A guerra iniciada pela invasão russa da Ucrânia, em fevereiro de 2022, porém, não recebeu uma referência específica na Declaração de Nova Délhi.</p>
<h2>Brasil leva desigualdade e reforma da ONU à declaração</h2>
<p>Sem a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o Brasil foi representado por Mauro Vieira. Entre as propostas de interesse brasileiro incorporadas ao resultado da cúpula está a criação de um painel internacional sobre desigualdade, iniciativa apresentada em conjunto por Brasil e África do Sul para produzir conhecimento e recomendações voltados ao enfrentamento das disparidades econômicas e sociais.</p>
<p>Outra pauta histórica da diplomacia brasileira aparece no capítulo sobre a reforma da governança internacional. O Brics defende mudanças nas Nações Unidas e em instituições como Fundo Monetário Internacional (FMI), Banco Mundial e Organização Mundial do Comércio (OMC), com maior representação dos países em desenvolvimento.</p>
<p>China e Rússia, integrantes permanentes do Conselho de Segurança da ONU, reiteraram apoio às aspirações de Brasil e Índia de exercer um papel maior nas Nações Unidas, inclusive no Conselho de Segurança. O documento, porém, não afirma expressamente que os dois países devam receber assentos permanentes.</p>
<p>A posição sobre comércio também toca diretamente o Brasil. O país está entre as economias atingidas pelas medidas tarifárias adotadas pelos Estados Unidos. Na declaração, os integrantes do Brics manifestam “sérias preocupações” com tarifas e medidas não tarifárias unilaterais consideradas incompatíveis com as regras da OMC.</p>
<p>Vieira afirmou durante a cúpula que o sistema de governança global passa por um “colapso” e defendeu um “multilateralismo renovado e legítimo”. A reforma das instituições internacionais, a defesa das regras multilaterais de comércio e o combate à desigualdade ficaram, assim, entre os pontos defendidos pelo Brasil que aparecem no resultado do encontro.</p>
<h2>Tarifas entram na mira do Brics</h2>
<p>Embora não mencione os Estados Unidos no trecho sobre comércio, a declaração critica tarifas e outras medidas unilaterais consideradas incompatíveis com as regras da OMC.</p>
<p>Segundo o documento, essas barreiras podem reduzir o comércio, romper cadeias globais de suprimentos e ampliar as desigualdades econômicas. O Brics também condena medidas coercitivas unilaterais contrárias ao direito internacional, incluindo sanções econômicas e sanções secundárias não autorizadas pelo Conselho de Segurança da ONU.</p>
<p>A posição ganha peso diante das políticas comerciais dos Estados Unidos, que atingiram algumas das maiores economias do grupo, entre elas China, Índia e Brasil.</p>
<p>O Brics reafirmou ainda a defesa de um sistema multilateral de comércio centrado na OMC e pediu avanços na reforma da organização.</p>
<h2>Mais negócios em moedas locais</h2>
<p>Os países decidiram continuar as discussões para ampliar o uso de suas próprias moedas no comércio e nos investimentos entre integrantes do Brics.</p>
<p>O trabalho envolve mecanismos de pagamentos internacionais e maior interoperabilidade entre sistemas nacionais, com o objetivo de tornar as transações mais rápidas, baratas, acessíveis e seguras. A declaração ressalta que as soluções devem respeitar as prioridades e as legislações de cada país, sem um modelo único para todos.</p>
<p>O Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), conhecido como Banco do Brics, também é incentivado a ampliar seus financiamentos em moedas locais.</p>
<h2>Saúde e inteligência artificial</h2>
<p>Na área da saúde, uma das iniciativas é avançar na criação de um sistema integrado de alerta precoce para prevenir e responder a grandes surtos de doenças infecciosas.</p>
<p>A declaração também trata de doenças transmitidas entre animais e seres humanos, resistência aos antimicrobianos, desenvolvimento de vacinas e cooperação em saúde digital.</p>
<p>Na inteligência artificial, os integrantes defendem maior cooperação para ampliar o acesso à tecnologia, especialmente no Sul Global, e avançar na discussão sobre a governança internacional da IA. O documento também prevê cooperação em infraestrutura pública digital.</p>
<h2>China assume a presidência em 2027</h2>
<p>A cúpula de Nova Délhi encerra a presidência indiana do Brics em 2026. A China assumirá a presidência rotativa do grupo em 2027 e sediará a 19ª Cúpula do Brics.</p>
<p>A Declaração de Nova Délhi registra o apoio dos demais integrantes à presidência chinesa e à realização do próximo encontro no país.</p>
<p>A passagem do comando para Pequim ocorre em um momento em que o Brics tenta ampliar seu peso na governança mundial sem eliminar as diferenças entre seus integrantes — diferenças que a guerra no Oriente Médio e as disputas comerciais com os Estados Unidos deixaram particularmente evidentes em Nova Délhi.</p>
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      <dc:creator><![CDATA[GSW Brasil]]></dc:creator>
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      <title>Entenda os protestos do movimento estudantil contra o governo da Índia</title>
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      <pubDate>Wed, 22 Jul 2026 12:16:00 Z</pubDate>
      <description><![CDATA[<p>O movimento estudantil  Cockroach Janta Party  (CJP) intensificou as manifestações nesta quarta-feira, 22, em Jantar Mantar, no centro de Nova Délhi, na Índia, exigindo a renúncia do ministro da Educação, Dharmendra Pradhan. </p>
<p>Os protestos ganharam adesão de partidos de oposição no parlamento após escândalos de vazamento de provas e falhas na correção de exames nacionais que afetaram mais de quatro milhões de estudantes. A mobilização se tornou um dos maiores desafios políticos para o governo do primeiro-ministro Narendra Modi desde sua reeleição em 2024.</p>
<p>"Não deixaremos Jantar Mantar até que Dharmendra Pradhan renuncie", disse o porta-voz do CJP, Ashutosh Ranka, sendo aplaudido por apoiadores. "No país onde as pessoas haviam esquecido como fazer perguntas, no país onde criticar o governo era considerado traição — nós agora despertamos esse país."</p>
<h2>Como surgiu o Cockroach Janta Party</h2>
<p>O grupo  Cockroach Janta Party  (CJP), que soma milhões de seguidores em redes sociais, surgiu em maio. A mobilização começou como uma resposta satírica a declarações atribuídas ao juiz-presidente da Suprema Corte, Surya Kant, que comparou jovens a "baratas" e "parasitas" durante uma audiência judicial.</p>
<p>Desde então, o movimento ampliou suas reivindicações para abordar temas como o desemprego, a escassez de oportunidades de trabalho para jovens e críticas ao modelo de governança do primeiro-ministro Narendra Modi.</p>
<p>A crise se aprofundou após irregularidades em exames nacionais:</p>
<h2>Como começaram os protestos?</h2>
<p>Na segunda-feira, 20, no início da sessão legislativa de monção do parlamento, manifestantes tentaram marchar em direção ao prédio do legislativo. A polícia de Délhi utilizou gás lacrimogêneo e cassetetes para conter a marcha. Manifestantes reagiram arremessando pedras, registrando o maior confronto de rua na capital em cinco anos.</p>
<p>A atuação policial foi criticada por organizações internacionais. Em nota, a Anistia Internacional afirmou que o uso da força pela polícia de Délhi levanta questionamentos sobre os critérios de legalidade, necessidade e proporcionalidade previstos pelo direito internacional.</p>
<p>Na quarta-feira, a Suprema Corte da Índia recusou-se a analisar uma petição que alegava truculência policial contra os estudantes.</p>
<p>No local de Jantar Mantar, onde um grupo de ativistas está acampado há quase um mês, uma manifestante disse  que esta era a primeira vez que a juventude do país tinha a oportunidade de erguer sua voz.</p>
<p>"Estou com medo porque na segunda-feira vi a polícia bater nas pessoas e usar a força, mas não temos escolha a não ser manter nosso movimento em frente", disse à AFP Kavya, uma estudante de 20 anos que forneceu apenas o primeiro nome.</p>
<h2>Articulação política no parlamento</h2>
<p>Os estudantes ganharam respaldo da oposição parlamentar. Lideranças políticas realizaram um ato em frente à residência do primeiro-ministro.</p>
<p>Rahul Gandhi, integrante do partido do Congresso, compareceu ao parlamento vestido de preto para exigir pedidos de desculpas formais do governo pela repressão aos protestos. Paralelamente, o líder do  Samajwadi Party , Akhilesh Yadav, criticou o posicionamento de Narendra Modi no parlamento, apontando que o chefe de governo permanece em silêncio sobre um tema que impacta a juventude do país.</p>
<h2>O que diz o Ministério da Educação</h2>
<p>Em suas primeiras declarações públicas após os confrontos, o ministro da Educação, Dharmendra Pradhan, afirmou em publicação nas redes sociais que o governo está disposto a debater o assunto no parlamento e manter o compromisso com reformas institucionais.</p>
<p>Pradhan declarou que o governo deve respostas, transparência e soluções para os estudantes, defendendo a estabilidade do sistema educacional.</p>
<p>O apoio ao CJP cresceu além de Délhi, com protestos menores também sendo realizados em Mumbai, Bengaluru e Goa.</p>
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        <media:credit role="provider">AFP/ IDREES MOHAMMED</media:credit>
        <media:title>protesto estudantil Índia </media:title>
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      <dc:creator><![CDATA[AFP, GSW Brasil]]></dc:creator>
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      <title>Indianos viram ‘treinadores de robôs’ para tarefas domésticas</title>
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      <pubDate>Sat, 20 Jun 2026 01:58:00 Z</pubDate>
      <description><![CDATA[<p>Em 2025, vídeos de cidadãos brasileiros escaneando suas íris em troca de dinheiro viralizaram nas redes sociais. Na época, o World ID, projeto de Sam Altman, CEO da OpenAI, afirmou que o objetivo era criar uma rede de identificação global para diferenciar humanos de robôs e inteligências artificiais (IAs).</p>
<p>Se antes vendiam a ideia de um “certificado de humanidade”, companhias de tecnologia agora investem pesado para tornar robôs e IAs cada vez mais parecidos com os humanos.</p>
<p>Na Índia, trabalhadores de fábricas estão iniciando seus expedientes com uma nova ferramenta: um celular amarrado à testa que registra todas as suas atividades.</p>
<p>Com sensores avançados de movimento, a câmera captura a etiquetagem, prensa e a embalagem de roupas, material bruto extremamente valioso para empresas como a Objectways, que repassa essas gravações para pelo menos dez empresas de dados.</p>
<p>“Vai ser uma nova tendência no mundo todo. Gravar essas sequências de ações é uma maneira muito eficiente para treinar modelos robóticos. Isso vai gerar uma aceleração muito grande no desenvolvimento de humanoides capazes de fazer trabalhos manuais”, explica Joel Ramos, criador do primeiro robô humanoide do Brasil, ao GSW Brasil.</p>
<p>E o chão de fábrica não foi o único alvo: donas de casa estão recebendo até 250 rupias indianas por hora (aproximadamente R$ 13,42) para gravar tarefas do cotidiano, como lavar a louça, arrumar a cama e descascar legumes.</p>
<p>“Quem mais vai te pagar por hora apenas para realizar serviços domésticos? Posso até ter um robô desses no futuro”, disse a dona de casa Nagireddy Sriramyachandra, em entrevista à agência de notícias AFP.</p>
<p>As gravações são exigentes em termos de posicionamento da câmera e captura de movimentos, e podem ser feitas na própria casa do contratado, ou em um estúdio montado pela própria empresa.</p>
<p>O aumento de ofertas é movimento de um mercado que se prepara um futuro que não surpreende. O banco de investimentos norte-americano Morgan Stanley prevê que quase um bilhão de robôs humanoides podem estar em uso para propósitos comerciais e industriais até 2050.</p>
<p>Dados da consultoria norte-americana ABI Research, relatados em julho do ano passado, apontam que, embora hoje a adoção desses robôs ainda seja muito limitada, o mercado pode chegar a cerca de US$ 6,5 bilhões no mundo até o fim da década</p>
<p>Um futuro de novas facilidades que gera renda temporária, mas que pode custar milhões de empregos nas próximas décadas, especialmente na Índia, que conta com quase 490 milhões de trabalhadores informais, segundo dados da think-tank NITI Aayog.</p>
<p>“Essas pessoas serão violentamente substituídas e isso será problemático. Esse tipo de evolução gera uma onda de desemprego, criando uma catástrofe que acaba desacelerando esse mesmo avanço tecnológico para que ele aconteça em sincronia com a transformação social”, detalha Ramos.</p>
<p>Questionado sobre o assunto, Ravi Shankar, fundador da Objectways, afirmou em entrevista à AFP que “alguns trabalhos foram feitos para serem substituídos”. E completou: “Dessa forma, os humanos podem realizar coisas melhores”.</p>
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