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    <title>Global South World Brasil - Flávio Bolsonaro</title>
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    <language>pt-BR</language>
    <description><![CDATA[Notícias, opinião e análise voltadas para o Sul Global e as nações emergentes do mundo, do Global South World Brasil.]]></description>
    <copyright>Copyright © 2026 — Global South World Brazil</copyright>
    <item>
      <title>Como a disputa pelo eleitor religioso virou munição na campanha e tensionou as relações entre STF e TSE </title>
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      <pubDate>Mon, 28 Sep 2026 16:44:00 Z</pubDate>
      <description><![CDATA[<p>Faltando uma semana para o primeiro turno da eleição presidencial, a circulação de um projeto de lei de 2007 que propunha restringir aos católicos o título de padroeira do Brasil atribuído a Nossa Senhora Aparecida passou a ser usada nas redes sociais para desgastar a candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL). </p>
<p>A proposta, de autoria do ex-deputado Victorio Galli (à época, do PMDB) e arquivada há anos na Câmara dos Deputados, ganhou alcance ao ser associada falsamente ao parlamentar, num movimento impulsionado pelo fato de ele ser evangélico e ter um histórico de declarações sobre a relação entre o Estado e a religião, embora jamais tenha apresentado qualquer iniciativa para alterar o estatuto da santa. </p>
<p>A controvérsia escalou quando o ator e humorista Antonio Tabet publicou uma mensagem afirmando que "a família miliciana odeia tanto mulher preta que resolveu atacar Nossa Senhora Aparecida", levando a defesa do candidato a acionar a Justiça Eleitoral sob a alegação de difusão de desinformação.</p>
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<p>A publicação atingiu milhões de visualizações e abriu espaço para que a campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) explorasse o episódio para desgastar o adversário e avançar sobre o eleitorado religioso. </p>
<p>O movimento contou com a participação direta da primeira-dama, Janja da Silva, que compartilhou mensagens de devoção à padroeira, e do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), provocando reações da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e levando Flávio a acusar membros da entidade de atuarem politicamente contra a sua candidatura.</p>
<p> Diante das acusações do parlamentar e do avanço das falsas narrativas, a CNBB reforçou sua posição ao publicar um manifesto em vídeo defendendo que "a democracia também é espaço para que nossas diferenças possam existir com respeito e liberdade" e que "a mentira não se combate com outra mentira", rebatendo qualquer envolvimento institucional na disputa partidária.</p>
<p> A postura da entidade forçou o candidato do PL a ir a público desmentir a autoria do projeto e realizar transmissões ao vivo ao lado de lideranças religiosas para conter o desgaste e frear a perda de apoio entre os católicos moderados.</p>
<h2>O embate no Judiciário e o peso das pesquisas</h2>
<p>O episódio gerou um atrito institucional entre o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e o Supremo Tribunal Federal (STF) em um intervalo de menos de 72 horas. Atuando na Corte Eleitoral, o ministro André Mendonça atendeu a um pedido da campanha de Flávio e mandou remover a postagem de Tabet e conteúdos correlatos sob multa diária de R$ 30 mil, argumentando a necessidade de estancar narrativas inverídicas na reta final da disputa.</p>
<p> No dia seguinte, porém, o ministro Flávio Dino, do STF, acolheu uma reclamação constitucional da defesa do humorista e cassou a decisão de Mendonça, sustentando que a medida configurava censura prévia e apontando que a Justiça Eleitoral não poderia presumir que o termo "família miliciana" se referia diretamente a Flávio Bolsonaro. </p>
<p>A decisão de Dino fez o presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, procurar o presidente do STF, Edson Fachin, para protestar contra a interferência direta sobre a jurisdição eleitoral e defender a autonomia do tribunal no controle da propaganda eleitoral.</p>
<p>Paralelamente ao desgaste no segmento católico, o debate religioso acumulou tensão no campo evangélico devido à pressão exercida por aliados conservadores sobre a atuação do próprio André Mendonça no julgamento do Caso Master. </p>
<p>Indicado ao Supremo por Jair Bolsonaro sob a premissa de representar a bancada "terrivelmente evangélica", Mendonça passou a ser cobrado ostensivamente por apoiadores do ex-presidente por posicionamentos considerados desalinhados das expectativas da base política que viabilizou sua nomeação, expondo a volatilidade do eleitorado religioso perante a conduta dos tribunais superiores.</p>
<p>A exploração do episódio pela campanha de Lula e a reação defensiva do grupo de Flávio refletem os recortes demográficos das últimas pesquisas de intenção de voto. </p>
<p>No levantamento Quaest divulgado nesta segunda-feira, Lula registra 39% das intenções de voto gerais no primeiro turno contra 34% de Flávio Bolsonaro, mas as estratificações por religião mostram que o atual presidente soma 48% das preferências entre os católicos — grupo que representa quase metade do eleitorado nacional —, enquanto o senador do PL mantém 27%. Entre os evangélicos, o cenário mostra Flávio liderando com 46% contra 27% de Lula.</p>
<p>Com o avanço para 48% entre os católicos e a aproximação com símbolos religiosos na reta final, a campanha petista busca blindar sua vantagem e explorar a rejeição de Flávio no segmento, enquanto a candidatura do PL atua na contenção de danos entre os católicos e tenta assegurar a coesão de sua base evangélica diante das cobranças sobre o STF.</p>
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        <media:title>Nossa Senhora da Conceição Aparecida</media:title>
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      <dc:creator><![CDATA[Carlos Eduardo Vasconcellos]]></dc:creator>
    </item>
    <item>
      <title>Lula chega à reta final da campanha sem a folga que tinha sobre Bolsonaro em 2022 </title>
      <link>https://www.globalsouthworld.com.br/article/lula-chega-a-reta-final-da-campanha-sem-a-folga-que-tinha-sobre-bolsonaro-em-2022</link>
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      <pubDate>Sun, 27 Sep 2026 10:00:00 Z</pubDate>
      <description><![CDATA[<p>A uma semana do primeiro turno das eleições, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registra quatro pontos percentuais de vantagem numérica sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL) na disputa pela Presidência, segundo levantamento Datafolha divulgado nesta quinta-feira (24). Com uma margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, o resultado no limite do intervalo de variação configura um empate técnico.</p>
<p>O dado revela um caminho mais difícil para o petista do que o registrado no mesmo período da campanha de 2022, quando Lula mantinha uma dianteira de 14 pontos sobre o então presidente Jair Bolsonaro (PL), marcando 47% das intenções de voto contra 33% do adversário. A margem de erro da pesquisa era a mesma que a do último levantamento feito pelo instituto.</p>
<p>Há quatro anos, o Datafolha indicava que Lula tinha 50% dos votos válidos na reta final, alimentando a expectativa de liquidar a eleição no primeiro turno. Nas urnas, contudo, o petista obteve 48,4% dos votos válidos contra 43,2% de Jair Bolsonaro, levando a decisão para a segunda rodada, na qual se elegeu com 50,9% dos votos. </p>
<p>Entre os eleitores com renda de até dois salários mínimos, Lula registra hoje 46% das intenções de voto contra 32% de Flávio Bolsonaro, patamar inferior aos 57% contra 24% registrados em 2022. </p>
<p>Na faixa de dois a cinco salários mínimos, o petista soma 33% contra 41% do rival do PL, mantendo a desvantagem que já apresentava na eleição passada (36% a 43%). Já no eleitorado feminino, a liderança de Lula caiu de 49% contra 29% em 2022 para 42% contra 33% no levantamento atual.</p>
<p>O quadro de rejeição e avaliação de governo também se mostra menos favorável ao Palácio do Planalto do que há quatro anos. A taxa de eleitores que afirmam não votar em Lula de jeito nenhum subiu de 39% em 2022 para 45% em 2026, empatando exatamente com a rejeição creditada a Flávio Bolsonaro (45%). Em 2022, Jair Bolsonaro acumulava 52% de rejeição a dez dias do pleito. </p>
<p>Quanto ao desempenho da gestão, 40% dos entrevistados classificam o governo Lula 3 como ruim ou péssimo, enquanto 34% o consideram ótimo ou bom. No mesmo período da campanha anterior, a gestão de Jair Bolsonaro era reprovada por 44% e aprovada por 32% do eleitorado.</p>
<p>A pesquisa mais recente do Datafolha ouviu 2.002 eleitores entre os dias 22 e 23 de setembro em 125 municípios, e foi ecomendado pela Folha de S.Paulo e pela TV Globo, com margem de erro de dois pontos percentuais e registro na Justiça Eleitoral sob o código BR-00304/2026.</p>
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        <media:credit role="provider">Montagem/GSW Brasil</media:credit>
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      <dc:creator><![CDATA[GSW Brasil]]></dc:creator>
    </item>
    <item>
      <title>Como o custo de vida corroeu um trunfo de Lula e virou motor da oposição </title>
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      <pubDate>Fri, 25 Sep 2026 18:43:00 Z</pubDate>
      <description><![CDATA[<p>O IPCA (Índice de Preços no Consumidor) caiu de 0,07% em julho para uma deflação de 0,32% em agosto, a menor taxa para o mês desde 2022, enquanto o desemprego recuou para 5,3% no trimestre encerrado em julho, 0,3 ponto percentual abaixo de um ano antes, segundo o IBGE, e o rendimento médio real está em R$ 3.762, 3,3% acima do registrado no mesmo período de 2025. Esses bons indicadores econômicos, usados pelo governo  Lula  (PT) como argumento para a reeleição, porém,  não refletem na percepção da população.</p>
<p>Segundo pesquisa Quaest divulgada neste mês,  67% dos entrevistados disseram ter percebido aumento nos preços dos alimentos no mês anterior , enquanto apenas 9% afirmaram ter notado queda.</p>
<p>A distância entre os números da economia e a experiência cotidiana ajuda a explicar um dos principais problemas da campanha de Lula e que tem sido explorada pela oposição, especialmente  Flávio Bolsonaro  (PL), que concentra parte das suas propagandas na televisão no poder de compra das famílias e nos preços dos alimentos.</p>
<p>Em agosto, durante agenda em Alagoas, o candidato afirmou que os R$ 600 do Bolsa Família “enchiam o carrinho” durante o governo de Jair Bolsonaro, mas “agora não enchem mais”. Em outro evento, no Rio Grande do Sul, disse que seu compromisso seria “fazer com que a comida volte a ficar barata, como era na época do presidente Bolsonaro”.</p>
<p>O dilema vivido por Lula guarda paralelos diretos com o cenário enfrentado por  Joe Biden  nos Estados Unidos em 2024. Na ocasião, o democrata apresentava números de emprego históricos e queda na inflação, mas acabou tragado pela "inflação percebida" no cotidiano das famílias americanas, que não sentiam a recuperação no bolso.</p>
<p>“Existe uma percepção contagiante de mal-estar econômico ligado à alimentação que contamina até os eleitores que sabem que há números positivos na macroeconomia. Aconteceu exatamente isso com o próprio Biden nos Estados Unidos, e a oposição está sabendo explorar muito bem essa sensação”, avalia o  cientista político Leandro Consentino, professor do Insper.</p>
<p>A mesma mensagem aparece no plano de governo do filho de Jair, que dedica um capítulo ao tema com o título  “Brasil Mais Barato — para sobrar dinheiro no fim do mês”.  O documento afirma que o governo Lula tornou tudo mais caro e promete reduzir impostos sobre o consumo, os custos de transporte e a conta de luz, além de criar medidas para diminuir o preço dos alimentos e fazer acenos liberais no estilo do argentino Javier Milei.</p>
<p>Nas redes sociais, a campanha também levou a disputa para dentro dos supermercados, com vídeos de Flávio mostrando preços nas prateleiras e associando o custo da comida ao governo Lula.</p>
<p>O  avanço de Flávio nas últimas pesquisas  indica que a estratégia surtiu efeito, o que provocou respostas de Lula que passou a abordar preço de alimentos, renda e poder de compra em suas peças na televisão.</p>
<p>Para Consentino, a dificuldade do governo está justamente em transformar indicadores que melhoraram em uma percepção concreta para o eleitor. “Por mais que você exiba indicadores macroeconômicos sólidos, não é isso que o brasileiro come no dia a dia. Você precisa transformar essa narrativa de indicadores econômicos positivos em ativos do ponto de vista socioeconômico para o dia a dia da população.”</p>
<p>Ao podcast Café da Manhã, da Folha de S. Paulo, a economista  Monica de Bolle  diferencia inflação e nível de preços e ajuda a explicar por que uma queda do IPCA não significa necessariamente que o consumidor tenha a sensação de que a vida ficou mais barata.</p>
<p>“Uma coisa é a gente falar que o preço da carne, do ovo e do leite está maior do que há dois anos. Outra coisa é falar que a inflação está mais alta que há dois anos. Mas, no final, o que fica mais evidente para o consumidor é isso que muitas das campanhas estão explorando.”</p>
<h2>A contraofensiva do Planalto</h2>
<p>Em setembro, Lula anunciou um  reajuste de 15,04% no Bolsa Família , elevando o benefício mínimo de R$ 600 para R$ 691 a partir de outubro — anunciado a apenas 17 dias do primeiro turno. O anúncio veio depois de reuniões do presidente com mulheres que relataram dificuldades para manter o orçamento familiar diante da alta dos preços, especialmente dos alimentos.</p>
<p>Para Consentino, a proximidade da medida com a eleição contribui para que ela seja interpretada também sob uma perspectiva eleitoral. “O governo está anunciando muita coisa agora, muito próximo das eleições, e isso tende a ser visto como algo eleitoreiro — o que, por vezes, é eleitoreiro mesmo. Reajustar o Bolsa Família faltando poucos dias para o primeiro turno guarda muita relação com a dinâmica do pleito. Em parte, o governo escancara esse tipo de percepção e, de novo, a oposição sabe explorar muito bem essa questão.”</p>
<p>A campanha de Lula também passou a responder diretamente à ofensiva de Flávio sobre os preços dos alimentos. Em 17 de setembro, o programa eleitoral do presidente levou o tema para a televisão e associou a alta do arroz e do feijão ao governo Jair Bolsonaro, reconhecendo também que a situação ainda não atinge o patamar ideal.</p>
<p> “Eu sei que ainda não está bom. Tem gente prometendo baixar o preço das coisas. Mas, quando eles tiveram a caneta na mão, o arroz e o feijão chegaram às alturas”, afirmou Lula, que citou medidas adotadas ou anunciadas pelo governo para aumentar o poder de compra, como a isenção de impostos sobre produtos da cesta básica, a ampliação do limite de faturamento do MEI, o reajuste do salário mínimo acima da inflação e a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil.</p>
<p>Monica de Bolle afirma que medidas como o reajuste do Bolsa Família podem produzir algum alívio no orçamento, mas o efeito eleitoral depende de quanto essas ações conseguem alterar a experiência concreta do eleitor até a votação.</p>
<p>No documento da campanha de Flávio que prevê redução de impostos sobre o consumo e medidas relacionadas aos preços de energia e combustíveis, além de propostas para diminuir custos de transporte, melhorar a logística e ampliar a capacidade de armazenamento de alimentos.</p>
<p>Para a economista, porém, as propostas de Flávio para o tema  deixa questões econômicas sem resposta, já que não explica quais mudanças seriam feitas na área fiscal e quais tributos poderiam ser reduzidos.</p>
<p>“A estratégia de apontar pro governo Lula e falar que está tudo errado, que está tudo mais caro mas não dar detalhes, é problemática porque, no final das contas, o que Flávio diz para os seus eleitores o que vão fazer?”, questiona.</p>
<p>A economista também considera que a disputa ainda está concentrada em medidas de efeito mais imediato, sem que as duas campanhas tenham apresentado ao eleitor uma discussão mais detalhada sobre os próximos anos.</p>
<p>“O importante pras duas campanhas seria apresentar para o eleitorado uma perspectiva futura, para além do imediato. Sobre isso a gente não tem qualquer discussão.”</p>
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      <dc:creator><![CDATA[Carlos Eduardo Vasconcellos]]></dc:creator>
    </item>
    <item>
      <title>Datafolha: Lula tem 40% e Flávio Bolsonaro, 36; candidatos empatam tecnicamente em 2º turno</title>
      <link>https://www.globalsouthworld.com.br/article/datafolha-lula-tem-40-e-flavio-bolsonaro-36-candidatos-empatam-tecnicamente-em-2-turno</link>
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      <pubDate>Thu, 24 Sep 2026 22:02:00 Z</pubDate>
      <description><![CDATA[<p>Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira, 24, mostra o presidente Lula (PT) na liderança com 40% das intenções de voto, contra 36% de Flávio Bolsonaro (PL). O levantamento foi encomendado pela Globo e pelo jornal Folha de S. Paulo.</p>
<p>Na comparação com a rodada anterior do instituto, Lula oscilou um ponto positivamente, enquanto Flávio manteve o percentual de votos.</p>
<p>Aparecem na sequência Augusto Cury (Avante), com 6%; Ronaldo Caiado (PSD), 4%; Renan Santos (Missão), 3% e Romeu Zema (Novo) e Samara Martins (UP) com 1%. Os demais candidatos não pontuaram.</p>
<p>Brancos e nulos são 5%, enquanto 2% ainda não decidiram em quem votar.</p>
<p>Na modalidade espontânea -- quando os candidatos não são apresentados ao eleitor --, Lula também oscilou um ponto positivamente (de 35 para 36%) e Flávio manteve o percentual de intenção de voto.</p>
<h2>2º turno</h2>
<p>Em eventual disputa de 2º turno, o petista soma 47% das intenções de voto e Flávio, 45%, em situação de empate técnico dentro da margem de erro, que é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.</p>
<p>Na pesquisa anterior, Lula tinha 46% e seu oponente somava 44%.</p>
<p>O Datafolha também simulou cenários de segundo turno entre Lula e os pré-candidatos Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo), Renan Santos (Missão) e Augusto Cury (Avante).</p>
<p>Lula x Ronaldo Caiado</p>
<p>Lula (PT): 46% (eram 46%)</p>
<p>Ronaldo Caiado (PSD): 44% (eram 42%)</p>
<p>Em branco/nulo/nenhum: 9% (eram 10%)</p>
<p>Indecisos: 1% (eram 2%)</p>
<p>Lula x Romeu Zema</p>
<p>Lula (PT): 48% (eram 49%)</p>
<p>Romeu Zema (Novo): 39% (eram 39%)</p>
<p>Em branco/nulo/nenhum: 11% (eram 11%)</p>
<p>Indecisos: 1% (eram 2%)</p>
<p>Lula x Renan Santos</p>
<p>Lula (PT): 48% (eram 47%)</p>
<p>Renan Santos (Missão): 39% (eram 38%)</p>
<p>Em branco/nulo/nenhum: 12% (eram 13%)</p>
<p>Indecisos: 2% (eram 2%)</p>
<p>Lula x Augusto Cury</p>
<p>Lula (PT): 46% (eram 44%)</p>
<p>Augusto Cury (Avante): 43% (eram 43%)</p>
<p>Em branco/nulo/nenhum: 9% (eram 10%)</p>
<p>Indecisos: 1% (era 1%)</p>
<p>O levantamento do Datafolha foi realizado entre os dias 22 e 23 de setembro, ouvindo 2.002 pessoas de 16 anos ou mais. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no TSE sob o número BR-00304/2026.   </p>
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        <media:credit role="provider">Montagem/GSW Brasil</media:credit>
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      <dc:creator><![CDATA[Carlos Eduardo Vasconcellos]]></dc:creator>
    </item>
    <item>
      <title>Avanço de Flávio nas pesquisas antecipa articulações com Centrão por 2º turno</title>
      <link>https://www.globalsouthworld.com.br/article/crescimento-de-flavio-nas-pesquisas-antecipa-articulacoes-com-centrao-para-o-2-turno</link>
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      <pubDate>Thu, 24 Sep 2026 18:46:00 Z</pubDate>
      <description><![CDATA[<p>O avanço de  Flávio Bolsonaro (PL)  nas últimas pesquisas, que passaram a mostrar um cenário de  empate técnico com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT)  em  eventual segundo turno, já leva partidos do Centrão a antecipar movimentos em relação à disputa.</p>
<p>Legendas que   adotaram neutralidade no primeiro turno a fim de preservar arranjos regionais e aguardar o resultado das urnas  já discutem a possibilidade de apoiar o senador na segunda etapa do pleito , enquanto Lula tenta manter parte desse grupo ao seu lado ou, ao menos, evitar uma adesão em bloco ao candidato do ‘Zero Um’.</p>
<p>Para a campanha de Flávio, terminar o primeiro turno à frente de Lula seria um trunfo nas negociações com os partidos que ainda não escolheram um lado. Aliados do senador avaliam que a  liderança nas urnas na votação de 4 de outubro fortaleceria sua posição para atrair o Centrão  e reunir setores que hoje mantêm neutralidade em torno de sua candidatura. </p>
<p>O jornal Folha de S. Paulo reportou que Flávio já costura acordos com dirigentes partidários e, nesta semana, encontrou o senador Ciro Nogueira (PI), presidente do PP, e Antonio Rueda, do União Brasil, para lograr o apoio das siglas à candidatura em eventual segundo turno.</p>
<p>A federação avalia a possibilidade, mas a negociação envolve garantias de espaço em um eventual governo bolsonarista e, principalmente, na eleição para a presidência do Senado em fevereiro de 2027.</p>
<p>A permanência de Davi Alcolumbre (União-AP) no comando da Casa é defendida pelos partidos, mas o senador tem mantido diálogo com o governo Lula e é contrário ao avanço de processos de impeachment contra ministros do Supremo Tribunal Federal, pauta cara ao bolsonarismo.</p>
<h2>Os cálculos dos partidos</h2>
<p>A movimentação do PP também passa pela situação de Ciro Nogueira, que disputa a reeleição ao Senado pelo Piauí e vinha defendendo a neutralidade do partido no primeiro turno, mas acabou se aproximando da possibilidade de apoiar Flávio depois que a relação com Lula se desgastou em razão do nível de apoio do presidente a outros candidatos na disputa pelas duas vagas ao Senado do estado -- Marcelo Castro (MDB) e Júlio César (PSD).</p>
<p>Enquanto a federação União-PP se reaproxima de Flávio, os demais partidos do Centrão mantêm maior cautela. No Republicanos, lideranças avaliam que a eleição continua aberta e trabalham para preservar a distância da disputa presidencial, deixando para depois do primeiro turno a decisão sobre  eventual apoio. </p>
<p>A legenda, que tem uma bancada significativa no Congresso e interesses eleitorais espalhados por diferentes estados, também precisa considerar as alianças regionais antes de aderir a qualquer candidato.</p>
<p>No PSD, aliados de Lula tentam garantir a neutralidade do partido no segundo turno, enquanto  Ronaldo Caiado, candidato da legenda à Presidência, tende a apoiar Flávio  caso fique de fora da disputa definitiva. O presidente nacional do partido e vice de Caiado na chapa, Gilberto Kassab, deve ficar neutro e pode dificultar uma decisão nacional de apoio ao candidato do PL. </p>
<p>O partido ainda reúne uma ala importante no Nordeste, onde lideranças têm maior proximidade com Lula, o que aumenta a dificuldade de construir uma posição única para a legenda.</p>
<p>A movimentação de Flávio também recalibrou a estratégia da campanha de Lula , que passou a concentrar esforços menos na tentativa de conter uma aproximação nacional das siglas com o candidato do PL e mais na preservação de suas alianças regionais.</p>
<p>O petista busca dissidências entre governadores, senadores, deputados e outras lideranças de cada estado, mantendo canais com nomes como  Hugo Motta (Republicanos-PB) , presidente da Câmara, e  Alcolumbre , numa tentativa de preservar nos estados alianças que podem não acompanhar uma eventual decisão nacional dos partidos pelo candidato do PL.</p>
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        <media:title>Flávio Bolsonaro (PL)</media:title>
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      <dc:creator><![CDATA[Leonardo Rodrigues]]></dc:creator>
    </item>
    <item>
      <title>Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) empatam em 1º e 2º turno, diz Datafolha</title>
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      <pubDate>Thu, 17 Sep 2026 22:28:00 Z</pubDate>
      <description><![CDATA[<p>Lula (PT)  tem 39% das intenções de voto no primeiro turno, contra 36% de  Flávio Bolsonaro (PL) , segundo a nova pesquisa Datafolha, encomendada pela Globo e pela Folha de S.Paulo e divulgada nesta sexta-feira (17).</p>
<p>O empate coloca os dois postulantes em um  empate técnico dentro da margem de erro , que é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. </p>
<p>Há uma semana, Lula tinha 39% enquanto Flávio marcava 35%.</p>
<p>Esse é o primeiro levantamento do instituto após a sessão do Supremo Tribunal Federal (STF) que iniciou a análise do processo sobre possível investigação de Moraes.</p>
<p>Na terça-feira (15), a corte suspendeu a sessão que analisaria a abertura de uma investigação sobre as relações entre o ministro Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, que mantinha um contrato de R$ 131 milhões com o escritório de advocacia da mulher do magistrado.</p>
<p>Atrás dos líderes vêm Augusto Cury (Avante), com 6%, Ronaldo Caiado (PSD), com 4%, Renan Santos (Missão), com 3%, e Romeu Zema (Novo), com 2%. Samara (UP) e Rui Costa Pimenta (PCO) marcam 1%. Os demais não pontuaram.</p>
<p>Na simulação de segundo turno, Lula aparece com 46% das intenções de voto, contra 44% de Flávio Bolsonaro , resultado que também configura empate técnico considerando a margem de erro.</p>
<p>A polarização também se reflete nos índices de  rejeição  dos dois líderes da disputa presidencial, que aparecem  empatados em 47%.</p>
<p>Entre os demais candidatos, Renan Santos (Missão) registra 15% de rejeição, seguido por Romeu Zema (Novo), com 14%, Ronaldo Caiado (PSD), com 13%, e Rui Costa Pimenta (PCO), com 11%.</p>
<p>A pesquisa ouviu 2.002 pessoas em 125 municípios entre terça-feira (15) e quinta-feira (17). O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-04029/2026.</p>
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        <media:credit role="photographer">Arte/GSW Brasil sobre Reprodução</media:credit>
        <media:credit role="provider">Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT)</media:credit>
        <media:title>Flávio e Lula</media:title>
      </media:content>
      <dc:creator><![CDATA[Carlos Eduardo Vasconcellos]]></dc:creator>
    </item>
    <item>
      <title>Os fatores que explicam Flávio à frente de Lula no 2º turno pela primeira vez na campanha</title>
      <link>https://www.globalsouthworld.com.br/article/os-fatores-que-explicam-flavio-a-frente-de-lula-no-2-turno-pela-primeira-vez-na-campanha</link>
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      <pubDate>Mon, 14 Sep 2026 20:26:00 Z</pubDate>
      <description><![CDATA[<p>Flávio Bolsonaro (PL) aparece pela primeira vez numericamente à frente de Lula (PT)  em uma simulação de segundo turno desde o início da campanha. A pesquisa  Quaest  divulgada nesta segunda-feira, 14, mostra o senador com 42% das intenções de voto, contra 40% do presidente, vantagem de dois pontos dentro da margem de erro, que também é de dois pontos percentuais.</p>
<p>A aproximação entre os dois acontece em um momento em que a vantagem do presidente encolhe em diferentes cenários de segundo turno, nos quais Lula segue à frente de todos os adversários testados pela Quaest, mas com margens menores do que registrava nas rodadas anteriores -- com exceção de Romeu Zema, que mantém distância maior.</p>
<p>Em paralelo, perde força a candidatura de Augusto Cury (Avante), que chegou a 10% no primeiro turno e recuou nas três últimas rodadas da pesquisa até os atuais 7%.</p>
<p>Para  Felipe Nunes,  CEO da Quaest, um dos sinais mais relevantes do levantamento está no desempenho de Flávio entre as mulheres, grupo que historicamente ofereceu maior resistência ao bolsonarismo.</p>
<p>"Flávio tem conseguido um desempenho surpreendentemente alto entre as mulheres, que foram o principal campo de rejeição a Bolsonaro depois da pandemia e da política de facilitação do porte de armas do governo passado", afirma.</p>
<p>A pesquisa também mostra uma mudança na percepção entre os eleitores de direita: a parcela desse grupo que acredita que Flávio vencerá a eleição passou de 52% para quase 70%.</p>
<p>Ao mesmo tempo, o senador parece ter chegado perto do seu teto atual de crescimento no segundo turno, já que tem 42% das intenções de voto contra Lula mas 43% dizem que poderiam votar nele, enquanto o presidente tem 40% e chega a 45% quando somados os eleitores que afirmam que poderiam votar no petista.</p>
<p>Neste texto, o  GSW Brasil  explica os três principais movimentos que levaram Flávio Bolsonaro a ultrapassar numericamente Lula pela primeira vez na campanha.</p>
<h2>O avanço no Sudeste</h2>
<p>No Sudeste, região que concentra 41,8% do eleitorado brasileiro e que, em 2022, foi favorável a Jair Bolsonaro no segundo turno -- o então presidente venceu ali por 54,27% a 45,73%, vantagem de mais de oito pontos que não impediu a vitória nacional de Lula, sustentada pelo desempenho no Nordeste --, Flávio passou de 43% para 47% em uma semana na simulação de segundo turno, enquanto Lula recuou de 34% para 31%.</p>
<p>A distância regional entre os dois chega agora a 16 pontos, acima da margem que Bolsonaro havia construído na região três anos atrás.</p>
<p>As duas variações semanais estão dentro da margem de erro de três pontos percentuais do recorte regional, mas a região passou a receber atenção proporcional ao seu peso na campanha de Flávio.</p>
<p>No 7 de Setembro, Tarcísio de Freitas (Republicanos), que vinha mantendo distância do presidenciável, subiu ao palanque do candidato, e no fim de semana Flávio percorreu municípios do interior do Rio de Janeiro, seu principal reduto político.</p>
<p>Como o Sudeste reúne mais de quatro em cada dez eleitores do país, um recuo de Lula ali tem efeito desproporcional sobre o cenário nacional.</p>
<h2>Erosão entre mulheres, idosos e católicos</h2>
<p>A aproximação também aparece em segmentos nos quais Lula continua à frente. Entre as mulheres, a vantagem do presidente caiu de seis para três pontos percentuais em uma semana; entre os eleitores com mais de 60 anos, Lula passou de 48% para 45% enquanto Flávio foi de 37% para 39%; e entre os católicos, a vantagem do petista caiu de 11 para oito pontos.</p>
<p>O candidato do PL também avançou entre os eleitores com renda de até dois salários mínimos, de 29% para 32%, embora Lula permaneça com 51% nesse grupo.</p>
<p>Em nenhum desses recortes há inversão de liderança -- Lula segue à frente em todos eles -- , mas a erosão é notável justamente entre as mulheres, eleitorado que se tornou, a partir de 2018, um dos principais indicadores da resistência ao bolsonarismo, sustentada por temas como a política armamentista do governo Bolsonaro e a gestão da pandemia.</p>
<p>A campanha de Flávio passou a investir de forma mais direta nesse público, com a participação de sua mulher, Fernanda Bolsonaro, em atividades eleitorais e o reforço da imagem do candidato como "pai de menina".</p>
<h2>Voto independente</h2>
<p>O terceiro fator diz respeito aos eleitores independentes, que não se identificam nem com a esquerda ou o lulismo nem com a direita ou o bolsonarismo.</p>
<p>Nesse grupo, Flávio agora tem dez pontos de vantagem sobre Lula no segundo turno, um dado que ganha relevância porque a última eleição presidencial foi decidida por margem apertada: em 2022, Lula venceu por apenas 1,8 ponto percentual, a menor diferença da história das eleições presidenciais.</p>
<p>O espaço entre os independentes havia sido ocupado, nas últimas semanas, em grande parte pela candidatura de Augusto Cury, e voltou a se abrir com a queda do candidato do Avante de 10% para 8% e depois 7% no primeiro turno.</p>
<p>A vantagem de Flávio nesse segmento sugere que a aproximação no segundo turno não decorre apenas da transferência natural do eleitorado bolsonarista, mas de um avanço sobre um público menos identificado com os dois polos e que, à luz do resultado apertado de 2022, pode voltar a ser decisivo.</p>
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        <media:credit role="provider">Vittor Sales</media:credit>
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      </media:content>
      <dc:creator><![CDATA[Carlos Eduardo Vasconcellos]]></dc:creator>
    </item>
    <item>
      <title>Candidatos à Presidência: GSW Brasil apresenta perfis dos líderes na disputa de 2026</title>
      <link>https://www.globalsouthworld.com.br/article/quem-sao-os-candidatos-a-presidencia-gsw-brasil-apresenta-perfis-dos-nomes-na-disputa-de-2026</link>
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      <pubDate>Sun, 13 Sep 2026 12:00:00 Z</pubDate>
      <description><![CDATA[<p>Escolher o presidente da República é uma decisão que envolve propostas para o futuro, mas também passa pelo conhecimento sobre a trajetória de quem pretende comandar o país. Quem são os candidatos? De onde vieram? Que experiências acumularam na política ou fora dela? Quais são suas principais bandeiras e quais episódios marcaram suas carreiras?</p>
<p>Para contribuir com esse processo, a Global South World Brasil preparou um especial com os perfis de seis candidatos à Presidência nas eleições de 2026:  Luiz Inácio Lula da Silva  (PT),  Flávio Bolsonaro  (PL),  Ronaldo Caiado  (PSD),  Augusto Cury  (Avante),  Renan Santos  (Missão) e  Romeu Zema  (Novo).</p>
<p>Os seis nomes representam diferentes trajetórias e projetos políticos. A lista inclui desde políticos com décadas de experiência e passagens pela Presidência, governos estaduais, Congresso e assembleias legislativas até candidatos que chegam à disputa presidencial depois de construir suas carreiras principalmente fora da política institucional.</p>
<p>Em cada perfil, a GSW Brasil apresenta informações sobre a formação e a vida profissional dos candidatos, sua entrada na política, os principais momentos de suas carreiras e os episódios que ajudam a compreender como cada um chegou à corrida presidencial de 2026. Os textos também abordam propostas, posicionamentos, realizações, controvérsias e desafios enfrentados pelos candidatos.</p>
<p>O objetivo é oferecer informação e contexto para que cada pessoa possa fazer sua própria avaliação. Em uma eleição marcada pela polarização política e por uma enorme quantidade de informações circulando nas redes sociais, conhecer o histórico de quem disputa a Presidência é uma ferramenta importante para uma decisão mais consciente.</p>
<p>Ao reunir essas trajetórias em um único especial, a GSW Brasil busca facilitar a comparação entre os candidatos e oferecer subsídios para algumas das perguntas que estarão diante dos brasileiros até o dia da eleição.</p>
<p>A decisão final pertence ao eleitor. Nosso papel é ajudar a torná-la mais informada.</p>
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        <media:credit role="photographer">Mayara Novais </media:credit>
        <media:credit role="provider">GSW Brasil</media:credit>
        <media:title>eleicoes-2026</media:title>
      </media:content>
      <dc:creator><![CDATA[Daniel Hessel Teich]]></dc:creator>
    </item>
    <item>
      <title>Principal doador de Lula doou R$ 500 mil também a Flávio; veja os maiores financiadores das campanhas</title>
      <link>https://www.globalsouthworld.com.br/article/principal-doador-de-lula-doou-r-500-mil-tambem-a-flavio-veja-os-maiores-financiadores-das-campanhas</link>
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      <pubDate>Thu, 10 Sep 2026 19:19:00 Z</pubDate>
      <description><![CDATA[<p>O empresário  Erasmo Carlos Battistella  é a pessoa física que mais doou, até o momento, para campanhas de candidatos à Presidência da República em 2026. Ao todo, o gaúcho destinou  R$ 1 milhão, dividido igualmente entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL).</p>
<p>Battistella é CEO da Be8, empresa com sede em Passo Fundo, no Norte do Rio Grande do Sul, e considerada a maior produtora de biodiesel do Brasil, segundo dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).</p>
<p> Ele também preside o Conselho de Administração da Associação dos Produtores de Biocombustíveis do Brasil (Aprobio).</p>
<p>Apesar do valor, Battistella não é o principal financiador das duas campanhas.  A maior parte dos recursos declarados por Lula e Flávio veio dos próprios partidos.</p>
<p>  O candidato do PL recebeu R$ 42,9 milhões da direção nacional da legenda, enquanto o petista teve pouco mais de R$ 35 milhões repassados pelo diretório nacional do PT, além de outros recursos partidários.</p>
<h2>Os principais doadores</h2>
<p>O maior valor entre as doações individuais, porém, está na campanha de  Ronaldo Caiado (PSD).  O empresário  Carlos Eduardo Ferraz de Mattos Barroso , titular de um cartório de registro de imóveis em Taguatinga (DF),  destinou R$ 2,3 milhões ao candidato.  O valor corresponde a 34,66% da arrecadação registrada por Caiado até agora. Outros três doadores aparecem na sequência, com R$ 25 mil cada: Arnaldo Calil Pereira Jardim, Hideo Augusto Dendini e Cristiane Alkmin Junqueira Schmidt.</p>
<p>Em seguida, aparecem campanhas com perfis diferentes de financiamento.  Romeu Zema (Novo) , por exemplo, recebeu R$ 3,6 milhões da direção nacional do partido. Entre as pessoas físicas, o maior doador é o empresário Renato Ribeiro Machado, que destinou R$ 200 mil ao candidato. Helio Seibel e Salo Davi Seibel aparecem na sequência, com R$ 50 mil cada.</p>
<p>Na campanha de  Augusto Cury (Avante) , o próprio candidato é o principal doador, tendo colocado  R$ 250 mil na campanha, enquanto Wilson de Matos Silva contribuiu com R$ 60 mil. A direção nacional do Avante aparece com outros R$ 50 mil, e Sergio Adriano Soares Vita doou R$ 35 mil. Noraldino Lucio Dias Junior aparece com R$ 15 mil.</p>
<p>Já  Renan Santos (Missão)  tem uma parcela significativa dos recursos obtida por meio de financiamento coletivo. A plataforma QueroApoiar aparece com R$ 1,22 milhão na prestação de contas da campanha. O serviço de "vaquinha" permite que apoiadores façam contribuições pela internet, que são posteriormente registradas na contabilidade eleitoral conforme as regras estabelecidas pela Justiça Eleitoral.</p>
<p>A QueroApoiar também aparece entre os financiadores de  Edmilson Costa (PCB)  e  Rui Costa Pimenta (PCO) , embora em valores bem menores. No caso de Edmilson, a plataforma registrou R$ 13,1 mil, enquanto para Rui Costa Pimenta foram R$ 6,2 mil.</p>
<p>Hertz Dias (PSTU) , por sua vez, recebeu R$ 1,07 milhão da direção nacional do partido. Entre as pessoas físicas, José Maria de Almeida, Vera Lúcia Pereira da Silva Salgado e Emmanuel Oliveira da Silva fizeram doações de R$ 3 mil, R$ 3 mil e R$ 1,5 mil, respectivamente.</p>
<p>Na campanha de  Pablo Marçal (PRTB) , os maiores valores registrados entre os doadores individuais são bem menores. Carlos Eduardo dos Santos Porfirio e Rafael Marcos de Souza contribuíram com R$ 500 cada, enquanto Bruno Turtera Pierro doou R$ 459. Carlos Henrique Lopes Basoni e Danilo Martins Barboza da Silva doaram R$ 200 cada.</p>
<p>Já a campanha de  Samara Martins (UP)  não apresenta, nos dados levantados, informações sobre doadores.</p>
]]></description>
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        <media:credit role="provider">José Cruz/Agência Brasil</media:credit>
        <media:title>din</media:title>
      </media:content>
      <dc:creator><![CDATA[Carlos Eduardo Vasconcellos]]></dc:creator>
    </item>
    <item>
      <title>PM lança bombas de efeito moral contra manifestantes na região da Avenida Paulista</title>
      <link>https://www.globalsouthworld.com.br/article/pm-lanca-bombas-de-efeito-moral-contra-manifestantes-na-regiao-da-avenida-paulista</link>
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      <pubDate>Mon, 07 Sep 2026 19:34:00 Z</pubDate>
      <description><![CDATA[<p>Poucas horas antes do ato de campanha de Flávio Bolsonaro (PL) marcado para a avenida Paulista neste 7 de Setembro, grupos contrários ao governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), realizaram manifestações em dois pontos próximos à avenida. Em um deles, na rua Carlos Comenale, atrás do Museu de Arte de São Paulo (Masp), houve confronto com a Polícia Militar.</p>
<p>Desde a manhã, manifestantes começaram a se concentrar nas imediações da rua Carlos Comenale e da alameda Santos. Portando cartazes com mensagens contra Tarcísio, os manifestantes permaneceram próximos aos acessos à Paulista, onde apoiadores de Flávio Bolsonaro começavam a chegar para o ato marcado para as 15h.</p>
<p>A PM bloqueou o acesso à avenida Paulista pela Carlos Comenale. Segundo policiais ouvidos pela imprensa, um grupo de manifestantes tentou avançar em direção à avenida. Os agentes usaram bombas de gás lacrimogêneo e de efeito moral para dispersá-los.</p>
<h2>Bombas explodindo</h2>
<p>Vídeos registrados no local e publicados nas redes sociais mostram as bombas explodindo e manifestantes deixando a área em meio à fumaça. Por volta das 13h30, a situação já estava controlada e a Cavalaria da Polícia Militar permanecia no local. Até o início da tarde, não haviam sido divulgadas informações oficiais sobre feridos ou detenções. Procurada, a PM afirmou que os dados sobre a ocorrência seriam divulgados pela Secretaria da Segurança Pública (SSP), que ainda não havia se manifestado.</p>
<p>O episódio aconteceu em uma região submetida a um forte esquema policial devido às diferentes manifestações programadas para o 7 de Setembro. Pela manhã, o candidato presidencial Romeu Zema (Novo) também realizou um ato na avenida Paulista, no qual fez críticas ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), em meio à repercussão de novas revelações sobre mensagens e contatos entre o magistrado e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.</p>
<p>Esta reportagem está em atualização.</p>
]]></description>
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        <media:title>Confronto Av. Paulista</media:title>
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      <dc:creator><![CDATA[Daniel Hessel Teich]]></dc:creator>
    </item>
    <item>
      <title>Flávio Bolsonaro, o candidato que administra a herança política do pai</title>
      <link>https://www.globalsouthworld.com.br/article/eleicoes-2026-flavio-bolsonaro-o-candidato-em-nome-do-pai</link>
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      <pubDate>Fri, 04 Sep 2026 21:16:00 Z</pubDate>
      <description><![CDATA[<p>Flávio Nantes Bolsonaro, de 45 anos, é senador pelo Rio de Janeiro e candidato do Partido Liberal (PL) à Presidência da República nas eleições de 2026. Nascido em 30 de abril de 1981, em Resende (RJ), é advogado, empresário e o filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro.</p>
<p>Sua trajetória política começou no Rio de Janeiro. Eleito deputado estadual pela primeira vez em 2002, permaneceu por quatro mandatos consecutivos na Assembleia Legislativa fluminense. Em 2018, na mesma eleição que levou seu pai à Presidência, conquistou uma vaga no Senado. Na Casa, concentrou parte de sua atuação em temas relacionados à segurança pública e, em 2025, assumiu a presidência da Comissão de Segurança Pública.</p>
<p>Um dos episódios mais controversos de sua trajetória é o chamado  caso das “rachadinhas” , relacionado ao período em que era deputado estadual. Em 2020, o Ministério Público do Rio de Janeiro denunciou Flávio, seu ex-assessor Fabrício Queiroz e outras 15 pessoas, sob a acusação de participação em um esquema de recolhimento de parte dos salários de funcionários de seu gabinete. Flávio sempre negou as acusações.</p>
<p>O processo não resultou em julgamento sobre a responsabilidade do senador. Decisões judiciais anularam provas consideradas importantes para a acusação e, em 2022, o Ministério Público pediu a rejeição da denúncia diante da impossibilidade de utilização desses elementos. O Tribunal de Justiça do Rio encerrou o processo. Assim, Flávio não foi condenado, e não houve julgamento do mérito das acusações.</p>
<p>Integrante do núcleo político mais próximo de Jair Bolsonaro, Flávio tornou-se uma das principais vozes do bolsonarismo no Congresso e foi escolhido para representar o grupo político do ex-presidente na disputa pelo Planalto. Sua candidatura foi oficializada pelo PL em 2026, com o desafio de preservar a base eleitoral construída pelo pai e, ao mesmo tempo, ampliar sua votação entre setores menos identificados com o bolsonarismo.</p>
<p>A pré-campanha, porém, enfrentou uma de suas principais crises com o episódio envolvendo  “Dark Horse” , filme sobre Jair Bolsonaro. Flávio confirmou ter solicitado recursos ao então banqueiro Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master, para financiar a produção. Segundo informações reveladas pela imprensa, Vorcaro repassou R$ 61 milhões ao projeto, e um áudio registrou Flávio cobrando novos recursos. O senador negou ter oferecido qualquer contrapartida ao banqueiro e sustenta que se tratava de uma relação privada de financiamento da obra.</p>
<p>Outro desafio surgiu dentro da própria família Bolsonaro. A ex-primeira-dama  Michelle Bolsonaro , presidente do PL Mulher, acusou publicamente Flávio de tê-la desrespeitado e maltratado durante uma discussão sobre articulações políticas no Ceará. O episódio aprofundou divergências entre os dois e colocou em dúvida a participação de Michelle na campanha do enteado. A questão ganhou peso adicional porque ela era considerada uma das principais pontes da candidatura com o eleitorado feminino e evangélico. Flávio posteriormente reconheceu a importância do trabalho da madrasta no PL Mulher. No lançamento da campanha em julho, Michelle divulgou um vídeo de apoio ao candidato, o que, pelo menos oficialmente, dá a questão por encerrada.</p>
<p>A relação com o eleitorado feminino, por sinal, é um dos pontos de atenção da candidatura. Flávio chegou a defender publicamente a escolha de uma mulher para a Vice-Presidência e buscou nomes de outros partidos, numa tentativa de ampliar a composição política e a presença feminina na chapa. A articulação não prosperou. Com PP, União Brasil e Republicanos evitando um apoio nacional à candidatura, o PL acabou optando por uma chapa formada dentro do próprio partido, com o deputado  Alfredo Gaspar  como candidato a vice. Flávio atribuiu a mudança, entre outros fatores, à dificuldade de obter apoio das cúpulas dos partidos de centro.</p>
<p>A formação da chapa expôs uma dificuldade mais ampla: transformar a força eleitoral do bolsonarismo em uma coalizão partidária nacional. Lideranças importantes do Centrão evitaram aderir formalmente à candidatura, enquanto diferentes partidos privilegiaram acordos estaduais ou a neutralidade na disputa presidencial. Já durante a campanha, a ausência de lideranças locais em alguns eventos continuou evidenciando os limites dessas alianças — em Alagoas, por exemplo, nomes relevantes da política estadual, entre eles Arthur Lira, não participaram do primeiro ato de Flávio no Nordeste.</p>
<p>Flávio chega, portanto, à reta decisiva da eleição tentando conciliar duas tarefas: manter mobilizado o eleitorado que sustentou Jair Bolsonaro e conquistar setores necessários para ampliar sua candidatura, especialmente mulheres, eleitores moderados e partidos de centro. Em uma eleição novamente polarizada, sua capacidade de ampliar a coalizão para além do núcleo bolsonarista tornou-se um dos principais testes de sua candidatura.</p>
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        <media:credit role="photographer">Mayara Novais</media:credit>
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      <dc:creator><![CDATA[Leonardo Rodrigues]]></dc:creator>
    </item>
    <item>
      <title>Datafolha aponta redução de 4 pontos na vantagem de Lula sobre Flávio Bolsonaro desde junho</title>
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      <pubDate>Fri, 21 Aug 2026 23:13:00 Z</pubDate>
      <description><![CDATA[<p>No primeiro levantamento do  Datafolha  após o  início oficial da campanha presidencial, no domingo, 16 ,  o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registra 39% das intenções de voto no primeiro turno, ante 33% do senador Flávio Bolsonaro (PL) .</p>
<p>Os números foram divulgados na noite desta sexta-feira, 21.</p>
<p>A pesquisa mostra que,  no segundo turno, Lula se mantém na frente, com 47%, contra 43% de Flávio.  Em julho, esses índices ficaram em 48% e 43%, respectivamente. </p>
<p>Em relação ao primeiro turno, a distância entre os dois principais candidatos à Presidência  caiu quatro pontos desde junho, em uma redução gradual da vantagem de Lula.</p>
<p>Em junho, o presidente tinha 41% das intenções de voto, ante 31% de Flávio, diferença de dez pontos. Em julho, Lula marcou 40% e Flávio, 32%, reduzindo a distância para oito pontos.  Agora, com 39% a 33%, a vantagem caiu para seis pontos.</p>
<p>O Datafolha ouviu 2.058 eleitores em 127 cidades entre terça-feira, 18, e quarta-feira, 19. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.</p>
<p>Ainda a respeito da simulação de primeiro turno, depois de Lula e Flávio, aparecem  Ronaldo Caiado (PSD), com 5% das intenções, Renan Santos (Missão), com 4%, e Romeu Zema (Novo), com 3%.</p>
<p>Na pesquisa espontânea, em que os entrevistados não recebem os nomes dos candidatos,  Lula marca 32% (contra 30% no levantamento de julho). Flávio tem 19% (contra 17%).</p>
<p>O  horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão começa na próxima sexta-feira, 28.  Na disputa presidencial, Lula terá o maior tempo nos blocos de propaganda, com 5 minutos e 31 segundos, seguido por Flávio Bolsonaro, com 4 minutos e 20 segundos, e Ronaldo Caiado, com 2 minutos e 2 segundos. </p>
<p>Romeu Zema e Renan Santos não terão tempo, porque seus partidos não alcançaram a representação mínima exigida na Câmara dos Deputados.</p>
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      <source url="https://www.globalsouthworld.com.br">Global South World Brasil</source>
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        <media:title>urna-eletrônica</media:title>
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      <dc:creator><![CDATA[GSW Brasil]]></dc:creator>
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      <title>Flávio Bolsonaro faz defesa de soberania ligada à segurança pública</title>
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      <pubDate>Sun, 16 Aug 2026 18:28:00 Z</pubDate>
      <description><![CDATA[<p>O senador  Flávio Bolsonaro , candidato do PL à Presidência da República, estreou oficialmente sua campanha eleitoral em um ato realizado neste domingo, 16, na praia de Copacabana, espaço que ficou marcado na trajetória de seu pai,  o ex-presidente Jair Bolsonaro.  E a figura paterna esteve presente em discursos e até na forma de um áudio transmitido do trio elétrico em que a organização reuniu candidatos e lideranças do partido. A gravação é antiga, segundo a organização da campanha.</p>
<p>O evento lançou o lema “ O Brasil vai vencer ”, frase que foi estampada com um batom vermelho nas costas da camiseta verde-e-amarela do senador pela mulher, a dentista Fernanda Bolsonaro. O candidato foi chamado de “filho da esperança”, palavra que entrou no discurso em contraponto a seu principal adversário, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que busca seu quarto mandato.</p>
<p>Usando um colete à prova de balas por baixo da camiseta, Flávio recorreu a temas explorados pelos partidos de direita, caso da segurança pública. Mas, em seu discurso, o senador embalou a pauta sob a palavra “soberania”. Ele argumentou que o brasileiro perdeu sua soberania no país, ao falar que não se pode andar tranquilamente com o celular na rua, entre outros exemplos de criminalidade.</p>
<p>Segundo ele,  o atual governo briga com outros países, mas não briga com ladrão de celular.  “Nós perdemos nossa soberania”. Ele também questionou a atuação da gestão Lula em relação a grupos criminosos como PCC e Comando Vermelho, assim como milícias.</p>
<p>A esse respeito, ele declarou que irá tratá-los como terroristas. Disse que irá reduzir a maioridade penal e que irá propor a castração química a estupradores.</p>
<p>Visando o apoio das mulheres, Flávio destacou o alto número de feminicídios que ocorrem no país. Disse que as mulheres que tinham a esperança de que o PT iria defendê-las só encontraram a morte. Em São Bernardo, no ABC paulista, Lula havia discursado na  abertura de sua campanha eleitoral  fazendo diversas menções às mulheres que o ajudaram a se eleger.</p>
<p>Em sua estratégia, Bolsonaro voltou a atacar seu adversário falando das dificuldades econômicas da classe média, em especial. “O povo está sofrendo na mão desse governo. São mais de 80 milhões de pessoas endividadas. O Lula está endividando o país e endividando junto às famílias brasileiras (...). E quando você acreditou na picanha e a picanha não veio? O osso é culpa do Lula”, afirmou no ato em Copacabana. O candidato do PL reforçou a crítica ao dizer que “Lula é o caloteiro da esperança”.</p>
<p>Presente ao ato,  o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto , afirmou que chegou a hora de os brasileiros abraçarem a missão dada por Jair Bolsonaro. “Flávio e Alfredo Gaspar [o candidato a vice na chapa] foram escolhidos porque são os melhores do nosso partido”. Ele convocou os apoiadores a participarem de uma marcha no dia 7 de setembro.</p>
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        <media:title>campanha-eleitoral-flavio-bolsonaro</media:title>
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      <dc:creator><![CDATA[Lena Castellon]]></dc:creator>
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      <title>Tarcísio lança candidatura ao governo de SP como figura decisiva na campanha de Flávio Bolsonaro</title>
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      <pubDate>Sat, 01 Aug 2026 16:48:00 Z</pubDate>
      <description><![CDATA[<p>Tarcísio de Freitas teve a candidatura à reeleição ao governo de São Paulo oficializada em convenção do Republicanos neste sábado, 1º. Com a presença de Flávio Bolsonaro e e do prefeito Ricardo Nunes (MDB), o lançamento reforça o papel do governador na tentativa de ampliar apoios à candidatura presidencial do senador.</p>
<p>Sem  apoio formal de seu partido, o presidente nacional do Republicanos, Marcos Pereira, apresentou Flávio Bolsonaro (PL) como seu candidato à Presidência.</p>
<p>Apesar do aceno, Flávio segue com incerteza sobre os apoios do União Brasil e do PP. A federação que reúne as duas siglas decidiu dar autonomia aos diretórios estaduais para apoiar ou não a candidatura, sem endosso nacional. O PP, por sua vez, adiou sua convenção partidária para 5 de agosto, prazo final da legislação eleitoral.</p>
<p>O Republicanos mantém um mal-estar com a candidatura do '01', já que, para parte da legenda, o governador é quem deveria ser o nome do bolsonarismo na disputa contra Lula.</p>
<p>Marcos Pereira também fez discurso voltado ao eleitorado feminino. "Quando estou falando nós, estou falando de Flávio, de Tarcísio, quando falam que nós não respeitamos as mulheres, que não valorizamos, isso é mentira", disse. Ao lado da senadora Damares Alves (Republicanos-DF), Pereira destacou que em 2024 a legenda foi a que mais elegeu vereadoras em capitais brasileiras.</p>
<p>Ao subir no palco, Tarcísio se voltou ao pré-candidato Flávio Bolsonaro e lembrou do apoio de Jair Bolsonaro durante seus anos como ministro da Infraestrutura do Brasil.</p>
<p>"Queria agradecer, Flávio, ao presidente Bolsonaro, que me abriu essa porta lá atrás, permitiu eu fazer tudo o que eu gostava, que me incentivou, que nunca trouxe vitória nenhuma para ele. Sempre compartilhava com o time. Ele me fez. Ele teve essa ideia. Ele tinha genialidade. Ele tinha um carisma que nunca vi igual. E ele me abriu essa porta. Nós amamos teu pai. Nós amamos Jair Messias Bolsonaro", disse.</p>
<p>Tarcísio também destacou feitos de sua gestão e citou segurança pública, saúde e educação entre os temas prioritários de uma eventual reeleição. "Nós vamos para a vitória, vamos fazer a diferença. E se tem uma ideia que quero deixar muito claro, é que as pessoas vão continuar sendo o centro do que fazemos. São as pessoas que importam. Nós não governamos para estatística. Governamos para as pessoas. A gente não vive de promessa, mas de resultado", disse.</p>
<p>Flávio Bolsonaro, por sua vez, acenou à presidente nacional do Podemos, definindo a deputada como "craque na política".</p>
<p>"Tenho certeza que vai nos ajudar muito lá em Brasília a resgatar o nosso Brasil", disse. Renata Abreu aparece como opção para compor a chapa do filho do ex-presidente.</p>
<p>Os caciques Valdemar da Costa Neto (PL) – representado por André do Prado, que puxa vaga ao Senado na chapa de Tarcísio –, Ciro Nogueira (PP) e Antonio Rueda (União Brasil) não compareceram. O isolamento apareceu também pela ausência de Gilberto Kassab, vice na chapa presidencial de Ronaldo Caiado (PSD), que não compareceu à convenção.</p>
<p>A entrada do Republicanos na coligação mudaria o equilíbrio da propaganda eleitoral, fazendo o tempo de TV de Flávio saltar para cerca de 5 minutos e 16 segundos por bloco, ultrapassando os 4 minutos e 51 segundos projetados para Lula.</p>
<p>O Podemos também ainda não bateu o martelo sobre o apoio a Flávio e delegou à executiva nacional o poder decidir ainda nesta semana. O Planalto trabalha para garantir a neutralidade da sigla para esvaziar qualquer palanque nacional que sobre à candidatura do senador.</p>
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      <source url="https://www.globalsouthworld.com.br">Global South World Brasil</source>
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        <media:credit role="provider">Caiuá Maia/Divulgação Campanha</media:credit>
        <media:title>Tarcísio de Freitas (Republicanos) e Flávio Bolsonaro (PL)</media:title>
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      <dc:creator><![CDATA[Global South World]]></dc:creator>
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