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    <title>Global South World Brasil - Direito de Ser</title>
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    <language>pt-BR</language>
    <description><![CDATA[Notícias, opinião e análise voltadas para o Sul Global e as nações emergentes do mundo, do Global South World Brasil.]]></description>
    <copyright>Copyright © 2026 — Global South World Brazil</copyright>
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      <title>Aliança Lilás: programa nacional quer acelerar proteção de mulheres vítimas de violência</title>
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      <pubDate>Tue, 20 Oct 2026 16:44:00 Z</pubDate>
      <description><![CDATA[<p>O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) criou o programa Aliança Lilás, uma iniciativa nacional para reduzir o tempo de resposta a mulheres ameaçadas ou vítimas de violência doméstica. A proposta é conectar digitalmente os sistemas do Poder Judiciário aos das polícias e de outros órgãos de segurança pública, permitindo que as medidas protetivas de urgência sejam analisadas, comunicadas e cumpridas com mais rapidez.</p>
<p>Instituído pela Portaria nº 496, publicada no dia 13 de outubro, o programa pretende enfrentar um problema que não termina com a decisão de um juiz: a necessidade de fazer com que a determinação judicial chegue rapidamente às autoridades responsáveis pela proteção da vítima e seja efetivamente cumprida.</p>
<p>A portaria foi assinada pelo presidente do CNJ, Edson Fachin, e determina como o Poder Judiciário deverá organizar a integração de seus sistemas com os órgãos de segurança pública.</p>
<p>A Aliança Lilás já está oficialmente instituída, mas a integração nacional ainda não está concluída. A implementação ocorrerá gradualmente, conforme as condições tecnológicas e operacionais de cada estado.</p>
<h2>Como o programa vai funcionar</h2>
<p>Atualmente, a concessão de uma medida protetiva pode envolver diferentes instituições, como delegacias, tribunais, oficiais de Justiça e polícias responsáveis pela fiscalização. Cada uma delas pode utilizar sistemas próprios para registrar e consultar informações.</p>
<p>Com a Aliança Lilás, a ideia é permitir que esses sistemas troquem dados de maneira automática e segura, reduzindo a necessidade de procedimentos manuais e facilitando o acompanhamento das medidas.</p>
<p>A integração será feita por meio da Plataforma Digital do Poder Judiciário (PDPJ-Br), uma infraestrutura tecnológica nacional utilizada para conectar serviços e sistemas judiciais.</p>
<p>Entre as funcionalidades previstas na portaria estão:</p>
<h2>O que muda nas medidas protetivas</h2>
<p>A Lei Maria da Penha estabelece que o juiz deve decidir sobre o pedido de medidas protetivas de urgência no prazo de 48 horas após recebê-lo. Elas podem determinar, por exemplo, o afastamento do agressor do lar, a proibição de aproximação da vítima e a suspensão do contato por qualquer meio.</p>
<p>O prazo de 48 horas, porém, diz respeito à análise judicial. Não significa necessariamente que, nesse período, o agressor já tenha sido intimado ou que todas as providências de proteção tenham sido executadas.</p>
<p>É justamente essa diferença que a Aliança Lilás pretende enfrentar.</p>
<p>A nova portaria determina que sejam acompanhados tanto o tempo de decisão quanto o intervalo entre a concessão da medida e seu efetivo cumprimento. O programa também prevê o monitoramento de descumprimentos e do tempo de resposta das instituições responsáveis.</p>
<p>O descumprimento de medida protetiva é crime, com pena de reclusão de dois a cinco anos e multa. Em caso de violação ou nova ameaça, a mulher pode procurar a polícia e, em situações de emergência, ligar 190.</p>
<h2>Experiência em Mato Grosso do Sul serviu de referência</h2>
<p>O modelo adotado pela Aliança Lilás tem como referência uma experiência desenvolvida pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS). Segundo o CNJ, a integração tecnológica implantada no estado reduziu de 48 horas para menos de três horas o tempo de resposta às medidas protetivas.</p>
<p>A conselheira Jaceguara Dantas, supervisora da Política Judiciária Nacional de Enfrentamento da Violência contra as Mulheres no CNJ, explicou que a iniciativa nacional busca ampliar esse modelo, com fluxos digitais e automáticos e integração progressiva com os sistemas de segurança pública.</p>
<h2>Implementação pelo país</h2>
<p>A Aliança Lilás já está em vigor. A Portaria nº 496 estabeleceu seus objetivos, as responsabilidades institucionais e os mecanismos de integração que deverão orientar a implantação.</p>
<p>A partir dessa etapa, os tribunais de Justiça dos 26 estados e do Distrito Federal deverão adequar seus sistemas e procedimentos. O CNJ ficará responsável pela coordenação nacional e pela articulação de acordos com o Ministério da Justiça e Segurança Pública e os órgãos estaduais.</p>
<p>O programa integra as ações do Judiciário previstas no Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio, iniciativa que reúne os Três Poderes.</p>
<h2>Como pedir uma medida protetiva e onde buscar ajuda</h2>
<p>Mulheres que precisam de proteção devem acionar os serviços já disponíveis. A medida protetiva pode ser solicitada em delegacias, inclusive nas Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher, e por meio de órgãos como a Defensoria Pública e o Ministério Público. Não é necessário contratar advogado para fazer o pedido.</p>
<p>Também não é obrigatório apresentar boletim de ocorrência, ter um inquérito policial em andamento ou ingressar previamente com uma ação judicial. O relato da mulher pode fundamentar a concessão da proteção, conforme a avaliação judicial do risco.</p>
<p>Os principais canais nacionais de atendimento são:</p>
<p>O Ligue 180 também pode ser acionado por familiares, amigos, vizinhos ou outras pessoas que tenham conhecimento de situações de violência.</p>
<p>Crédito da imagem:  Depositphotos</p>
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        <media:title>mulher-preocupada</media:title>
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      <dc:creator><![CDATA[GSW Brasil]]></dc:creator>
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      <title>Precificação: especialista explica como definir preços e evitar prejuízos no pequeno negócio em live do GSW Brasil</title>
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      <pubDate>Fri, 04 Sep 2026 12:53:00 Z</pubDate>
      <description><![CDATA[<p>Definir o preço de um produto ou serviço vai muito além de acrescentar uma margem sobre o custo. Durante a primeira live do GSW Brasil voltada à  comunidade Direito de Ser , na terça-feira, 1º, a economista e consultora financeira Rita Rios explicou como a organização das finanças pode ajudar pequenos negócios a evitar prejuízos e melhorar os resultados.</p>
<p>Um dos principais alertas da especialista foi que o aumento das vendas, por si só, não garante lucro.  “Vender muito não significa necessariamente lucrar” , afirmou a economista ao explicar que custos fixos e variáveis precisam ser considerados na formação do preço.</p>
<p>Outro ponto destacado foi a necessidade de separar as finanças pessoais das empresariais. Segundo Rita, o empreendedor deve estabelecer um pró-labore e evitar retirar dinheiro do caixa da empresa de forma aleatória.</p>
<p>A especialista também abordou temas como margem de contribuição, capital de giro, custos fixos e variáveis, ficha técnica para produtos artesanais, descontos e estratégias para produtos que não apresentam margem suficiente.</p>
<p>Para Rita, a precificação deve ser tratada como uma decisão estratégica do negócio, capaz de influenciar não apenas o lucro, mas também o posicionamento da empresa e a relação com os clientes.</p>
<h2>Assista à palestra completa:</h2>
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      <dc:creator><![CDATA[Larissa Pereira]]></dc:creator>
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      <title>GSW Brasil promove live gratuita sobre empreendedorismo para a comunidade Direito de Ser</title>
      <link>https://www.globalsouthworld.com.br/article/gsw-brasil-live-gratuita-empreendedorismo</link>
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      <pubDate>Mon, 31 Aug 2026 15:06:00 Z</pubDate>
      <description><![CDATA[<p>O portal de notícias Global South World Brasil (GSW Brasil), em parceria com Rita Rios, economista, empreendedora e consultora de finanças, realiza nesta terça-feira, 1º, às 19h, uma palestra online e gratuita voltada ao fortalecimento do empreendedorismo feminino. </p>
<p>O evento marca a primeira iniciativa oficial direcionada à comunidade Direito de Ser, projeto que busca fortalecer o empoderamento feminino e dar voz a mulheres empreendedoras e lideranças de micro e pequenos negócios. A transmissão será realizada ao vivo pelo  canal do YouTube  e pelas redes sociais do GSW Brasil. </p>
<h2>O desafio da precificação no micro e pequeno negócio </h2>
<p>Definir o preço de um produto ou serviço é uma das tarefas mais complexas e determinantes para a sobrevivência de um empreendimento. Muitas vezes, a falta de separação entre o caixa pessoal e o financeiro da empresa, aliada à ausência de planejamento de curto e longo prazo, acaba comprometendo a sustentabilidade do negócio. </p>
<p>"Quem não sabe quanto custa, nunca sabe quanto pode lucrar", pontua a consultora Rita Rios, parceira da Cooliba, Sebrae, Sicoob entre outras instituições. Segundo a especialista, o erro no preço de venda é uma das principais causas do desgaste de caixa: cobrar a menos gera prejuízo contínuo, enquanto cobrar a mais sem construir o valor percebido pelo cliente afasta as vendas. </p>
<p>A iniciativa marca a estreia da programação formativa da comunidade Direito de Ser, reafirmando o compromisso do GSW Brasil de levar conhecimento prático para mulheres alcançarem a autonomia financeira e a consolidação de suas marcas no mercado. </p>
<h2>Serviço</h2>
<p>Evento:  Live "O segredo da precificação estratégica para impulsionar lucros"</p>
<p>Realização:  Global South World Brasil (GSW Brasil), economista Rita Rios e comunidade Direito de Ser </p>
<p>Data:  Terça-feira, 01/09</p>
<p>Horário:  19h (horário de Brasília) </p>
<p>Onde assistir:  Canal do YouTube  e redes sociais do GSW Brasil </p>
<p>Acesso:  Gratuito</p>
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      <source url="https://www.globalsouthworld.com.br">Global South World Brasil</source>
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      <dc:creator><![CDATA[Larissa Pereira]]></dc:creator>
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