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    <title>Global South World Brasil - Banco Central</title>
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    <language>pt-BR</language>
    <description><![CDATA[Notícias, opinião e análise voltadas para o Sul Global e as nações emergentes do mundo, do Global South World Brasil.]]></description>
    <copyright>Copyright © 2026 — Global South World Brazil</copyright>
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      <title>Pix por aproximação agora permite pagamentos acima de R$ 500</title>
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      <pubDate>Thu, 01 Oct 2026 19:38:00 Z</pubDate>
      <description><![CDATA[<p>Fazer um Pix por aproximação no valor de R$ 600 ou acima de R$ 1 mil já é possível desde esta quinta-feira, 1º. O Banco Central (BC) eliminou o teto de R$ 500 por transação que existia especificamente para essa modalidade de pagamento.</p>
<p>Antes, um cliente poderia ter autorização para fazer um Pix de R$ 2 mil pelo aplicativo do banco, por exemplo, mas não conseguiria pagar uma compra de R$ 800 por aproximação. Nesse caso, esbarraria na trava de R$ 500 criada para esse tipo de transferência.</p>
<p>A partir de agora, a trava deixa de existir e o valor que poderá ser pago por aproximação dependerá dos limites de Pix estabelecidos para cada cliente.</p>
<p>A mudança foi determinada pelo Banco Central em junho e passou a valer em 1º de outubro.</p>
<h2>O que muda</h2>
<p>Na prática, quem tem limite suficiente para fazer um Pix de R$ 1 mil poderá usar a aproximação para pagar uma compra de R$ 800, por exemplo.</p>
<p>O cliente continua podendo solicitar ao banco aumento ou redução dos valores permitidos para o Pix. Essa gestão é feita pelo aplicativo da instituição financeira, e pedidos de aumento seguem as regras e os procedimentos de segurança de cada banco.</p>
<p>Não é preciso alterar nenhum limite por causa da nova regra. Quem está satisfeito com os valores atualmente disponíveis pode simplesmente mantê-los.</p>
<p>Também não é necessário pedir ao banco autorização para começar a fazer pagamentos acima de R$ 500 por aproximação. Se o valor estiver dentro do limite disponível e a instituição oferecer o serviço, a operação poderá ser realizada.</p>
<h2>Como funciona o Pix por aproximação</h2>
<p>O pagamento funciona de maneira semelhante à aproximação de um cartão.</p>
<p>Em vez de abrir o aplicativo do banco, digitar uma chave Pix ou ler um QR Code, o cliente aproxima o celular da máquina de pagamento, confere as informações da compra e autoriza a operação.</p>
<p>A comunicação entre o celular e a máquina é feita pela tecnologia chamada NFC, a mesma utilizada nos pagamentos por aproximação com cartões.</p>
<p>O Pix por aproximação pode funcionar pelo próprio aplicativo do banco ou por uma carteira digital compatível. Nesse último caso, a conta bancária precisa estar previamente vinculada à carteira.</p>
<h2>E a segurança?</h2>
<p>O fim do teto de R$ 500 não elimina as regras de segurança do Pix.</p>
<p>Antes de confirmar o pagamento, o usuário deve conferir informações da operação, como o valor da compra e quem receberá o dinheiro. A transação também está sujeita aos mecanismos de autenticação e segurança adotados pela instituição financeira.</p>
<p>Com a possibilidade de fazer pagamentos maiores por aproximação, a conferência dos dados antes da autorização se torna ainda mais importante.</p>
<h2>Regra também vale para carteiras digitais</h2>
<p>A mudança não se limita ao Pix por aproximação. Ela também alcança alguns pagamentos feitos por meio do Open Finance, sistema que permite integrar serviços de diferentes bancos e aplicativos.</p>
<p>Na prática, essa integração pode permitir que uma pessoa faça um Pix diretamente por outro aplicativo, como uma carteira digital, sem precisar ser levada ao aplicativo do banco para concluir o pagamento.</p>
<p>Essas operações também deixam de ter um teto específico e passam a respeitar os limites de Pix estabelecidos para cada cliente.</p>
<p>Segundo o Banco Central, a mudança busca tornar as regras mais uniformes entre as diferentes maneiras de iniciar um Pix e permitir que pagamentos de valores mais altos também sejam feitos por aproximação ou por serviços integrados ao sistema financeiro.</p>
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      <dc:creator><![CDATA[GSW Brasil]]></dc:creator>
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      <title>Selic cai para 13,75%: como os juros afetam crédito e investimentos</title>
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      <pubDate>Thu, 17 Sep 2026 10:30:00 Z</pubDate>
      <description><![CDATA[<p>O Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central (BC), reduziu nesta quarta-feira, 16, a taxa básica de juros da economia brasileira de 14% para 13,75% ao ano. Foi o quinto corte consecutivo da Selic.</p>
<p>A decisão foi unânime. Esta foi a última reunião do Copom antes do primeiro turno das eleições, no dia 4 de outubro.</p>
<p>A Selic é a taxa básica de juros da economia e serve de referência para outras taxas cobradas no país, como as de empréstimos e financiamentos. Também influencia a remuneração de investimentos. O Copom define seu valor a cada 45 dias, principalmente com o objetivo de manter a inflação sob controle.</p>
<p>Os dados recentes de preços ajudaram na decisão. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), inflação oficial do país, caiu 0,32% em agosto e acumula alta de 4,22% em 12 meses.</p>
<p>Na segunda-feira, 14, a Pesquisa Focus, levantamento do BC com instituições do mercado financeiro, mostrou redução da previsão de inflação para 2026, de 5% para 4,9%. Para 2027, a estimativa está em 4,3%.</p>
<p>As previsões do próprio Copom são diferentes: inflação de 5,2% em 2026, 3,9% em 2027 e 3,2% no primeiro trimestre de 2028.</p>
<p>A meta de inflação é de 3%, com margem de tolerância de 1,5% a 4,5%.</p>
<h2>Qual efeito sobre o crédito?</h2>
<p>A redução da Selic cria espaço para a queda dos juros de empréstimos e financiamentos, mas isso não ocorre automaticamente nem na mesma proporção.</p>
<p>Os bancos consideram outros fatores para definir as taxas cobradas dos clientes, como risco de inadimplência, custos e impostos. Por isso, os efeitos tendem a aparecer gradualmente.</p>
<p>O movimento acumulado é mais relevante do que o corte de quarta-feira isoladamente. A Selic chegou a 15% ao ano e, depois de cinco reduções consecutivas, está agora em 13,75%.</p>
<p>Quem já contratou um financiamento com juros fixos não terá redução nas parcelas por causa da nova Selic. Para quem pretende contratar crédito, a sequência de cortes pode contribuir para taxas menores ao longo do tempo.</p>
<p>No cartão de crédito e no cheque especial, o efeito tende a ser ainda mais limitado. Essas modalidades têm juros muito superiores à Selic e incorporam outros custos e riscos.</p>
<h2>Onde investir?</h2>
<p>A queda dos juros também altera a rentabilidade das aplicações financeiras.</p>
<p>Investimentos que acompanham diretamente a Selic ou o Certificado de Depósito Interbancário (CDI), taxa usada como referência por grande parte da renda fixa, tendem a render menos conforme os juros caem. É o caso do Tesouro Selic e de muitos Certificados de Depósito Bancário (CDBs).</p>
<p>Isso não significa que esses investimentos deixaram de ser atraentes. A Selic continua em 13,75% ao ano, um patamar elevado.</p>
<p>Na poupança, a regra não muda. Enquanto a Selic estiver acima de 8,5% ao ano, o rendimento continua sendo de 0,5% ao mês mais a Taxa Referencial (TR).</p>
<h2>Por que o Banco Central cortou os juros?</h2>
<p>Além dessa desaceleração recente da inflação, o BC vê sinais de perda de ritmo da economia. Segundo o Copom, os indicadores mostram uma “moderação gradual da atividade econômica”, principalmente nos setores mais sensíveis aos juros, embora o mercado de trabalho continue aquecido.</p>
<p>Diogo Guillen, economista-chefe do Itaú, destaca, em análise publicada pelo banco, que dados divulgados desde a reunião anterior, incluindo a composição do Produto Interno Bruto (PIB) e indicadores mensais de atividade, vieram, em geral, abaixo do esperado. Para o economista, a comunicação do Banco Central mostra maior confiança nesse processo de desaceleração.</p>
<p>O cenário, porém, ainda exige cautela. O Copom aponta riscos como uma nova pressão dos preços do petróleo, efeitos climáticos sobre alimentos e energia, inflação de serviços resistente e uma desvalorização persistente do real.</p>
<p>“O cenário atual, caracterizado por significativo aumento da incerteza, desancoragem das expectativas e riscos elevados em torno do cenário base, demanda serenidade e cautela na condução da política monetária”, afirmou o Copom no comunicado.</p>
<p>Para a Confederação Nacional da Indústria (CNI), há um excesso de prudência do Copom diante do comportamento de queda na inflação dos últimos meses, segundo nota divulgada pela entidade. “Há trajetória consistente de desaceleração, alcançando 4,22% no acumulado em 12 meses até agosto, e melhora das expectativas de mercado, indicando convergência gradual em direção à meta de 3% ao ano no horizonte relevante para a política monetária”.</p>
<img src="https://gsw.codexcdn.net/assets/asB8Q8dIvU1fXS10Q.png?width=800&height=600&quality=75" alt="Este é o quinto corte consecutivo da Selic."/>
<h2>Estados Unidos vão na direção contrária</h2>
<p>No mesmo dia em que o Brasil reduziu os juros, o Federal Reserve (Fed), banco central dos Estados Unidos, fez o movimento contrário. Ele elevou os juros em 0,25 ponto percentual, para a faixa de 3,75% a 4% ao ano. Foi a primeira alta em mais de três anos.</p>
<p>A decisão foi influenciada pela disparada do preço do petróleo em meio ao aumento das tensões no Oriente Médio, que reforçou as preocupações com a inflação americana.</p>
<p>O movimento também importa para o Brasil. Juros mais altos nos Estados Unidos tornam os investimentos naquele país mais atraentes e podem afetar o câmbio. A pressão sobre o dólar pode encarecer produtos e insumos importados e alimentar a inflação, dificultando novos cortes da Selic.</p>
<p>Em seu comunicado, o Copom afirmou que o ambiente internacional permanece incerto, citando os conflitos no Oriente Médio e a política monetária das economias avançadas.</p>
<h2>E agora?</h2>
<p>O Copom não indicou se fará novo corte na próxima reunião. A comunicação praticamente não mudou em relação ao encontro anterior e, de acordo com Guillen, não trouxe “sinalizações explícitas sobre os próximos passos” dos juros.</p>
<p>O cenário-base do Itaú é de uma pausa no ciclo de cortes. A avaliação, porém, dependerá dos novos indicadores econômicos divulgados até a próxima reunião do Copom, nos dias 3 e 4 de novembro.</p>
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      <dc:creator><![CDATA[GSW Brasil]]></dc:creator>
    </item>
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      <title>Banco Central estuda conectar Pix a sistemas de pagamento de outros países</title>
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      <pubDate>Tue, 11 Aug 2026 18:44:00 Z</pubDate>
      <description><![CDATA[<p>O  Banco Central  (BC) estuda interligar o Pix a sistemas de pagamentos instantâneos de outros países, o que abriria caminho para remessas e compras internacionais com liquidação em moeda local em poucos segundos. A possibilidade aparece entre os projetos para os próximos anos apresentados no  Relatório de Gestão do Pix 2023-2025 , divulgado nesta segunda-feira, 10.</p>
<p>Segundo o documento, estão em discussão tanto conexões bilaterais, entre o Brasil e outros países, quanto a participação em  hubs  multilaterais, estruturas capazes de conectar sistemas de diferentes nações. O BC avalia que essa integração poderia reduzir tarifas, acelerar operações, ampliar o acesso e aumentar a transparência das transações internacionais. O relatório não informa quais países poderiam participar dessas conexões.</p>
<p>A proposta representaria uma etapa diferente do uso do Pix no exterior que já existe atualmente. Hoje, empresas privadas oferecem soluções que permitem pagamentos de brasileiros em países como Chile, Argentina, Estados Unidos, Portugal e França por meio de parcerias entre instituições brasileiras e estrangeiras. Nesses casos, porém,  a infraestrutura do Pix continua limitada às transações domésticas : o Pix é realizado em reais no Brasil e a remessa ao exterior ocorre posteriormente pelos canais tradicionais.</p>
<h2>Pix movimentou mais de R$ 35 trilhões em 2025</h2>
<p>O projeto de internacionalização aparece em um momento de forte expansão do sistema. Em 2025, foram realizadas  quase 80 bilhões de transações Pix , crescimento de 25,7% em relação ao ano anterior. O valor movimentado ultrapassou  R$ 35 trilhões , alta de 33,8%.</p>
<p>Em dezembro de 2025,  148 milhões de pessoas físicas  haviam feito ou recebido pelo menos um Pix, número equivalente a cerca de 86% da população adulta brasileira. O sistema também chegou a 12,8 milhões de empresas e terminou o ano com mais de 920 milhões de chaves cadastradas.</p>
<p>O relatório mostra ainda uma mudança na forma como o Pix é utilizado. Quando foi lançado, em 2020, 85% das transações ocorriam entre pessoas físicas. Em 2025,  43% já eram pagamentos de pessoas para empresas , indicando a consolidação do sistema no varejo. Além disso, 71% das operações realizadas no ano tinham valor de até R$ 100.</p>
<h2>Pix poderá funcionar sem internet</h2>
<p>Outra frente estudada pelo BC é ampliar o  Pix por aproximação para situações em que o pagador esteja sem acesso à internet . A ideia é permitir a iniciação da transação por dispositivos com tecnologia NFC, incluindo celulares, cartões,  tags , relógios e pulseiras. Eventualmente, cartões com chip também poderão ser utilizados.</p>
<p>A medida busca enfrentar uma das barreiras apontadas para a expansão do Pix: dificuldades de conectividade e de acesso à tecnologia. Pesquisa citada no relatório mostra que, mesmo entre pessoas que utilizam o sistema, 24,2% já escolheram outro meio de pagamento por dificuldade de acesso à internet.</p>
<h2>Recebimentos via Pix poderão virar garantia de crédito</h2>
<p>O Banco Central também estuda integrar o Pix ao mercado de crédito. Uma das propostas é permitir que  fluxos futuros de recebimentos pelo sistema sejam usados como garantia em operações de financiamento .</p>
<p>A expectativa é que a medida possa melhorar a qualidade das garantias e contribuir para a redução dos custos do crédito, especialmente para empresas que concentram grande parte de seus recebimentos no Pix.</p>
<p>O relatório prevê ainda a integração do Pix a outros serviços financeiros, como duplicatas escriturais, e a implementação do chamado  split  tributário, que permitirá a retenção automática de tributos incidentes sobre determinadas transações.</p>
<h2>Inteligência artificial para identificar possíveis fraudes</h2>
<p>A segurança aparece como outra prioridade para os próximos anos. Entre os projetos está a criação de um  indicador de probabilidade de fraude , que poderá ser calculado pelo BC em tempo real para as transações Pix.</p>
<p>O sistema será desenvolvido com um modelo de  machine learning  e poderá fornecer informações às instituições financeiras para alimentar seus mecanismos antifraude. A decisão de autorizar ou rejeitar a transferência, porém, continuará sendo de cada instituição. O BC ressalva que a disponibilização da ferramenta dependerá do desempenho do modelo e de avaliação jurídica.</p>
<p>Também estão em estudo critérios mínimos comuns para identificar operações suspeitas, a padronização dos alertas de golpe apresentados aos clientes e novas medidas cautelares contra instituições que coloquem o funcionamento do sistema em risco.</p>
<h2>Mensagens ofensivas pelo Pix entram na mira do BC</h2>
<p>O relatório aponta ainda que o campo destinado à descrição das transações tem sido utilizado, em alguns casos, para envio de  mensagens ofensivas, intimidatórias ou ameaçadoras , geralmente acompanhadas de transferências de valores muito baixos.</p>
<p>Diante desse uso, o BC criou em 2026 um grupo de trabalho no Fórum Pix para discutir possíveis mudanças. A instituição afirma que poderá adotar novas regras para coibir abusos sem comprometer as características do sistema.</p>
<p>A agenda mostra que o Banco Central pretende transformar o Pix em uma infraestrutura cada vez mais integrada a outros serviços financeiros e, no futuro, potencialmente conectada a sistemas internacionais. O próprio BC define o Pix como uma infraestrutura pública digital em evolução contínua, destinada a ampliar os usos do sistema sem abrir mão de segurança, competição e inclusão financeira.</p>
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      <dc:creator><![CDATA[GSW Brasil]]></dc:creator>
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    <item>
      <title>Pix avança como sistema de pagamento no segmento de bares e restaurantes</title>
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      <pubDate>Fri, 07 Aug 2026 18:31:00 Z</pubDate>
      <description><![CDATA[<p>A adesão ao sistema de pagamento instantâneo Pix é mais intensa entre empresas de menor porte do segmento de bares e restaurantes. Cerca de 30,4% das vendas de salão e balcão dos estabelecimentos com faturamento anual de até R$ 130 mil são realizadas por esse meio de pagamento, mostra a Pesquisa Nacional de Conjuntura Econômica da Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes), divulgada nesta sexta-feira, 07, e que foi realizada com 1,6 mil empresários do setor de alimentação fora do lar em todo o país.</p>
<p>Segundo o presidente da Abrasel, Paulo Solmucci, o empresário busca soluções que reduzam custos e tragam mais previsibilidade ao fluxo de caixa. “O crescimento do Pix reflete mudanças profundas no comportamento do consumidor e na gestão financeira das empresas, por isso, se tornou uma ferramenta essencial para os bares e restaurantes”, afirma Solmucci. </p>
<p>Para outra faixa de negócios, com faturamento entre R$ 360 e R$ 1 milhão, o percentual de participação nas vendas é de 24%. Já para as empresas com faturamento entre R$ 130 mil e R$ 160 mil, a participação cai um pouco, situando-se em 22,6%. Nas empresas de maior porte, a participação nas vendas é mais moderada, variando entre 14,9% e 17,5%. </p>
<h2>Média geral</h2>
<p>Pelo levantamento, o sistema de pagamento Pix segue ampliando sua presença nos bares e restaurantes do país. Na média geral, esse meio de pagamento responde por 20,5% das vendas de salão e balcão do setor, alta de 4 pontos percentuais em relação à pesquisa de 2024 (16,5%). </p>
<p>Os cartões de crédito seguem como o meio de pagamento mais usado, com participação de 41,5% das vendas, seguido dos cartões de débito (25,1%) e do dinheiro físico, com 8,3%. </p>
<p>De acordo com dados atualizados do Banco Central, o Pix foi o sistema usado em 7 bilhões de transações realizadas em maio de 2026.</p>
<h2>Perfil dos restaurantes </h2>
<p>Nos estabelecimentos de alimentação rápida, o Pix representa 24,6% das vendas. Em restaurantes especializados, a participação é de 21%. Nos bares e casas noturnas, a representatividade é de 19,9%. Nos restaurantes de almoço (tipo quilo) está em 17%. </p>
<h2>Pix por região do país </h2>
<p>O Norte é a região que mais usa o Pix nos bares e restaurantes, com participação média de 29,8% nas vendas de salão e balcão. O Nordeste vem na sequência, com participação 24,2%. O Sudeste tem 18,1% de participação, o Centro-Oeste (17,9%) e o Sul (16,5%). Em todas essas regiões, o uso do dinheiro físico permanece abaixo de 11% das vendas, o que evidencia a digitalização do consumo em todo o país.  </p>
<p>“O Pix não é apenas uma forma de pagamento. Ele cria oportunidades para que bares e restaurantes desenvolvam programas de fidelidade, integrem pedidos digitais e ofereçam novas experiências ao consumidor. Estamos diante de uma transformação cultural que exige adaptação, mas que também abre espaço para mais eficiência, inovação e competitividade no setor”, afirma o presidente da Abrasel, Paulo Solmucci. </p>
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      <dc:creator><![CDATA[Tatiana Schnoor]]></dc:creator>
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