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    <title>Global South World Brasil - Anvisa</title>
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    <language>pt-BR</language>
    <description><![CDATA[Notícias, opinião e análise voltadas para o Sul Global e as nações emergentes do mundo, do Global South World Brasil.]]></description>
    <copyright>Copyright © 2026 — Global South World Brazil</copyright>
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      <title>Anvisa aprova Aquipta e amplia opções para prevenção da enxaqueca</title>
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      <pubDate>Wed, 09 Sep 2026 14:37:00 Z</pubDate>
      <description><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária aprovou nesta terça-feira, 8, o registro do Aquipta, nome comercial do atogepanto hidratado, medicamento indicado para adultos com pelo menos quatro episódios mensais de enxaqueca. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União, pela Resolução RE nº 3.458/2026, com validade até setembro de 2036.</p>
<p>O remédio pertence à classe dos gepants, que bloqueiam o receptor do peptídeo relacionado ao gene da calcitonina, o CGRP, molécula com papel central na transmissão da dor durante as crises.</p>
<p>Essa é a segunda substância dessa classe aprovada no Brasil. Em maio, a Anvisa já havia liberado o Nurtec ODT, rimegepant da Pfizer, para tratamento agudo e prevenção da enxaqueca episódica.</p>
<h2>Comprimido em vez de injeção </h2>
<p>A diferença em relação aos anticorpos monoclonais que também atuam sobre o CGRP, já disponíveis no país, está na via de administração: os gepants são comprimidos, tomados por via oral, enquanto os anticorpos são aplicados por injeção. </p>
<p>O atogepanto já havia sido aprovado nos Estados Unidos pelo FDA e na União Europeia pela EMA, onde recebeu autorização em 2023 para prevenção e, em 2026, teve a indicação ampliada também para tratamento de crises agudas.</p>
<p>A Anvisa autorizou duas apresentações do Aquipta, comprimidos de 10 mg e de 60 mg, em caixas com 28 unidades. A dose recomendada é de 60 mg uma vez ao dia, com a versão de 10 mg reservada a ajustes em pacientes que usam determinados inibidores de enzimas hepáticas.</p>
<p>A eficácia do medicamento foi avaliada nos estudos de fase 3 Advance e Progress, financiados pela Allergan, incorporada pela AbbVie. Entre os pacientes que receberam 60 mg diários, a redução média foi de 6,9 dias de enxaqueca por mês, contra 5,1 dias no grupo que recebeu placebo. Os efeitos adversos mais comuns foram constipação e náusea, relatados por cerca de 10% dos participantes na dose de 60 mg.</p>
<p>Segundo a Sociedade Brasileira de Cefaleia, a cefaleia atinge entre 30 e 34 milhões de pessoas no Brasil, cerca de 15% da população, proporção que acompanha a média global apontada pela própria Anvisa. </p>
<p>A enxaqueca é uma doença neurológica caracterizada por crises recorrentes de dor de cabeça de intensidade moderada a grave, muitas vezes acompanhadas de náusea, vômito e sensibilidade à luz e ao som.</p>
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        <media:title>enxaqueca</media:title>
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      <dc:creator><![CDATA[Carlos Eduardo Vasconcellos]]></dc:creator>
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      <title>Anvisa libera venda de remédios no iFood, Shopee e Mercado Livre; veja o que muda</title>
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      <pubDate>Tue, 11 Aug 2026 15:17:00 Z</pubDate>
      <description><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) revogou as restrições que impediam iFood, Rappi, Mercado Livre, Americanas (grupo B2W, que inclui Submarino) e Shopee de comercializar, distribuir ou anunciar medicamentos em suas plataformas. As decisões foram publicadas no Diário Oficial da União e têm efeito imediato.</p>
<p>Neste texto, o  GSW Brasil  explica as novas regras para o consumidor.</p>
<h2>O que muda e o que não muda</h2>
<p>Para Rappi e iFood, cai a proibição de comercialização, distribuição e propaganda de medicamentos.</p>
<p>Em relação a marketplaces como Mercado Livre e Americanas, a agência retirou as restrições à comercialização e à propaganda.</p>
<p>A Shopee, por sua vez, foi a primeira a sair da lista, em publicação de 6 de agosto, também com fim das vedações à venda e à publicidade.</p>
<p>A revisão decorre da Lei nº 15.357, sancionada por Lula em março, que alterou a Lei nº 5.991/1973 e passou a autorizar farmácias e drogarias licenciadas a contratar plataformas digitais para logística e entrega de medicamentos.</p>
<p>A Anvisa fez questão de frisar que a revogação não equivale a autorização automática para venda de medicamentos nos apps.</p>
<p>Segundo a agência, a aplicação do dispositivo depende de regulamentação específica ainda em elaboração – que vai detalhar as condições para a atuação de marketplaces, canais digitais e operadores logísticos.</p>
<p>Na prática, isso significa que farmácias e drogarias com licença sanitária podem vender os produtos, que precisam estar regularizados na Anvisa. No entanto, a fiscalização sobre anúncios irregulares ou promessas terapêuticas indevidas continua valendo.</p>
<p>A Lei 15.357 também estabelece, para as farmácias e drogarias instaladas na área de venda de supermercados, a proibição da exposição de remédios em gôndolas externas ou balcões de livre acesso fora do ambiente delimitado da farmácia, torna obrigatória a presença de farmacêutico durante todo o funcionamento do estabelecimento e, para medicamentos de controle especial, exige que a entrega só ocorra após o pagamento – ou que o produto seja levado ao caixa em embalagem lacrada.</p>
<p>Entidades do setor como Abafarma, Abcfarma, Abradilan, Abrafarma e Febrafar cobraram esclarecimentos da Anvisa após a liberação da Shopee. </p>
<p>A agência respondeu que não existe autorização para  marketplaces  venderem medicamentos diretamente: a permissão vale para contratação de plataformas exclusivamente para fins de logística e entrega ao consumidor.</p>
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      <dc:creator><![CDATA[GSW Brasil]]></dc:creator>
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